segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Do Claudio Humberto
Presidência da república?
O escritório dito como sendo da presidência da república em São Paulo não tinha brasão nem bandeira nacional. A decoração, como se vê na Veja desta semana, era toda com fotos de Lula.
Que república?
Nada mais era que um escritório do PT, pago com dinheiro dos cofres públicos, possivelmente utilizado para atividades impublicáveis (os sofás eram bem grandes...).
Que república?
Nada mais era que um escritório do PT, pago com dinheiro dos cofres públicos, possivelmente utilizado para atividades impublicáveis (os sofás eram bem grandes...).
Do Blog do Garotinho
Na nota anterior dei a pista sobre a existência de uma conta na cidade do Porto (Portugal), na agência central do Banco Espírito Santo, onde foram depositados no 25 milhões de euros. Imediatamente comecei a receber muitas ligações de jornalistas pedindo mais informações a respeito do assunto. Recorri à minha fonte que me deu mais detalhes esclarecedores de como tudo teria ocorrido. Vocês vão cair para trás.
Como já foi tornado público, Rosemary era portadora de passaporte diplomático, mas o que não foi revelado é que ela também era portadora autorização para transportar mala diplomática, livre de inspeção em qualquer alfândega do mundo, de acordo com a Convenção de Viena. Para quem não sabe esclareço que o termo "mala diplomática" não se refere específicamente a uma mala, pode ser um caixote ou outro volume.
Segundo a informação que recebi, Rosemary acompanhou Lula numa viagem a Portugal. Ao desembarcar foi obrigada a informar se a mala diplomática continha valores em espécie, o que é obrigatório pela legislação da Zona do Euro, mesmo que o volume não possa ser aberto.
Pasmem, Rose declarou então que havia na mala diplomática 25 milhões de euros. Ao ouvir o montante que estava na mala diplomática, por medida de segurança, as autoridades alfandegárias portuguesas resolveram sugerir que ela contratasse um carro-forte para o transporte.
A requisição do carro-forte está na declaração de desembarque da passageira Rosemary Noronha, e a quantia em dinheiro transportada em solo português registrada na alfândega da cidade do Porto, que exige uma declaração de bagagem de acordo com as leis internacionais. Está tudo nos arquivos da alfândega do Porto.
A agência central do Banco Espírito Santo na cidade do Porto já foi sondada sobre o assunto, mas a lei de sigilo bancário impede que seja dada qualquer informação. Porém a empresa que presta serviço de carros para transporte de valores também exige o pagamento por parte do depositário de um seguro de valores, devidamente identificado o beneficiário e o responsável pelo transporte do dinheiro.
Na apólice do seguro feito no Porto está escrito: "Responsável pelo transporte: Rosemary Noronha". E o beneficiário, o felizardo dono dos 25 milhões de euros, alguém imagina quem é? Será que ele não sabia? A coisa foi tão primária que até eu fico em dúvida se é possível tanta burrice.
Esses documentos estão arquivados na alfândega do aeroporto internacional Francisco Sá Carneiro, na cidade do Porto. O dinheiro está protegido pelo sigilo bancário, mas os demais documentos não são bancários, logo não estão sujeitos a sigilo. A apólice para transportar o dinheiro para o Banco Espírito Santo é pública, e basta que as autoridades do Ministério Público ou da Polícia Federal solicitem às autoridades portuguesas.
Este fato gravíssimo já é do conhecimento da alta cúpula do governo federal em Brasília, inclusive do ministro da Justiça. Agora as providências só precisam ser adotadas. É uma bomba de muitos megatons, que faz o Mensalão parecer bombinha de festa junina.
Luis Fux
O ministro Luis Fux, do STF, concedeu uma entrevista dos horrores à Folha deste fim de semana. O ponto que mais me deixou absurdado foi aquele em que ele deixa no ar a impressão de que seu posicionamento no julgamento do crédito prêmio de IPI teve como motivador atender o desejo do governo e ficar bem com o então ministro Antonio Palocci, de forma a pavimentar o seu caminho até o STF. Nunca antes na história deste país.
sábado, 1 de dezembro de 2012
Bordel da máfia
Pelo ecelente texto do Claudio Humberto, publicado logo abaixo deste, ficamos sabendo que o ex-presidente e candidato permanente a deus Lula transformou as viagens ocifiais internacionais da presidência da república, bancadas pelo erário, em alcova.
Nem o mais pessimista poderia imaginar que nosso país desceria tanto.
Roubalheira, falcatruas em geral, padrinhos, favorecimentos, cachaça, assassinatos de inconvenientes, compras e vendas de consciências e sexo, muito sexo, atestam que desde janeiro de 2003 nosso país é comandado por uma máfia. Uma máfia como não se viu nunca antes na história deste mundo.
Tudo com a simpatia da mídia e sob os aplausos da tal classe C emergente.
O fundo do poço não é o limite.
Nem o mais pessimista poderia imaginar que nosso país desceria tanto.
Roubalheira, falcatruas em geral, padrinhos, favorecimentos, cachaça, assassinatos de inconvenientes, compras e vendas de consciências e sexo, muito sexo, atestam que desde janeiro de 2003 nosso país é comandado por uma máfia. Uma máfia como não se viu nunca antes na história deste mundo.
Tudo com a simpatia da mídia e sob os aplausos da tal classe C emergente.
O fundo do poço não é o limite.
Do Claudio Humberto
Rosemary Nóvoa de Noronha, a "Rose", ex-chefe de gabinete da Presidêcia da República em São Paulo, mantém relacionamento íntimo com o ex-presidente Lula há cerca de 19 anos, segundo confirma reportagem do jornal Folha de S. Paulo deste sábado. Ela fez viagens internacionais com o ex-presidente todas as vezes (trinta ocasiões) que a então primeira-dama, Marisa Letícia, não integrava a comitiva. A folha confirma várias informações publicadas neste site, como o fato de "Rose" jamais constar da lista oficial da comitiva, viajando no avião oficial do presidente praticamente como clandestina. Segundo o jornal, "em muitas vezes, Rose seguia em voos da equipe que desembarca antes do presidente da República para preparar sua chegada". A reportagem conta também que, nas viagens internacionais, "seguranças que guardavam a porta da suíte presidencial nas missões fora do Brasil registravam ao superior imediato a presença da assessora. Oficiais do cerimonial elaboravam roteiro e mapa dos aposentos de modo a permitir que o presidente não fosse incomodado." O perfil traçado mostra que "Rose" tem temperamento difícil e era dada a humilhar subordinados, quando certa vez ordenou que serviçais limpassem vinte vezes o chão do escritório da presidência, até que ela o considerasse limpo.
Do Augusto Nunes
Convocado por Lula, Márcio Thomaz Bastos é o coordenador da operação montada às pressas para impedir que o ex-presidente sofra perdas e danos irreparáveis em consequência do escândalo da vez. Cumpre ao ex-ministro da Justiça evitar que os irmãos larápios Paulo e Rubens Vieira falem o que não devem ─ e, sobretudo, impedir que Rosemary Noronha conte tudo o que sabe.
A nota divulgada por Rose, por exemplo, foi concebida pelo doutor que transformou o Ministério da Justiça em departamento jurídico dos mensaleiros e tentou, durante sete anos, livrar da cadeia a quadrilha de estimação do governo. Fracassou, informa o desfecho do processo julgado pelo Supremo Tribunal Federal. E pode naufragar outra vez nesta primavera.
Três advogados já recusaram o convite para assumir oficialmente a defesa da ex-chefe de gabinete do escritório da Presidência da República em São Paulo. Preferiram ficar fora do caso depois de informados sobre o estado emocional da amiga íntima de Lula. A temperatura da mais perigosa caixa-preta do Brasil está próxima do ponto de combustão. Não há jurista capaz de controlar incêndios decorrentes desse tipo de explosão.
A nota divulgada por Rose, por exemplo, foi concebida pelo doutor que transformou o Ministério da Justiça em departamento jurídico dos mensaleiros e tentou, durante sete anos, livrar da cadeia a quadrilha de estimação do governo. Fracassou, informa o desfecho do processo julgado pelo Supremo Tribunal Federal. E pode naufragar outra vez nesta primavera.
Três advogados já recusaram o convite para assumir oficialmente a defesa da ex-chefe de gabinete do escritório da Presidência da República em São Paulo. Preferiram ficar fora do caso depois de informados sobre o estado emocional da amiga íntima de Lula. A temperatura da mais perigosa caixa-preta do Brasil está próxima do ponto de combustão. Não há jurista capaz de controlar incêndios decorrentes desse tipo de explosão.
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