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quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Do Guilherme Fiuza

A censura do bem dispensa a volúpia do censor. A alma do negócio é o vassalo.

O primeiro dia como zumbis

Os EUA cometeram suicídio ontem, então hoje começa sua vida como zumbis. O resultado do processo eleitoral será como em qualquer republiqueta de banana, com os dois candidatos declarando vitória, indefinições, judicialização, esquerda na rua quebrando tudo. O fato é que ao menos 50% da população americana escolheu um idoso senil que não produziu nada ao longo de 47 anos de vida pública, exceto seu enriquecimento pessoal. E com uma plataforma socialista.

terça-feira, 3 de novembro de 2020

Após as eleições municipais

Após as eleições municipais, quando não precisarem mais de votos, os governadores e prefeitos apresentarão as seguintes alternativas ao povo: vacina chinesa ou um lockdown devastador por conta da "segunda onda"; ou: vacina chinesa ou supressão dos seus direitos civis. Tudo com a chancela do STF. E por quê assim, de repente, nós, brasileiros, fomos transformados em ratos de laboratório chinês? Porquê colocamos na presidência da república (e eu fiz campanha para ele) um sujeito fraco, ridículo, figura decorativa, imbecil, um paspalho, um pateta, um inútil, um idiota. Foi nesta nulidade que depositamos nossas esperanças em 2018. Quebramos a cara.

Como pode um Rodrigo Maia da vida governar o Brasil?

Rodrigo Maia é aquele sujeito fracassado na vida, que nunca se destacou em nada. Sofreu bullying na escola, é medíocre, e por total falta de opção escolheu o profissão de político, na qual só consegue se eleger (raspando) por conta do nome do seu pai. Como presidente da câmara só se dedica a armações de bastidores, não sabe discursar, não tem discurso coerente, é incapaz de defender ideias, enfim. Mesmo assim, ele manda no Brasil. Como isso é possível? Explica-se ... como à frente do poder executivo está uma nulidade completa, um sujeito que não passa de figura decorativa, e que vive numa espécie de realidade paralela, qualquer Rodrigo Maia da vida ocupa o váculo de poder. E o Brasil que se exploda.

O século chinês

O século chinês, o período no qual o mundo viverá sob domínio cultural, econômico e militar da China, começou com uma naturalidade tão grande, que os milhões de idiotas que ainda habitam o ocidente nem perceberam que já se tornaram súditos de Xi Jimping. Liberdade de expressão? Tolice perigosa. Fakenews! "Nós" sabemos o que é verdade e qual conteúdo é melhor e mais seguro para você ter acesso. Direito de ir e vir? Genocídio! Se tranque em casa, pois se sair estará colocando a vida dos outros em risco, e lhe jogaremos nas masmorras. Liberdade de escolha em relação a tratamento médico? Vem cá, seu idiota, desde quando você acha que se tornou mais inteligente que o João Dória? Ah, entendeu, né? Então abaixa as calças e vira a bunda para a picadinha chinesa.

03/11/2020, o dia em que a América morreu

Na verdade os EUA começaram a morrer ainda na década de 1930, quando abriram as portas das suas universidades para os integrantes da Escola de Frankfurt, que fugiam do nazismo. Alguns meses após a sua chegada ao território americano, começaram seu trabalho de destruição, o qual começou a provocar efeitos perceptíveis a partir da década de 1960. Acreditando que tal destruição era pouca, que o processo precisava ser acelerado, em 1973 o presidente Richard Nixon recidiu enriquecer a China. O resto é história. E por quê decidi cravar a data de hoje como data de morte da América? Porquê independentemente do resultado de hoje (e acho que dará Trump), ao menos 50% da população americana terá votado numa plataforma abertamente socialista, conduzida por um candidato senil e claramente corrupto. Ou seja, não votarão no "appeal" do candidato, e sim da plataforma socialista. E se Trump levar hoje, como será 2024? Bem, até 2024 alguns milhões dos que votarem em Trum hoje terão falecido, enquanto milhões de jovens idiotas terão chegado à idade de votar. A China será muita mais rica e forte, e terá muito mais políticos e influenciadores americanos no seu bolso. Neste cenário, é possível que durante a campanha presidencial de 2024 os candidatos republicano e democrata se digladiem para mostrar ao eleitorado quem é o mais socialista.

segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Afirmações de uma realidade paralela

"Se eu for eleito, acabarei com as placas Mercosul!"; "Se eu for eleito, eu tiro o Brasil da ONU!"; "Acabou, porra!"; "Enquanto eu for presidente ninguém será obrigado a se vacinar!"; "Vamos sepultar o comunismo!". Em outros tempos o autor de tais frases seria internado, como mais um Napoleão de hospício. Nos tempos atuais, contudo, vira mito.