Se o Serra fosse eu, e se não tivésse como marqueteiro o petista Gonzalez, sua postura no debate televisivo seria esta:
Mediador (geramente um autômato): "Candidato Serra, quais suas propostas para a saúde?"
Serra: "Sinceramente, acho que discutir isto é bobagem. No Brasil não há nenhum compromisso entre o que os candidatos prometem em debates e o que fazem depois de eleito. Se é para debater no terreno das mentiras e das falsas propostas, minha adversária é muito mais capacitada do que eu. Acho que devemos aproveitar esta oportunidade para debate ro que está em jogo nesta eleição. O que está em jogo, senhores, é se o Brasil continuará sendo uma democracia, ou se seguiremos o rumo da Venezuela. O que está em jogo, senhor mediador, é se o senhor poderá continuar exercendo livremente a sua profissão, ou se será condenado a ser um papagaio do governo. O que está em jogo cidadão brasileiro é se o senhor e sua família poderão dormir em paz nas suas casas, ou se serão acordados no meio da noite por agentes do esta a serviço do partido e desaparecerão por serem considerados inconveientes ao governo. O que está em jogo, povo Brasileiro, e se o peso do Brasil será colocado a favor da liberadade no mundo ou a favor da produção de bombas atômicas por malucos."
Mediador: "Candidato Serra, o senhor não acha que esta postura agressiva pode lhe tirar votos?"
Serra: "Só no Brasil e nos países governados pelos sóciosdo PT a verdade é confundida com agressividade. Isto mostra bem o estado a que chegamos. Sobre perder votos eu digo o seguinte - quem precisa de audiência para sobreviver, é novela. Eu não sou novela. Sou um homem com convicções e com coisas a dizer. Se o povo entender que não mereço seu voto por dizer a verdade, irei viver do meu trabalho. Mas com a consciência tranquila."
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Quem manda na campanha?
O discurso de Serra, publicado abaixo, foi ao ponto. Com indignação e debate de valores, ganhamos a eleição.
Agora falta Serra esclarecer quem manda na sua campanha, pos o programa de televisão do orário eleitoral continua a chatice de sempre, produzida pelo marqueteiro do Serra, o senhor Gonzales, também conhecido como o assassino da política.
Marqueteiro como Gonzalez tinha que estar na campanha da Dil-má, para enfraquecer o adversário.
Vai lá Serra, o momento de apontar esta campanha para cima é agora, mas para isto você precisa mostrar para o Gonzales quem é que manda.
Este Gonzales é tão ruim, mas tão ruim, e faz tanto mal ao PSDB que chego a pensar que é um petista infiltrado.
Como dizia Roberto Jeferson, sai Gonzales, sai daí já.
Agora falta Serra esclarecer quem manda na sua campanha, pos o programa de televisão do orário eleitoral continua a chatice de sempre, produzida pelo marqueteiro do Serra, o senhor Gonzales, também conhecido como o assassino da política.
Marqueteiro como Gonzalez tinha que estar na campanha da Dil-má, para enfraquecer o adversário.
Vai lá Serra, o momento de apontar esta campanha para cima é agora, mas para isto você precisa mostrar para o Gonzales quem é que manda.
Este Gonzales é tão ruim, mas tão ruim, e faz tanto mal ao PSDB que chego a pensar que é um petista infiltrado.
Como dizia Roberto Jeferson, sai Gonzales, sai daí já.
Nosso lema
Vou deixar aqui no alto do blog hoje o nosso lema, que deveria ser o lema da campanha do Serra a partir de agora:
Quem tem vergonha na cara não abaixa a cabeça prá vagabundo!
Quem tem vergonha na cara não abaixa a cabeça prá vagabundo!
Será que o Serra é leitor do blog?
Ler primeiro o post abaixo.
Agora, copio texto de hoje, do Reinaldo Azevedo:
"02/09/2010
às 1:00
Serra faz um duro discurso: “Francenildo somos todos nós”. Ou: “Não preciso de marqueteiro que mude a minha cara, o meu pensamento, a minha trajetória de vida”
O tucano José Serra discursou há pouco num encontro de prefeitos em São Paulo que apóiam a sua candidatura à Presidência e a de Geraldo Alckmin (PSDB) ao governo de São Paulo. Foi uma fala bastante clara em defesa da democracia. O presidenciável procurou marcar as suas diferenças com a adversária Dilma Rousseff.
Imprensa
Serra exaltou a liberdade de expressão e afirmou:
“Dia sim, outro também, alguém deste governo fala em controlar a imprensa. O partido do governo sonha com o dia em que vai poder censurar a imprensa. A expressão, bonita, é ‘controle social’, como se a palavra ’social’ pudesse legitimar o conteúdo horroroso. maquiar as más intenções. Em palavras diretas, querem estabelecer comitês partidários para decidir o que os jornais e as revistas poderão ou não publicar, as rádios, TVs e a internet poderão ou não veicular. Querem sufocar economicamente quem ousa discordar.”
Somos todos Francenildos
O presidenciável tucano fez referência ao aparelhamento de Estado e à violação do sigilo fiscal de tucanos e de sua própria filha, Verônica. Lembrou uma personagem tristemente célebre da penúria em que se encontra o estado de direito: o caseiro Francenildo, que teve quebrado o seu sigilo bancário:
“Os brasileiros e brasileiras precisam ser livres para não temer que o Estado, financiado com o dinheiro de todos nós, seja ocupado por uma máquina partidária que ameaça e persegue as pessoas, que viola nossos direitos fundamentais. Como, por exemplo, o direito ao sigilo bancário e fiscal. As notícias estão aí: o segredo fiscal de pessoas que o governo identifica como adversárias foi quebrado por gente na Receita Federal evidentemente a serviço de uma operação político-partidária.
Quando se viola o sigilo bancário de um caseiro, viola-se a Constituição. Quando se viola o sigilo fiscal de representantes da oposição, viola-se a Constituição. Quando se viola o sigilo telefônico e de correspondência de adversários, viola-se a Constituição. Não perguntem jamais quem é Francenildo Pereira. Francenildo são vocês. Francenildo somos nós. Não passo a mão na cabeça de malfeitores. Exijo é que se respeitem os Francenildos e as Marias, os Josés e as Anas.”
“Vamos derrotá-los”
Serra criticou o comportamento dos petistas no episódio da quebra de sigilos da Receita. Não se deram ao trabalho, afirmou, nem mesmo de “fingir ou simular indignação”:
“Dão de ombros, emitem notas protocolares, ameaçam até processar as vítimas” E acrescentou: “Mas o Brasil é maior do que eles. Com muito trabalho, luta e fé, vamos derrotá-los.”
Obras paradas e propaganda
O tucano atacou os impostos e os juros altos e a ineficiência do governo:
“Na economia, somos o país campeão dos altos impostos, campeão dos juros, campeão do atraso na infraestrutura. Você vê o horário eleitoral deles, você vê a propaganda do governo, paga com o dinheiro do povo, e parece que todos os problemas do Brasil foram resolvidos. Obras que não existem, que andam mais devagar que tartaruga, são divulgadas dia e noite como se já estivessem prontas. Eles seguem a receita repugnante, repudiada pela História, de que a mentira repetida mil vezes se transforma em verdade. Só que eles não sabem que a receita está errada. O povo não é bobo.”
“Falta de caráter”
O candidato do PSDB reconheceu que há avanços no Brasil, mas acusou o PT de tentar destruir a obra dos que o antecederam e apontou a “mais escancarada exibição de falta de caráter de que se tem notícia”:
“Claro que há avanços, pois este governo teve a felicidade de colher o que os outros plantaram. Talvez estejamos assistindo à mais escancarada exibição de falta de caráter de que se tem notícia na história da política brasileira. A ingratidão é um defeito de caráter, a ingratidão é a cicatriz que revela uma alma complicada. O que é o PT? Um partido que tenta destruir os que o antecederam no governo, enquanto governa sobre as bases construídas com muito esforço e suor por quem veio antes. Governa e estraga essas bases.”
Problemas e competência
Serra lembrou que o Brasil ainda tem grandes problemas: “metade dos adolescentes fora das escolas, a necessidade de uma completa reforma do sistema de saúde, organizar o combate ao crime e às drogas, a construção e recuperação da infraestrutura, o déficit habitacional que chega a milhões de moradias”. E incitou a que se faça a comparação para saber quem reúne as melhores condições de manter a estabilidade da economia para poder resolvê-los:
“‘Quem tem mais condições de manter a estabilidade?’ Nesse terreno, um passo em falso que seja pode trazer prejuízos irremediáveis para os brasileiros. Quem tem mais condições de brigar lá fora para defender a economia do Brasil? Quem tem mais condições de defender os ganhos da estabilidade que chegaram ao bolso dos brasileiros na forma de salário, crédito e benefícios? Somos nós! É de nós que o Brasil Novo precisa.”
Nada a esconder
Cutucando a um só tempo Dilma e Lula, afirmou que não tem nada a esconder de seu passado e que não é candidato a “dono do Brasil”. E mandou ver:
- Não tenho nada a esconder do meu passado;
- não preciso que reescrevam a minha vida excluindo passagens nada abonadoras;
- não preciso que tentem me vender, como se eu fosse um sabonete;
- Não preciso de marqueteiro que mude a minha cara, o meu pensamento, a minha trajetória de vida. Ninguém precisa dizer à população quem sou eu. Inventar coisas que não fiz e esconder coisas que fiz. É a minha vida pública que diz quem sou. Posso fazer cara feia às vezes. Mas é uma cara só. Não digo uma coisa hoje para desdizer amanhã. E ninguém me diz o que tenho de falar ou não. Respondo pelas minhas palavras e pelas minhas escolhas. Não fui inventado por ninguém! Foi a luta democrática que me fez. Foram as minhas escolhas de vida que me trouxeram até aqui.
O presidenciável encerrou o discurso expressando convicção na vitória. Afirmou saber que a luta é difícil e concluiu a fala com trecho de um texto que todo brasileiro conhece: “Verás que um filho teu não foge à luta”.
Íntegra do discurso aqui
Por Reinaldo Azevedo "
Agora, copio texto de hoje, do Reinaldo Azevedo:
"02/09/2010
às 1:00
Serra faz um duro discurso: “Francenildo somos todos nós”. Ou: “Não preciso de marqueteiro que mude a minha cara, o meu pensamento, a minha trajetória de vida”
O tucano José Serra discursou há pouco num encontro de prefeitos em São Paulo que apóiam a sua candidatura à Presidência e a de Geraldo Alckmin (PSDB) ao governo de São Paulo. Foi uma fala bastante clara em defesa da democracia. O presidenciável procurou marcar as suas diferenças com a adversária Dilma Rousseff.
Imprensa
Serra exaltou a liberdade de expressão e afirmou:
“Dia sim, outro também, alguém deste governo fala em controlar a imprensa. O partido do governo sonha com o dia em que vai poder censurar a imprensa. A expressão, bonita, é ‘controle social’, como se a palavra ’social’ pudesse legitimar o conteúdo horroroso. maquiar as más intenções. Em palavras diretas, querem estabelecer comitês partidários para decidir o que os jornais e as revistas poderão ou não publicar, as rádios, TVs e a internet poderão ou não veicular. Querem sufocar economicamente quem ousa discordar.”
Somos todos Francenildos
O presidenciável tucano fez referência ao aparelhamento de Estado e à violação do sigilo fiscal de tucanos e de sua própria filha, Verônica. Lembrou uma personagem tristemente célebre da penúria em que se encontra o estado de direito: o caseiro Francenildo, que teve quebrado o seu sigilo bancário:
“Os brasileiros e brasileiras precisam ser livres para não temer que o Estado, financiado com o dinheiro de todos nós, seja ocupado por uma máquina partidária que ameaça e persegue as pessoas, que viola nossos direitos fundamentais. Como, por exemplo, o direito ao sigilo bancário e fiscal. As notícias estão aí: o segredo fiscal de pessoas que o governo identifica como adversárias foi quebrado por gente na Receita Federal evidentemente a serviço de uma operação político-partidária.
Quando se viola o sigilo bancário de um caseiro, viola-se a Constituição. Quando se viola o sigilo fiscal de representantes da oposição, viola-se a Constituição. Quando se viola o sigilo telefônico e de correspondência de adversários, viola-se a Constituição. Não perguntem jamais quem é Francenildo Pereira. Francenildo são vocês. Francenildo somos nós. Não passo a mão na cabeça de malfeitores. Exijo é que se respeitem os Francenildos e as Marias, os Josés e as Anas.”
“Vamos derrotá-los”
Serra criticou o comportamento dos petistas no episódio da quebra de sigilos da Receita. Não se deram ao trabalho, afirmou, nem mesmo de “fingir ou simular indignação”:
“Dão de ombros, emitem notas protocolares, ameaçam até processar as vítimas” E acrescentou: “Mas o Brasil é maior do que eles. Com muito trabalho, luta e fé, vamos derrotá-los.”
Obras paradas e propaganda
O tucano atacou os impostos e os juros altos e a ineficiência do governo:
“Na economia, somos o país campeão dos altos impostos, campeão dos juros, campeão do atraso na infraestrutura. Você vê o horário eleitoral deles, você vê a propaganda do governo, paga com o dinheiro do povo, e parece que todos os problemas do Brasil foram resolvidos. Obras que não existem, que andam mais devagar que tartaruga, são divulgadas dia e noite como se já estivessem prontas. Eles seguem a receita repugnante, repudiada pela História, de que a mentira repetida mil vezes se transforma em verdade. Só que eles não sabem que a receita está errada. O povo não é bobo.”
“Falta de caráter”
O candidato do PSDB reconheceu que há avanços no Brasil, mas acusou o PT de tentar destruir a obra dos que o antecederam e apontou a “mais escancarada exibição de falta de caráter de que se tem notícia”:
“Claro que há avanços, pois este governo teve a felicidade de colher o que os outros plantaram. Talvez estejamos assistindo à mais escancarada exibição de falta de caráter de que se tem notícia na história da política brasileira. A ingratidão é um defeito de caráter, a ingratidão é a cicatriz que revela uma alma complicada. O que é o PT? Um partido que tenta destruir os que o antecederam no governo, enquanto governa sobre as bases construídas com muito esforço e suor por quem veio antes. Governa e estraga essas bases.”
Problemas e competência
Serra lembrou que o Brasil ainda tem grandes problemas: “metade dos adolescentes fora das escolas, a necessidade de uma completa reforma do sistema de saúde, organizar o combate ao crime e às drogas, a construção e recuperação da infraestrutura, o déficit habitacional que chega a milhões de moradias”. E incitou a que se faça a comparação para saber quem reúne as melhores condições de manter a estabilidade da economia para poder resolvê-los:
“‘Quem tem mais condições de manter a estabilidade?’ Nesse terreno, um passo em falso que seja pode trazer prejuízos irremediáveis para os brasileiros. Quem tem mais condições de brigar lá fora para defender a economia do Brasil? Quem tem mais condições de defender os ganhos da estabilidade que chegaram ao bolso dos brasileiros na forma de salário, crédito e benefícios? Somos nós! É de nós que o Brasil Novo precisa.”
Nada a esconder
Cutucando a um só tempo Dilma e Lula, afirmou que não tem nada a esconder de seu passado e que não é candidato a “dono do Brasil”. E mandou ver:
- Não tenho nada a esconder do meu passado;
- não preciso que reescrevam a minha vida excluindo passagens nada abonadoras;
- não preciso que tentem me vender, como se eu fosse um sabonete;
- Não preciso de marqueteiro que mude a minha cara, o meu pensamento, a minha trajetória de vida. Ninguém precisa dizer à população quem sou eu. Inventar coisas que não fiz e esconder coisas que fiz. É a minha vida pública que diz quem sou. Posso fazer cara feia às vezes. Mas é uma cara só. Não digo uma coisa hoje para desdizer amanhã. E ninguém me diz o que tenho de falar ou não. Respondo pelas minhas palavras e pelas minhas escolhas. Não fui inventado por ninguém! Foi a luta democrática que me fez. Foram as minhas escolhas de vida que me trouxeram até aqui.
O presidenciável encerrou o discurso expressando convicção na vitória. Afirmou saber que a luta é difícil e concluiu a fala com trecho de um texto que todo brasileiro conhece: “Verás que um filho teu não foge à luta”.
Íntegra do discurso aqui
Por Reinaldo Azevedo "
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
"É homem!"
A afirmação do título foi feita pelo médico que me trouxe ao mundo. É uma afirmação simples, mas que implica em responsabilidades para o resto da vida.
Ser homem implica em honrar as calças que veste e em não baixar a cabeça para vagabundo.
Se o Serra fosse eu (nunca será) iria para a televisão no tempo que lhe cabe e diria coisas como o seguinte:
- Não interessa o que o meu marqueteiro quer que eu diga para vocês;
- Não interessa se as coisas que vou dizer vão me fazer ter mais ou menos votos. Voto não é tudo na vida;
- O país está nas mãos de uma quadrilha. Esta quadrilha já me atingiu, já atingiu minha família e, não tenha dúvida cidadão, um dia estarão na sua porta;
- A opção é sua. Quer manter a quadrilha no poder? Vote nela;
- Quer um país com mais vergonha na cara? Vote em mim e prometo que vamos varrer dos órgãos públicos os quadrilheiros que usam o poder para cometer crimes contra os cidadãos.
O que será que o médico que fez o parto do Serra disse quando ele nasceu?
Ser homem implica em honrar as calças que veste e em não baixar a cabeça para vagabundo.
Se o Serra fosse eu (nunca será) iria para a televisão no tempo que lhe cabe e diria coisas como o seguinte:
- Não interessa o que o meu marqueteiro quer que eu diga para vocês;
- Não interessa se as coisas que vou dizer vão me fazer ter mais ou menos votos. Voto não é tudo na vida;
- O país está nas mãos de uma quadrilha. Esta quadrilha já me atingiu, já atingiu minha família e, não tenha dúvida cidadão, um dia estarão na sua porta;
- A opção é sua. Quer manter a quadrilha no poder? Vote nela;
- Quer um país com mais vergonha na cara? Vote em mim e prometo que vamos varrer dos órgãos públicos os quadrilheiros que usam o poder para cometer crimes contra os cidadãos.
O que será que o médico que fez o parto do Serra disse quando ele nasceu?
Quadrilha
A quadrilha que tomou de assalto o estado Brasileiro apresentou uma procuração da própria filha do Serra, para justificar a quebra do sigilo fiscal dela. Com autenticação e tudo.
Resultado...o próprio cartório que teria autenticado a procuração emitiu nota declarando que tanto a procuração quanto a autenticação são falsas.
A imprensa quase toda já dava a procuração como verdadeira, porque não se deram ao trabalho, sequer, de ligar para o cartório. Sei, são bem pagos justamente para não ligar para o cartório.
Há neste caso uma sucessão de crimes: documento falso (procuração), autenticação falsa e quebra ilegal de sigilo fiscal.
Com tudo isto, vai acontecer alguma coisa com os quadrilheiros do governo?
Nada. O Brasil acabou.
Não pode existir um país onde a única razão de existir da maioria do seu povo é comprar uma TV em 36 parcelas nas Casas Bahia. Tem que ser muito mais que isto para ser um país.
Corremos o risco de comer a ração que o diabo (PT) amassou e, mais para a frente, comer a ração que os chineses vão mandar prá cá. Sim, porque nossa produção agrícola ira toda para alimentar chineses. Se não merecemos ser uma país, vamos acabar sendo quintal de chinês.
Resultado...o próprio cartório que teria autenticado a procuração emitiu nota declarando que tanto a procuração quanto a autenticação são falsas.
A imprensa quase toda já dava a procuração como verdadeira, porque não se deram ao trabalho, sequer, de ligar para o cartório. Sei, são bem pagos justamente para não ligar para o cartório.
Há neste caso uma sucessão de crimes: documento falso (procuração), autenticação falsa e quebra ilegal de sigilo fiscal.
Com tudo isto, vai acontecer alguma coisa com os quadrilheiros do governo?
Nada. O Brasil acabou.
Não pode existir um país onde a única razão de existir da maioria do seu povo é comprar uma TV em 36 parcelas nas Casas Bahia. Tem que ser muito mais que isto para ser um país.
Corremos o risco de comer a ração que o diabo (PT) amassou e, mais para a frente, comer a ração que os chineses vão mandar prá cá. Sim, porque nossa produção agrícola ira toda para alimentar chineses. Se não merecemos ser uma país, vamos acabar sendo quintal de chinês.
Organização criminosa
A organização criminosa que domina o estado Brasileiro continua com seu procedimento de "serial crimer", e agora quebrou o sigilo fiscal da filha de José Serra, para a produção de dossiês.
As eleições se aproximam e, infelizmente, somos tão ignorantes que boa parte da população sequer sabe o que significa sigilo fiscal, ou garantias constitucionais.
Mas tem um monte de gente que sabe o que é isto e mesmo assim grita "Dil-má, Dil-má".
Informo a esta gente que quando as garantias constitucionais são rasgadas, são rasgadas para todos, inclusive para os puxa-sacos de governantes. O Stalinismo, Castrismo, Maoísmo e Fascismo estão aí para não me deixar mentir. E a terra está cheia de corpos de puxa-sacos de primeira hora...
As eleições se aproximam e, infelizmente, somos tão ignorantes que boa parte da população sequer sabe o que significa sigilo fiscal, ou garantias constitucionais.
Mas tem um monte de gente que sabe o que é isto e mesmo assim grita "Dil-má, Dil-má".
Informo a esta gente que quando as garantias constitucionais são rasgadas, são rasgadas para todos, inclusive para os puxa-sacos de governantes. O Stalinismo, Castrismo, Maoísmo e Fascismo estão aí para não me deixar mentir. E a terra está cheia de corpos de puxa-sacos de primeira hora...
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