Leio no site da Gazeta do Povo que estudantes da Universidade Federal do Espírito Santo destruíram obras de arte que faziam alusão à vida do Padre Vieira, por considerá-lo conservador e racista.
Das profundezas da sua ignorância, esses jovens agem como seus "irmãos" do Talibã e do Isis, destruindo obras de arte das quais discordam.
Professores e ex alunos manifestaram apoio à destruição.
Vejamos:
1. Encerrar uma exposição em Porto Alegre é atacado pela esquerda como se fosse censura. Destruir obras de arte das quais discordam é exaltado.
2. A esquerda é contra a privatização, por "defender" o patrimônio público. Mas destruir o patrimônio público do qual discordam, pode.
Vermes.
Ignorantes.
Canalhas.
Colherão tudo o que estão plantando. Acham que a civilização nasceu pronta? Viverão para experimentar as maiores barbáries já ocorridas ao longo da história humana.
sábado, 6 de janeiro de 2018
A verdade oficial
Vi hoje cedo no noticiário que por solicitação do ministro malucão Luis Fux foi criada uma força tarefa de funcionários públicos, a qual terá a missão de determinar, durante o período eleitoral, o que é notícia falsa e o que é notícia verdadeira.
Assim, o malucão Fux dá continuidade ao que foi criado por Dilma, ou seja, o estabelecimento da verdade oficial no Brasil.
Tenho algumas perguntas para o malucão (que não serão respondidas):
1. Funcionários públicos no Brasil não conseguem executar a contento nem as mais elementares tarefas que lhes são designadas, como, por exemplo, saúde, segurança e educação. Pelo contrário, essas atividades, sob a responsabilidade de funcionários públicos, se convertem na visão do inferno em plena terra. São esses produtores de ineficiência e desastre em escala industrial que julgarão o que é verdade e o que é mentira?
2. O judiciário brasileiro é uma espécia de poço sem fundo, onde os processos se arrastam por décadas. Mesmo assim, poderá ceder membros para determinarem o que é verdade e o que é mentira? Bem, se esses membros trabalharem na velocidade normal do judiciário, as definições sobre o que é verdade ou mentira em 2018 sairão lá pela ... eleição de 2050... Se assim não for, será a demonstração de que o judiciário considera mais relevante julgar verdades e mentiras do que, por exemplo, julgar homicídios;
3. Esses sábios dominarão todos os campos do conhecimento humano?
4. Se uma notícia afirmar, por exemplo, que os salários de funcionários públicos são absurdamente altos, que muitos juízes e procuradores recebem acima do teto constitucional, e que todos se aposentam cedo custando o sangue dos pagadores de impostos, isto será considerado como notícia verdadeira ou falsa?
Assim, o malucão Fux dá continuidade ao que foi criado por Dilma, ou seja, o estabelecimento da verdade oficial no Brasil.
Tenho algumas perguntas para o malucão (que não serão respondidas):
1. Funcionários públicos no Brasil não conseguem executar a contento nem as mais elementares tarefas que lhes são designadas, como, por exemplo, saúde, segurança e educação. Pelo contrário, essas atividades, sob a responsabilidade de funcionários públicos, se convertem na visão do inferno em plena terra. São esses produtores de ineficiência e desastre em escala industrial que julgarão o que é verdade e o que é mentira?
2. O judiciário brasileiro é uma espécia de poço sem fundo, onde os processos se arrastam por décadas. Mesmo assim, poderá ceder membros para determinarem o que é verdade e o que é mentira? Bem, se esses membros trabalharem na velocidade normal do judiciário, as definições sobre o que é verdade ou mentira em 2018 sairão lá pela ... eleição de 2050... Se assim não for, será a demonstração de que o judiciário considera mais relevante julgar verdades e mentiras do que, por exemplo, julgar homicídios;
3. Esses sábios dominarão todos os campos do conhecimento humano?
4. Se uma notícia afirmar, por exemplo, que os salários de funcionários públicos são absurdamente altos, que muitos juízes e procuradores recebem acima do teto constitucional, e que todos se aposentam cedo custando o sangue dos pagadores de impostos, isto será considerado como notícia verdadeira ou falsa?
quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
Do Olavo de Carvalho
Não há provavelmente um só ser humano que não esteja insatisfeito e frustrado com alguma condição que não escolheu: com a sua estatura ou a cor da sua pele, com a família ou o sexo em que nasceu, com o tamanho do seu pinto ou do seu pé. Alimentar essas insatisfações é incompatível com a conquista da maturidade, mas hoje em dia o “establishment” não apenas as alimenta e estimula, como também espalha a crença de que alguém é culpado por essas frustrações e, para a felicidade geral, deve ser eliminado.
Fraude na Megasena?
Como em todos os anos, surgem fortes indícios de fraude na Megasena da virada. Neste ano três apostas individuais feitas no mesmo caixa da mesma lotérica de uma localidade periférica de São Paulo estavam entre as vencedoras. Qual a probabilidade estatística disto ocorrer?
Mas a questão é a seguinte - alguém estará interessado em investigar?
O ministério público?
A PF?
A imprensa?
A população ludibriada?
Não, ninguém. Como em todos os anos, essas suspeitas morrerão no fundo do mais profundo esquecimento.
Mas a questão é a seguinte - alguém estará interessado em investigar?
O ministério público?
A PF?
A imprensa?
A população ludibriada?
Não, ninguém. Como em todos os anos, essas suspeitas morrerão no fundo do mais profundo esquecimento.
USS Callister
Assisti ao excelente episódio de Black Mirror - USS Callister. Recomendo aos leitores que ainda não assistiram.
Segundo a comunista Wikipedia: "De acordo com os críticos, Daly se encaixa um arquétipo comum de homens brancos que participam de câmaras de eco ideológicas , devido ao ostracismo na vida real e um senso de razão, ou de um nerd que se torna um bullie, depois de ser vítima de bullying. Matheus Fiore, do Plano Crítico, comenta que "o episódio claramente demonstra interesse em fazer de sua narrativa uma alegoria para como a rede, muitas vezes, surge como uma máscara, que permite os covardes e cruéis revelarem seu verdadeiro caráter.[2] Charles Bramesco, da Vulture, observa que, apesar do fato de que Robert não estuprar qualquer uma das mulheres da tripulação, ele apresenta traços psicológicos associados com a cultura de estupro. Tristram Fane Saunders, do The Telegraph, chama o episódio "um forte ataque a todo um gênero narrativo orientado por homens" e equivale a fantasia sexista de Daly envolvendo a sua atraente colega de trabalho com as acusações de abuso sexual envolvendo Harvey Weinstein. Sara Moniuszko, do USA Today, faz a mesma comparação, vinculando os beijos de Daly nas mulheres da nave e ameaça a tripulação quando eles desobedecem as ameaças do qual Weinstein foi acusado."
Já eu penso que a ficção mostrada no episódio representa a realidade do dia a dia das cortes de tiranetes de esquerda, como Lula, Dilma, Chavez ou Obama. Pode substituir a figura do capitão do episódio por qualquer um desses citados, e imaginar a corte que (por medo ou por vantagens) vive a representar a farsa, exaltando as "grandes realizações" do "infalível" líder de barro. O leitor que tire suas conclusões.
Segundo a comunista Wikipedia: "De acordo com os críticos, Daly se encaixa um arquétipo comum de homens brancos que participam de câmaras de eco ideológicas , devido ao ostracismo na vida real e um senso de razão, ou de um nerd que se torna um bullie, depois de ser vítima de bullying. Matheus Fiore, do Plano Crítico, comenta que "o episódio claramente demonstra interesse em fazer de sua narrativa uma alegoria para como a rede, muitas vezes, surge como uma máscara, que permite os covardes e cruéis revelarem seu verdadeiro caráter.[2] Charles Bramesco, da Vulture, observa que, apesar do fato de que Robert não estuprar qualquer uma das mulheres da tripulação, ele apresenta traços psicológicos associados com a cultura de estupro. Tristram Fane Saunders, do The Telegraph, chama o episódio "um forte ataque a todo um gênero narrativo orientado por homens" e equivale a fantasia sexista de Daly envolvendo a sua atraente colega de trabalho com as acusações de abuso sexual envolvendo Harvey Weinstein. Sara Moniuszko, do USA Today, faz a mesma comparação, vinculando os beijos de Daly nas mulheres da nave e ameaça a tripulação quando eles desobedecem as ameaças do qual Weinstein foi acusado."
Já eu penso que a ficção mostrada no episódio representa a realidade do dia a dia das cortes de tiranetes de esquerda, como Lula, Dilma, Chavez ou Obama. Pode substituir a figura do capitão do episódio por qualquer um desses citados, e imaginar a corte que (por medo ou por vantagens) vive a representar a farsa, exaltando as "grandes realizações" do "infalível" líder de barro. O leitor que tire suas conclusões.
terça-feira, 2 de janeiro de 2018
Como até pessoas inteligentes parecem viver no mundo da lua
Li a coluna do Percival Puggina, onde ele defende o parlamentarismo, tendo em vista que nenhum presidente consegue realizar nada se o congresso não estiver de acordo.
Parece que o Percival não percebeu ainda a realidade presente do país - quem assumiu o poder total foi o STF, o congresso virou instituição de faz de conta. Se uma lei ou emenda constitucional aprovada não estiver de acordo com os interesses progressistas, vermelhos, e petistas do STF, o ato legal simplesmente será declarado inconstitucional, e pronto.
Se o Brasil eleger um presidente comunista em outubro (desconfio que o fará), o STF e o eleito exercerão o poder à revelia do que pensar o congresso. Se o eleito não for comunista, o STF o transformará num presidente de faz de conta, junto com o congresso.
Parece que o Percival não percebeu ainda a realidade presente do país - quem assumiu o poder total foi o STF, o congresso virou instituição de faz de conta. Se uma lei ou emenda constitucional aprovada não estiver de acordo com os interesses progressistas, vermelhos, e petistas do STF, o ato legal simplesmente será declarado inconstitucional, e pronto.
Se o Brasil eleger um presidente comunista em outubro (desconfio que o fará), o STF e o eleito exercerão o poder à revelia do que pensar o congresso. Se o eleito não for comunista, o STF o transformará num presidente de faz de conta, junto com o congresso.
Destruição é a aventura que restou
Assistia ontem a um vídeo produzido por um conservador norteamericano, e ele declarou que: "numa civilização sem aventuras, a única aventura que resta é a destruição da própria civilização."
Ou seja, na sociedade de confortos o único estímulo que restou foi agir pela sua destruição.
E a esta destruição os jovens se dedicam com afinco.
Ou seja, na sociedade de confortos o único estímulo que restou foi agir pela sua destruição.
E a esta destruição os jovens se dedicam com afinco.
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