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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

A mentira está institucionalizada no Santander?

Da Folha:

No mercado financeiro, passou-se a especular que a direção do banco teria cedido a pressões e promovido as demissões para acalmar Dilma e seu partido. "Não recebemos, nem aceitaríamos, qualquer tipo de pressão externa para adotar as medidas que tomamos" disse à Folha Marcos Madureira, vice-presidente de Comunicação, Marketing, Relações Institucionais e Sustentabilidade do Santander.
 
Comento: já sabemos que o Santander não pode mais dizer verdades em matéria de análise do cenário econômico e de comportamento de mercados. Mas não sabíamos ainda que o banco estava obrigado a dizer mentiras. Ficamos sabendo agora. Como assim "não recebemos pressão"? A pressão feita por Lula, Rui Falcão & Cia foi pública, para conhecimento de todos.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Do Rodrigo Constantino

A política nacional ainda precisa evoluir muito. Vemos muita demagogia, muitas promessas irrealistas, e ninguém cobrando a fonte dos recursos, de onde vem o dinheiro, qual o custo disso para os outros. É um leilão de promessas vazias, típicas de uma democracia capenga, sob o voto apenas de ignorantes.
 
A Nova Zelândia, por exemplo, conseguiu evoluir quando os debates políticos migraram para os meios em vez de os fins “nobres”. Todos querem oferecer tudo, mas ninguém quer explicar a origem dos recursos. A demagogia é o maior inimigo de um debate sério e profícuo.

Comento: no primeiro parágrafo Rodrigo Constantino se refere ao Brasil, mas poderia perfeitamente estar se referindo aos EUA de Obama.

Imbecilidade ou método?

O governo Obama retirou todas as tropas do Iraque.

O governo Obama retirou quase todas as tropas do Afeganistão.

O governo Obama manteve as tropas na Europa, onde não existe nenhuma ameaça imediata contra os Estados Unidos.

O governo Obama está implantando uma reforma para reduzir o tamanho das forças armadas americanas ao nível pré segunda guerra mundial.

O governo Obama assiste de braços cruzados as ações do governo Russo no leste Europeu.

O governo Obama foi um dos primeiros entusiastas da Primavera Árabe, aquela que tinha como objetivo substituir governos ruins por governos radicais islâmicos.

O governo Obama aplaudiu a queda do aliado Mubarak mas rosnou quando a Irmandade Muçulmana foi apeada do poder no Egito.

O governo Obama bombardeou a Libia para entregá-la a grupos radicais islâmicos (que logo mostraram a que vieram matando o embaixador americano naquele país).

Obama foi dormir enquanto a embaixada americana na Líbia estava sob ataque.

O governo Obama não faz nada para impedir o massacre de cristãos e palestinos na Síria.

O governo Obama tentou asfixar política e economicamente a pequena Honduras, enquanto esta lutava para se livrar das garras do Foro de São Paulo.

O governo Obama assiste passivamente a uma onda de imigração ilegal sem precedentes.

O governo Obama assiste passivamente a formação de um estado radical islâmico em territórios da Síria e do Iraque. Não faz nada enquanto seus aliados Iraquianos são massacrados e mutilados.

O governo Obama fez todo o tipo de pressão para que Israel suspendesse os ataques ao Hamas.

O governo Obama devolveu ao Talibã os 5 piores terroristas de Guantânamo, em troca de um desertor.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Do Reinaldo Azevedo

Tuma Jr. foi, na prática, detido por quê? Então havia um inquérito em curso? Era secreto? Até onde se sabe, nem ele próprio tinha sido advertido de sua existência. Vamos ficar atentos. O Brasil é uma democracia — ainda é ao menos. As pessoas não podem ser demitidas de um banco, por exemplo, porque fazem uma avaliação técnica crítica ao governo. O partido oficial não pode fazer listas negras de jornalistas porque não gosta de sua opinião, e o Estado não pode sair por aí detendo pessoas em processos de investigação muito pouco transparentes.

Comento: Reinaldo, lamento, mas o PT pode sim fazer o que bem entender. Afinal, quem vai encarar o partido e dizer que não pode? Essas bobagens como respeito ao sistema legal valem para zé ninguéns não petistas, como nós.

Do Olavo de Carvalho

Nenhum ser humano pode levar uma vida razoável com base numa loucura, mas, por isso mesmo, nada o impede de ficar cada vez mais louco: ele se estrepa, mas a loucura progride.  A força da loucura consiste precisamente em furtar-se ao teste de realidade. Os comunistas não podem realizar a economia comunista. Se têm uma imensa facilidade em arrebanhar pessoas para que lutem por esse fim irrealizável, é precisamente porque ele é irrealizável, o que é o mesmo que dizer: inacessível a  toda avaliação objetiva de resultados. Jamais existirá uma economia comunista da qual seus criadores digam: “Eis aqui o comunismo  realizado. Podem julgar-nos e dizer se cumprimos ou não as nossas promessas.” É da natureza mais íntima do ideal comunista ser uma promessa indefinidamente auto-adiável, imune, por isso, a todo julgamento humano. Seu prestígio quase religioso vem exatamente disso: o comunismo traz o Juízo Final do céu para a Terra, mas também sem data marcada.

Daí o aparente paradoxo de um movimento que, quanto mais cresce e mais poderoso se torna, mais se afasta dos seus fins proclamados. A esse paradoxo acrescenta-se um segundo: quanto mais se afasta desses fins, mais o movimento está livre para alegar que foi traído e que tem direito a uma nova oportunidade, com meios mais “puros”. Mas o paradoxo dos paradoxos reside numa faixa ainda mais profunda. Se alguém diz que vai fazer o impossível, com certeza não fará nada ou fará outra coisa. Se fizer, poderá ao mesmo tempo dar a essa coisa o nome daquilo que pretendia e alegar que ela ainda não é, ou que não é de maneira alguma, aquilo que pretendia. Daí a ambigüidade permanente do discurso comunista, que pode sempre se alardear um movimento poderoso destinado a uma vitória inevitável, e ao mesmo tempo minimizar ou negar a sua própria existência, jurando que ela não passa de uma “teoria da conspiração”, de uma invencionice de lacaios do capital.

É alucinante, mas é o que acontece todos os dias. Definitivamente, a mente comunista não funciona segundo os cânones da psicologia usual, mas segue uma lógica própria onde se misturam, em doses indistinguíveis, a habilidade dialética, o auto-engano histérico e a mendacidade psicopática.

Por isso mesmo é que o crescimento vertiginoso do movimento comunista acompanha, pari passu, não a decadência do capitalismo, mas a escalada do seu sucesso. O comunismo como regime, como sistema econômico, não existe nem existirá nunca. O comunismo só pode existir como movimento político que vive de parasitar o capitalismo e, por isso mesmo, cresce com ele.

Mas, por mais que sobreviva e se fortaleça, o corpo parasitado não sai ileso da parasitagem: limitado cada vez mais à função de fornecedor de recursos e pretextos para o parasita, ele vai perdendo todos os valores morais, religiosos e culturais que originalmente o inspiraram e reduzindo-se à mecanicidade do puro jogo econômico, cada vez mais fácil de criticar, enquanto o parasita se adorna de todo o prestígio da moral e da cultura.

O modus operandi dessa parasitagem é duplo: de um lado, as economias comunistas só sobrevivem graças à ajuda capitalista vinda do exterior. De outro lado, em cada nação, o crescimento da economia capitalista alimenta cada vez mais generosamente a cultura comunista.

Na mesma medida em que a mais absoluta inviabilidade impede a construção da economia comunista, o comunismo militante alcança vitória atrás de vitória no seu empenho de transformar o capitalismo numa geringonça infernal e sem sentido.

Um país cometendo suicidio

Da Fox News:

The Ebola outbreak in West Africa is fueling concerns that the porous U.S.-Mexico border poses a growing health risk, with statistics showing dozens of people from the epicenter of the Ebola scare illegally entered the U.S. -- or tried to -- this year alone.

Breitbart.com on Monday published a Customs and Border Protection document breaking down where illegal immigrants who turn themselves in or are caught by immigration authorities are coming from. The statistics reportedly showed they are traveling from more than 75 different countries.

Do Augusto Nunes

Coube ao ex-deputado Pimenta da Veiga cutucar a fratura exposta: “Misturar assuntos pessoais com assuntos de governo não é prática do PSDB”, advertiu a nota oficial divulgada pelo candidato do PSDB ao governo mineiro, antes da frase de 23 palavras que merecia virar manchete de primeira página em todos os jornais que prezam a inteligência dos leitores: “O presidente perdeu mais uma boa oportunidade para dar as explicações que o Brasil aguarda há muito tempo sobre pessoas da sua intimidade”.

Embora Pimenta da Veiga não tenha identificado pelo nome e sobrenome a larápia que o então chefe de governo transformou em segunda-dama, chefe do escritório paulista da presidência e passageira clandestina do AeroLula, a Folha tratou  de confinar o histórico revide em dois parágrafos. O Globo e o Estadão, que também destacaram o lixo, não concederam uma única e escassa linha à vassoura desfraldada por Pimenta da Veiga. Cabe ao exército de Aécio intensificar a ofensiva até que Lula já não possa fingir que nada ouviu, até que a imprensa dócil seja forçada a curar a miopia seletiva.