Cliente da Gol desde sua fundação, em 2001, tenho testemunhado a queda de qualidade no atendimento da empresa em dois fronts - seu site está cada vez mais lento, e seus funcionários nos aeroportos parecem ser cada vez mais mal treinados e despreparados para atender clientes.
Mas, como escrevi ontem, quem se preocupa com clientes? Só otários, como eu.
Desde ontem pela manhã tento adquirir uma passagem da Gol para Belo Horizonte. O site (lento) cumpre todas as etapas até o pagamento. Após digitar o número do cartão de crédito e dar OK, surge uma mensagem: "ocorreu um erro desconhecido e não é possível aceitar este meio de pagamento agora. Tente mais tarde".
Segui a orientação e tentei algumas vezes à tarde, e à noite tente de casa. Não deu certo.
Ontem à noite liguei para o atendimento ao cliente da Gol (0800) para relatar o problema e saber o que estava acontecendo. O atendente, como aquele jeito de falar de robô de call center, disse: "senhor, não há problema nenhum, nosso site está funcionando perfeitamente".
Desisti do site e liguei no 0300 (venda de passagens). Recebi a seguinte mensagem: "neste momento todos os nossos atendentes estão ocupados, você será atendido em aproximadamente 28 minutos". Desliguei.
Ai que saudades da Varig dos bons tempos.
A Tam está impedida de vender passagens por decisão da ANAC.
Agora pela manhã tentei novamente o site da Gol, fiz todo o processo até o pagamento, e nada. Quanto tempo de trabalho já perdi em função disto?
Se vivêssemos num mundo que um otário, como eu, imagina, os clientes mereceriam respeito e, ao acessar o site da companhia aérea, haveria uma mensagem: "prezado cliente, nosso site está enfrentando problemas técnicos neste momento e não há garantia de que sua compra será concretizada. Informaremos quando voltar ao normal". Pronto, o cliente estaria alertado e prosseguiria (perderia seu tempo) por sua conta e risco.
Mas no mundo moderno, o mundo do nunca antes, só babacas se preocupam com clientes. Como na música que fala do povo gado, clientes são tratados (e merecem) como rebanho.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Eu, o chato
Eu sou daqueles chatos, que ainda acredita que cliente tem direitos, merece ser bem tratado. Numa época em que respeito ao cliente virou apenas uma frase vazia a decorar as paredes das empresas, junto com outras afirmações vazias que as empresas ignoram, vivo me incomodando. Arrumo confusão em muitos dos lugares que freqüento. As pessoas não conseguem entender. Pensam: “como este otário ousa achar que tem algum direito aqui?”. Coisas dos tempos modernos.
Em novembro do ano passado fui ao shopping de minha preferência, peguei o trajeto de sempre dentro do estacionamento para ir ao local onde gosto de deixar o carro e ... dei de cara com um tapume. O shopping havia alterado o trânsito interno do estacionamento e, é claro, ninguém sequer pensou em colocar algo como “atenção senhores usuários, os acessos mudaram”. Para quê perder tempo com cliente?
No domingo à tarde me dirigi ao mesmo shopping, peguei o “novo” acesso (já faz um ano que mudou), contornei o shopping e ... dei de cara com um segurança apitando enlouquecidamente. Parei o carro, torcendo para que o referido segurança não abrisse fogo contra mim, tamanho era o seu desespero no apito. Ele se aproximou e perguntei o que havia de errado. “O acesso mudou, não é mais por aí, você está na contramão”. “Mudou, como?”. “Voltou a ser como era antes, agora para ir aonde você quer tem que voltar todo o caminho e contornar o shopping pelo outro lado”.
Fazer tudo isto que o segurança me disse custaria cerca de 5 minutos. Não é muito, mas, como disse, sou daqueles (poucos) chatos que acham que cliente tem direito, no mínimo o direito de ser respeitado. Mais uma vez os acessos foram alterados e nada de plaquinha: “atenção senhores clientes, os acessos mudaram”.
Pensei nos cerca de R$1.500 que eu iria deixar no shopping em função das coisas que pretendia comprar, e fui embora. O meu dinheiro eles perderam desta vez. Mas enquanto eu deixava o shopping, outros 30 ou 40 clientes chegavam, dando razão à visão moderna de que respeito ao cliente (na prática) é bobagem.
Agora, se parcela relevante dos consumidores resolvesse se fazer respeitar...as relações de consumo ficariam bem diferentes do que são.
Como consumidor (chato que sou) também uso o meu limitadíssimo poder de compra para evitar consumir coisas que estejam ligadas ao outro lado da força. Por exemplo, determinada loja de eletrodomésticos pertence a determinado empresário que é ligado a determinada candidatura? Não compro mais nada nesta loja. Determinado artista famoso acha que as práticas ilícitas de determinado governo são justificáveis? Deixo de assistir os seus filmes. Determinada sambista marrom acha que nunca antes na história deste país? Não compro mais os seus discos. Determinada editora acha que o critério para concessão do Prêmio Jabuti deve ser ideológico? Não compro mais livros desta editora.
O efeito do que comento acima é ... nenhum, pois uma andorinha não faz verão. Agora, se 44 milhões de brasileiros passassem a agir desta forma, garanto que teríamos a oportunidade de viver num país bem melhor.
Em novembro do ano passado fui ao shopping de minha preferência, peguei o trajeto de sempre dentro do estacionamento para ir ao local onde gosto de deixar o carro e ... dei de cara com um tapume. O shopping havia alterado o trânsito interno do estacionamento e, é claro, ninguém sequer pensou em colocar algo como “atenção senhores usuários, os acessos mudaram”. Para quê perder tempo com cliente?
No domingo à tarde me dirigi ao mesmo shopping, peguei o “novo” acesso (já faz um ano que mudou), contornei o shopping e ... dei de cara com um segurança apitando enlouquecidamente. Parei o carro, torcendo para que o referido segurança não abrisse fogo contra mim, tamanho era o seu desespero no apito. Ele se aproximou e perguntei o que havia de errado. “O acesso mudou, não é mais por aí, você está na contramão”. “Mudou, como?”. “Voltou a ser como era antes, agora para ir aonde você quer tem que voltar todo o caminho e contornar o shopping pelo outro lado”.
Fazer tudo isto que o segurança me disse custaria cerca de 5 minutos. Não é muito, mas, como disse, sou daqueles (poucos) chatos que acham que cliente tem direito, no mínimo o direito de ser respeitado. Mais uma vez os acessos foram alterados e nada de plaquinha: “atenção senhores clientes, os acessos mudaram”.
Pensei nos cerca de R$1.500 que eu iria deixar no shopping em função das coisas que pretendia comprar, e fui embora. O meu dinheiro eles perderam desta vez. Mas enquanto eu deixava o shopping, outros 30 ou 40 clientes chegavam, dando razão à visão moderna de que respeito ao cliente (na prática) é bobagem.
Agora, se parcela relevante dos consumidores resolvesse se fazer respeitar...as relações de consumo ficariam bem diferentes do que são.
Como consumidor (chato que sou) também uso o meu limitadíssimo poder de compra para evitar consumir coisas que estejam ligadas ao outro lado da força. Por exemplo, determinada loja de eletrodomésticos pertence a determinado empresário que é ligado a determinada candidatura? Não compro mais nada nesta loja. Determinado artista famoso acha que as práticas ilícitas de determinado governo são justificáveis? Deixo de assistir os seus filmes. Determinada sambista marrom acha que nunca antes na história deste país? Não compro mais os seus discos. Determinada editora acha que o critério para concessão do Prêmio Jabuti deve ser ideológico? Não compro mais livros desta editora.
O efeito do que comento acima é ... nenhum, pois uma andorinha não faz verão. Agora, se 44 milhões de brasileiros passassem a agir desta forma, garanto que teríamos a oportunidade de viver num país bem melhor.
Carta branca
O que o Chico Buarque, o Bono Vox, a ONU, os governos, as potências, a imprensa e a opinião pública mundial fariam com um país que mata seus próprios habitantes de fome, mantém a população como escrava, mantém sua elite política com padrão de vida de nababos, ataca militarmente vizinhos e constrói bombas atômicas para chantagear o resto do mundo?
Bom, se este país fosse comunista, como a Coréia do Norte, não fariam nada, afinal ser comunistas, assim como vestir o boné do MST, confere uma espécie de carta branca para o cometimento de crimes e barbaridades. Se é praticado em nome do comunismo, tudo é tolerado.
Agora imagine, leitor, o que aconteceria se a Coréia do Sul, capitalista, fizesse 10% do que a Coréia do Norte faz...
Bom, se este país fosse comunista, como a Coréia do Norte, não fariam nada, afinal ser comunistas, assim como vestir o boné do MST, confere uma espécie de carta branca para o cometimento de crimes e barbaridades. Se é praticado em nome do comunismo, tudo é tolerado.
Agora imagine, leitor, o que aconteceria se a Coréia do Sul, capitalista, fizesse 10% do que a Coréia do Norte faz...
Marxista na Veja
Assim como o Casseta & Planeta era um oásis na TV Brasileira, a revista Veja é uma oásis no jornalismo Brasileiro.
No entanto, mesmo o oásis têm seus comunistas. Por exemplo, na Veja desta semana há uma matéria sobre Mussolini, onde está afirmado que ele era um produto da "extrema direita".
Para começar, acho que vou morrer sem ver na imprensa brasileira a palavra "direita" desacompanhada de "extrema". Para a imprensa marxista brasileira, esquerda é esquerda e direita é sempre extrema.
Mas só na cabeça de um lacaio marxista infiltrado na Veja é possível considerar Mussolini como sendo de "extrema direita". Mussolini era um ser estatal, para quem o mundo girava em torno do estado, admirador do estado forte, centralizador, gastador, irresponsável fiscal, burocrata, etc. Com este perfil Mussolini poderia muito bem pertencer aos quadros do ... PT. E aí seria percebido como "progressista"...
Sei que deve haver na Veja um filtro contra imbecilidades marxixstas, mas as tentativas de infiltração são tantas que às vezes o filtro falha.
No entanto, mesmo o oásis têm seus comunistas. Por exemplo, na Veja desta semana há uma matéria sobre Mussolini, onde está afirmado que ele era um produto da "extrema direita".
Para começar, acho que vou morrer sem ver na imprensa brasileira a palavra "direita" desacompanhada de "extrema". Para a imprensa marxista brasileira, esquerda é esquerda e direita é sempre extrema.
Mas só na cabeça de um lacaio marxista infiltrado na Veja é possível considerar Mussolini como sendo de "extrema direita". Mussolini era um ser estatal, para quem o mundo girava em torno do estado, admirador do estado forte, centralizador, gastador, irresponsável fiscal, burocrata, etc. Com este perfil Mussolini poderia muito bem pertencer aos quadros do ... PT. E aí seria percebido como "progressista"...
Sei que deve haver na Veja um filtro contra imbecilidades marxixstas, mas as tentativas de infiltração são tantas que às vezes o filtro falha.
domingo, 28 de novembro de 2010
Nostranonimus
O último mês do ano começa nesta semana e, com ele, a temporada de previsões para 2011. Nos próximos dias já poderemos saber, pelas manchetes das revistas de celebridades, quem vai casar em 2011, quem vai se separar, quem vai ter filho, etc.
Desprovido de poderes sobrenaturais, vou aqui enunciar algumas previsões para o quadriênio 2011 - 2014:
- Inflação. Vai voltar. Pode ser que não volte em patamares pré-plano Real, mas voltará a ficar acima de 20% ao ano. Como fizeram os hermanos argentinos, as autoridades brasileiras já anunciam para 2011 a desidratação do índice oficial de inflação. Ou seja, a inflação anual da economia real será superior a 20%, mas o índice oficial a mostrará em torno de 5%. Parece que a maioria das pessoas ainda não se deu conta disso, mas o IGPM acumulado de jan a out de 2010 está em 9%.
- Poupança social. Haverá um calote parcial na dívida interna (o nosso dinheiro das aplicações financeiras). O calote virá revestido de um nome pomposo, como poupança social, e a justificativa dos governantes será a seguinte: "os especuladores já ganharam muito dinheiro com os juros altos, agora chegou a hora de dividir um pouco com o povo".
- Carga tributária - até 2014 deverá ser uns 3% maior do que é hoje em relação ao PIB. Este aumento de carga tributária será acompanhado de anúncios de que nunca na istória um governo reduziu tanto a carga tributária.
- Copa do mundo. A copa de 2014 será a mais superfaturada da história das copas. Em 2014 bilhões de reais terão sido transferidos do patrimônio público para o patrimonio privado de meia-dúzia de "amigos" do poder.
- Propriedade privada. Enquanto recursos públicos são transferidos em montantes ciclópicos para patrimônios privados, a propriedade privada seguirá sob ataque. No congresso haverá tentativas de aprovar medidas de relativização da propriedade privada. Como a maioria das pessoas vive em cidades, o primeiro alvo será a propriedade rural. É possível que tentem criar um limite para a propriedade, além do qual o excedente será desapropriado para a reforma agrária.
- Trem-bala. Após alguns bilhões de reais serem torrados, o projeto será abandonado. Os discursos, contudo, não serão menos triunfalistas.
- Liberdade de imprensa. Até 2014 estarão implantados os primeiros elementos legislativos para permitir o tal "controle social da mídia".
- Infraestrutura. Salvo algumas obras emergenciais para a copa, a infraestrutura do país continuará, em 2014, como é hoje - ruim, acanhada e mal conservada.
- Educação. Em 2014 os alunos sairão da escola sabendo apenas que ricos são maus e pobres são bons. Ah, também saberão em quem devem votar.
- Segurança pública. Em 2014 o númeor de mortes por 100 mil habitantes será maior do que é hoje. Espero não estar entre as vítimas.
- Silvio Santos. Em 2014 continuará sendo muito rico, e ninguém mais se lembrará do problema do Banco PAnamericano.
Mão Dinah acertou apenas uma de suas previsões - a morte dos Mamonas Assassinas - e virou uma espécie de oráculo nacional. Se eu acertar a metade das previsões acima deveria ser reconhecido como reencarnação de Nostradamus...
Desprovido de poderes sobrenaturais, vou aqui enunciar algumas previsões para o quadriênio 2011 - 2014:
- Inflação. Vai voltar. Pode ser que não volte em patamares pré-plano Real, mas voltará a ficar acima de 20% ao ano. Como fizeram os hermanos argentinos, as autoridades brasileiras já anunciam para 2011 a desidratação do índice oficial de inflação. Ou seja, a inflação anual da economia real será superior a 20%, mas o índice oficial a mostrará em torno de 5%. Parece que a maioria das pessoas ainda não se deu conta disso, mas o IGPM acumulado de jan a out de 2010 está em 9%.
- Poupança social. Haverá um calote parcial na dívida interna (o nosso dinheiro das aplicações financeiras). O calote virá revestido de um nome pomposo, como poupança social, e a justificativa dos governantes será a seguinte: "os especuladores já ganharam muito dinheiro com os juros altos, agora chegou a hora de dividir um pouco com o povo".
- Carga tributária - até 2014 deverá ser uns 3% maior do que é hoje em relação ao PIB. Este aumento de carga tributária será acompanhado de anúncios de que nunca na istória um governo reduziu tanto a carga tributária.
- Copa do mundo. A copa de 2014 será a mais superfaturada da história das copas. Em 2014 bilhões de reais terão sido transferidos do patrimônio público para o patrimonio privado de meia-dúzia de "amigos" do poder.
- Propriedade privada. Enquanto recursos públicos são transferidos em montantes ciclópicos para patrimônios privados, a propriedade privada seguirá sob ataque. No congresso haverá tentativas de aprovar medidas de relativização da propriedade privada. Como a maioria das pessoas vive em cidades, o primeiro alvo será a propriedade rural. É possível que tentem criar um limite para a propriedade, além do qual o excedente será desapropriado para a reforma agrária.
- Trem-bala. Após alguns bilhões de reais serem torrados, o projeto será abandonado. Os discursos, contudo, não serão menos triunfalistas.
- Liberdade de imprensa. Até 2014 estarão implantados os primeiros elementos legislativos para permitir o tal "controle social da mídia".
- Infraestrutura. Salvo algumas obras emergenciais para a copa, a infraestrutura do país continuará, em 2014, como é hoje - ruim, acanhada e mal conservada.
- Educação. Em 2014 os alunos sairão da escola sabendo apenas que ricos são maus e pobres são bons. Ah, também saberão em quem devem votar.
- Segurança pública. Em 2014 o númeor de mortes por 100 mil habitantes será maior do que é hoje. Espero não estar entre as vítimas.
- Silvio Santos. Em 2014 continuará sendo muito rico, e ninguém mais se lembrará do problema do Banco PAnamericano.
Mão Dinah acertou apenas uma de suas previsões - a morte dos Mamonas Assassinas - e virou uma espécie de oráculo nacional. Se eu acertar a metade das previsões acima deveria ser reconhecido como reencarnação de Nostradamus...
sábado, 27 de novembro de 2010
Em 2013 não vai ter
Em 1993 o Casseta & Planeta levou ao ar um quadro onde as ruas do Rio eram praça de guerra, os transeuntes pulavam de trincheira em trincheira enquanto outros faziam fogo de cobertura. Em 2003 eles reapresentaram a mesma matéria. Ao final, deixaram uma promessa - voltaremos a apresentar esta matéria em 2013, pois temos certeza que até lá nada mudará na segurança do Rio.
Os fatos recentes têm demonstrado que eles estavam certos. Mas não poderão cumprir a sua promessa, pois resolveram acabar com o programa ao final de 2010.
Durante 8 anos o programa Casseta & Planeta Urgente foi o único lugar da TV Brasileira onde pudemos ver crítica em relação ao governo federal. Creio que nos últimos tempos a patrulha ideológica vinha atingindo resultados, pois a crítica do programa já estava mais "suave".
Mas, enfim, o encerramento do programa significa a morte da crítica política na televisão brasileira. A partir de agora, todos os programas sintonizados estarão na mesma linha, a linha do nunca antes.
Fica aqui o meu agradecimento ao pessoal do Casseta pelas centenas de agradáveis noites de terça-feira que me proporcionaram.
Os fatos recentes têm demonstrado que eles estavam certos. Mas não poderão cumprir a sua promessa, pois resolveram acabar com o programa ao final de 2010.
Durante 8 anos o programa Casseta & Planeta Urgente foi o único lugar da TV Brasileira onde pudemos ver crítica em relação ao governo federal. Creio que nos últimos tempos a patrulha ideológica vinha atingindo resultados, pois a crítica do programa já estava mais "suave".
Mas, enfim, o encerramento do programa significa a morte da crítica política na televisão brasileira. A partir de agora, todos os programas sintonizados estarão na mesma linha, a linha do nunca antes.
Fica aqui o meu agradecimento ao pessoal do Casseta pelas centenas de agradáveis noites de terça-feira que me proporcionaram.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Mais um tiro no pé
Nova legislação determina que as empresas deverão oferecer serviço odontológico aos empregados. É mais um tiro no pé do emprego no Brasil, pois na hora de consumir o consumidor compra o produto chinês, que é mais barato, e não tráz embutido no seu preço todas as "garantias" da legislação trabalhista brasileira.
Não há no mundo aliados tão fortes do produto made in china quanto sindicalistas e legisladores brasileiros. Estes sim, trabalham a serviço da china.
Não há no mundo aliados tão fortes do produto made in china quanto sindicalistas e legisladores brasileiros. Estes sim, trabalham a serviço da china.
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