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sexta-feira, 3 de junho de 2011

SOS Globo

O ano era 2006 e, prá variar, Palocci (então ministro forte do Lula) estava envolvido em confusão. Na oportunidade, para salvar-se, precisava destruir a credibilidade do caseiro Francenildo. Arrombaram seu sigilo bancário na Caixa Federal e recorreram a quem? Às Organizações Globo, que já foram militaristas, Colloridas, e são comunistas desde o dia em que Lula venceu as eleições de 2002.

As Organizações Globo estamparam nas páginas da revista Época o extrato bancário de Francenildo. Nunca pediram desculpas. Nem a cara sem vergonha ficou vermelha.

O ano é 2011. Prá variar, Palocci (então ministro forte de Dilma) está envolvido em confusão. A quem recorrem? Acertaram – Palocci vai usar o Jornal Nacional das Organizações Globo na noite de 3 de junho para fazer um pronunciamento oficial travestido de entrevista.

Nada como ter a Globo como companheira, não? Quem não gostaria de ter uma companheira deste calibre? O problema é que nós, mortais, não temos bilhões de reais de dinheiro público para torrar em propaganda estatal inútil...

Mais um comunista de ocasião

Sabiam que o banqueiro Pérsio Arida foi comunista? Sim, mais um comunista de ocasião, como tantos. Comunista enquanto pobre, capitalista quando milionário.

Arida está em controvérsia com o Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, pela imprensa. Em seu último texto, Arida escreve o seguinte:

"Estivemos em lados opostos, coronel. Eu deixei de ser comunista ou socialista há muito tempo.
Mas, se tivesse que escolher entre ser um jovem idealista, mas equivocado, ou o chefe da Operação Bandeirantes, eu preferiria ter sido quem fui, mesmo que tivesse que ser preso de novo. Eu não suportaria a vergonha de ter comandado uma casa de torturas
."

O primeiro ponto a observar é que Arida diz entender muito sobre os "porões do regime militar", mas desconhece que quando o Coronel Ustra assumiu o Doi-Codi de São Paulo a operação Bandeirantes já havia sido encerrada.

Agora, parece que Arida se julga moralmente superior ao Coronel Ustra. Ora, Arida e seus comparsas lutavam pela implantação de uma ditadura comunista no Brasil. Sabemos o que isto significa. 20 anos de regime militar no Brasil deixaram menos de 500 vítimas fatais, enquanto as vítimas dos regimes comunistas (que Arida queria implantar no Brasil) se contam aos milhões. Isso é ser moralmente superior Arida? Vai tomar vergonha na cara.

Do Olavo de Carvalho

"Se me perguntarem quais são os problemas essenciais do Brasil, responderei sem a menor dificuldade:

1) A matança de brasileiros, entre quarenta e cinquenta mil por ano;
2) O consumo de drogas, que aumenta mais do que em qualquer país vizinho, e que alguns celerados pretendem aumentar ainda mais mediante a liberação do narcotráfico - o maior prêmio que as Farc poderiam receber por décadas de morticínio.

3) A absoluta ausência de educação num país cujos estudantes tiram sempre os últimos lugares nos testes internacionais, concorrendo com crianças de nações bem mais pobres; num país, mais ainda, onde se aceita como ministro da Educação um sujeito que não aprendeu a soletrar a palavra "cabeçalho" porque jamais teve cabeça, e onde se entende que a maior urgência do sistema escolar é ensinar às crianças as delícias da sodomia - sem dúvida uma solução prática para estudantes e professores, já que o exercício dessa atividade não requer conhecimentos de português, de matemática ou de coisa nenhuma exceto a localização aproximada partes anatômicas envolvidas.

4) A falta cada vez maior de mão de obra qualificada de nível superior, que tem de ser trazida de fora porque das universidades não vem ninguém alfabetizado.

5) A dívida monstruosa acumulada por um governo criminoso que não se vexa de estrangular as gerações vindouras para conquistar os votos da presente, e que ainda é festejado, por isso, como o salvador da economia nacional.

6) A completa impossibilidade da concorrência democrática num quadro onde governo e oposição se aliaram, com o auxílio da grande mídia e a omissão cúmplice da classe rica, para censurar e proibir qualquer discurso político que defenda os ideais e valores majoritários da população, abomináveis ao paladar da elite.

7) A debilitação alarmante da soberania nacional, já condenada à morte pela burocracia internacional em ascensão e pelo cerco continental do Foro de São Paulo (aquela entidade que até ontem nem mesmo existia, não é?).

8) A destruição completa da alta cultura, num estado catastrófico de favelização intelectual onde a função de respiradouro para a grande circulação de ideias no mundo, que caberia à classe acadêmica como um todo, é exercida praticamente por um único indivíduo, um último sobrevivente, que em retribuição leva pedradas e cuspidas por todo lado, especialmente dos plagiários e usurpadores que vivem de parasitar o seu trabalho.

Se me perguntam a causa desses oito vexames colossais, digo que é a coisa mais óbvia do mundo: quarenta anos atrás, as instituições que se gabam de ser as maiores universidades brasileiras lançaram na praça uma geração de pseudo-intelectuais morbidamente presunçosos, que na juventude já se pavoneavam de ser "a parcela mais esclarecida da população".

Hoje essas mentes iluminadas dominam tudo - sistema educacional, partidos políticos, burocracia estatal, o diabo -, moldando o País à sua imagem e semelhança. Matança, dívidas, emburrecimento geral, debacle do ensino, é tudo mérito de um reduzido grupo de cérebros de péssima qualidade intoxicados de ideias bestas e vaidade infernal. Dentre todas as gerações de intelectuais brasileiros, a pior, a mais predatória, a mais destrutiva.

Se querem saber agora por que os temas fundamentais não podem ser enxergados e discutidos na sua essência, por que as atenções são sempre desviadas para detalhes laterais e por que, em suma, nenhum problema neste país tem solução, a resposta também não é difícil: quem molda os debates públicos, por definição, é a elite dominante, e esta não permite que nada seja discutido exceto nos moldes do seu vocabulário, dos seus interesses, da sua agenda, da sua irresponsabilidade psicótica, da sua ambição megalômana, da sua autoadoração abjeta.

Enquanto vocês não perderem o respeito por essa gente, nada de sério se poderá discutir no Brasil."

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Isto é petismo 4

Uma parte do petismo defende o fim da criação de gado para consumo humano, com o principal argumento de que as terras utilizadas para produzir alimentação para os animais poderiam ser melhor aproveitadas produzindo comida para os humanos.

Outra parte do petismo (com o apoio de FHC) defende a liberação da maconha. Mas, para ser produzida a maconha demanda terras. Será que os petistas encaram a produção de maconha como sendo produção de alimentos? Se assim for logo estarão defendendo a inclusão da maconha na cesta básica...

E o Lula?

Palocci já está indo para a fita. Não consegue explicar como ganhou tanto dinheiro com sua consultoria.

E o Lula? Alguém consegue acreditar que as grandes empresas pagam US$200 mil por hora para ele apenas pelo prazer de ouvir asneiras proferidas em mal português?

Tá todo mundo louco?

Dilma lançou hoje o programa Brasil Sem Miséria, destinado a ... erradicar a miséria no Brasil.

Ei, Dilma! Toc, toc, toc, tem alguém aí? Acorda, Lula já havia erradicado a miséria no Brasil, e o mesmo problema não pode ser erradicado duas vezes.

Quem vai mandar na presidanta?

A esta altura, a crer-se no noticiário, Palocci é carta fora do baralho.

Vitória das intituições e da moralidade? Infelizmente não. Vitória do campo do petismo (provavelmente comandado por Dirceu) que tem interesse no lugar do Palocci, para dar o "devido" rumo ideológico ao governo. Aliás, se não houvésse comunista graúdo interessado no lugar de Palocci, a imprensa companheira não teria dado tanta repercussão ao seu enriquecimento.

Palocci precisa sair. Mas não consigo imaginar o que virá pela frente. Sentada na cadeira de presidente está aquela que é, possivelmente, a pessoa mais despreparada da história a ocupar o cargo. Uma legítima barata tonta, não saberá para que lado ir sem o comando de Palocci. O que preocupa é saber quem assumirá o papel de comandar a presidanta de faz de conta daqui para a frente.