quinta-feira, 30 de junho de 2011
Do Reinaldo Azevedo
"o que se tem é regressão ao tempo em que o Estado escolhia os vitoriosos; em que ser amigo do rei era condição para o acesso a empréstimos a juros subsidiados. No governo FHC, o BNDESPar emprestava dinheiro a empresas que investiam em infraestrutura, e isso era considerado um crime; no governo petista, o mesmo BNDESPar se oferece para financiar fusão de supermercados, e o petismo afirma que isso representa uma revolução nacionalista."
Severino da Silva Gates
Como será pertencer às famílias Slim, Gates ou Buffet? Como é o dia a dia na casa deles?
“Querida, você viu aquele bilhão que deixei ontem sobre o criado mudo?”
“Querido, estou tentando conciliar o extrato da minha conta, mas estou com uma diferença de 2 bilhões, pode me ajudar?”
“Querida, não esqueça de dar uns 100 milhões para o lanche do Júnior na escola.”
“Querido, o Armani está aqui para tirar as medidas para fazer as suas cuecas novas.”
Viver no Brasil atualmente, um país paupérrimo, é como morar na casa desta gente:
- 1,3 bilhão para as olimpíadas militares;
- 40 bilhões para o trem bala;
- 4 bilhões para o Silvio;
- 4 bilhões para o Abílio;
- 1,5 bilhão para o Maracanã;
- 1 bilhão para o Itaquerão.
Bilhões para a copa, bilhões para a olimpíada, bilhões para o Paraguai, via energia, bilhões para o PAC.
O pessoal do PT e seus companheiros alugados viajaram tanto na maionese que perderam a noção de valor. Dinheiro, cifras, passou a ser algo abstrato, desconectado da realidade (que é de miséria).
E os desdentados a tudo assistem, encantados, como se estivessem vendo um filme, ou um "ireality show".
E diziam que os militares eram megalomaníacos...
“Querida, você viu aquele bilhão que deixei ontem sobre o criado mudo?”
“Querido, estou tentando conciliar o extrato da minha conta, mas estou com uma diferença de 2 bilhões, pode me ajudar?”
“Querida, não esqueça de dar uns 100 milhões para o lanche do Júnior na escola.”
“Querido, o Armani está aqui para tirar as medidas para fazer as suas cuecas novas.”
Viver no Brasil atualmente, um país paupérrimo, é como morar na casa desta gente:
- 1,3 bilhão para as olimpíadas militares;
- 40 bilhões para o trem bala;
- 4 bilhões para o Silvio;
- 4 bilhões para o Abílio;
- 1,5 bilhão para o Maracanã;
- 1 bilhão para o Itaquerão.
Bilhões para a copa, bilhões para a olimpíada, bilhões para o Paraguai, via energia, bilhões para o PAC.
O pessoal do PT e seus companheiros alugados viajaram tanto na maionese que perderam a noção de valor. Dinheiro, cifras, passou a ser algo abstrato, desconectado da realidade (que é de miséria).
E os desdentados a tudo assistem, encantados, como se estivessem vendo um filme, ou um "ireality show".
E diziam que os militares eram megalomaníacos...
Gleisi dá trabalho
Como a imprensa brasileira existe apenas para servir ao petismo, cabe a eles transformar em realidade todos os absurdos ditos por petistas.
Nesse sentido, a senadora paraguia (agora ministra) Gleisi Hofmann está dando trabalho aos companheiros jornalistas.
Como os companheiros vão conseguir provar que o dinheiro do BNDES não é público?
Acho que o palácio do planalto vai ter que aumentar a despesa com publicidade estatal, para justificar os truques que os companheiros jornalistas terão que aplicar na sociedade neste caso.
Nesse sentido, a senadora paraguia (agora ministra) Gleisi Hofmann está dando trabalho aos companheiros jornalistas.
Como os companheiros vão conseguir provar que o dinheiro do BNDES não é público?
Acho que o palácio do planalto vai ter que aumentar a despesa com publicidade estatal, para justificar os truques que os companheiros jornalistas terão que aplicar na sociedade neste caso.
De quem é o dinheiro, Gleisi?
A senadora paraguaia Gleisi Hofmann, agora ministra, do alto de sua inexperiência política, afirmou que o dinheiro do BNDES não é público.
Então é de quem?
Bom, é melhor não insistir muito nesta pergunta senão a senadora vai acabar concluindo que o dinheiro do BNDES pertence ao Paraguai, já que ela foi eleita pelo generoso povo paranaense para defender os interesses paraguaios no Brasil.
Então é de quem?
Bom, é melhor não insistir muito nesta pergunta senão a senadora vai acabar concluindo que o dinheiro do BNDES pertence ao Paraguai, já que ela foi eleita pelo generoso povo paranaense para defender os interesses paraguaios no Brasil.
Do Augusto Nunes
"No mês seguinte, o governador Alberto Goldman resolveu deixar claro que ainda existem políticos altivos. Numa reunião no Palácio dos Bandeirantes, Goldeman disse a Ricardo Teixeira e ao ministro Orlando Silva, em agosto de 2010, o que os dois comparsas mereciam ouvir havia muito tempo: se não aceitassem o Morumbi reformado, que transferissem o jogo de abertura para outra freguesia. “Existem prioridades bem mais relevantes a atender”, resumiu Goldman. A seu lado, Gilberto Kassab concordou. O governo e a prefeitura, avisaram os anfitriões, seguiriam investindo em obras de infra-estrutura. Mas não gastariam um centavo com campos de futebol.
Ao mudar de partido, Kassab mudou também de ideia. Nesta quarta-feira, os vereadores autorizaram o prefeito a enterrar no Itaquerão R$420 milhões. Em burocratês, o nome da esperteza é “isenção fiscal”. Podem chamá-la de “desperdício oportunista do dinheiro dos outros” que ela atende. Ansioso por aderir à aliança governista, Kassab está cada vez mais parecido com os parceiros. Talvez consiga ver o começo da Copa no Itaquerão. Mas talvez veja antes disso o fim da carreira. Brasileiros já não se espantam com políticos que traem. Mas bancar a conta da traição parece excessivo até para os padrões da Era da Mediocridade.
O prefeito perdulário acha que terá os votos de todos os integrantes da Fiel. Os torcedores logo vão descobrir que a gastança é financiada pelos impostos que pagam. O dinheiro para o Itaquerão sairá também dos bolsos dos corintianos."
Ao mudar de partido, Kassab mudou também de ideia. Nesta quarta-feira, os vereadores autorizaram o prefeito a enterrar no Itaquerão R$420 milhões. Em burocratês, o nome da esperteza é “isenção fiscal”. Podem chamá-la de “desperdício oportunista do dinheiro dos outros” que ela atende. Ansioso por aderir à aliança governista, Kassab está cada vez mais parecido com os parceiros. Talvez consiga ver o começo da Copa no Itaquerão. Mas talvez veja antes disso o fim da carreira. Brasileiros já não se espantam com políticos que traem. Mas bancar a conta da traição parece excessivo até para os padrões da Era da Mediocridade.
O prefeito perdulário acha que terá os votos de todos os integrantes da Fiel. Os torcedores logo vão descobrir que a gastança é financiada pelos impostos que pagam. O dinheiro para o Itaquerão sairá também dos bolsos dos corintianos."
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Uma mão lava a outra (tem que lavar muito)
Do site da Exame: "O empresário Abílio Diniz só teria se decidido pela fusão com o Carrefour depois de consultar o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, que por sua vez teria recebido o sinal verde da presidente Dilma Rousseff."
Apenas para relembrar - em 2010 (ano eleitoral) Abilio Diniz reunia miliotários, para convencê-los que que a candidata Dilma era a melhor opção para o futuro do país.
E assim la nave vá - 4 bi para o companheiro Silvio, 4 ou 6 bi para o companheiro Abilio. Isso que é "progressismo".
Apenas para relembrar - em 2010 (ano eleitoral) Abilio Diniz reunia miliotários, para convencê-los que que a candidata Dilma era a melhor opção para o futuro do país.
E assim la nave vá - 4 bi para o companheiro Silvio, 4 ou 6 bi para o companheiro Abilio. Isso que é "progressismo".
Que país é esse? 2
O Brasil é mesmo um caso único, em diversos aspectos. Não somos únicos em excentricidades. A diferença é que em alguns países o resultado da salada genética gerou excentricidades para o bem (disposição para o trabalho, para empreender, para inovar), enquanto em terras tupiniquins as excentricidades geradas foram para o mal. Bem, pelo menos sob o ponto de vista de quem está do lado errado da equação (nós).
Vejamos alguns casos surrealistas e, possivelmente, sem precedentes universais.
Sérgio Cabral
É o maluquinho que governa o Rio de Janeiro, o estado onde todo ano morre muita gente entre dezembro e fevereiro, vítimas dos desabamentos das encostas. Governo após governo, ninguém faz nada para resolver o problema. Mas Cabral inovou, neste período de catástrofes no estado que governa ele passa férias no exterior. Críticas? Nenhuma, Cabral é considerado um “sujeito bacana” pela mídia, e recebeu um habeas corpus preventivo midiático.
Mas Cabral foi além – faz à luz do dia aquilo que antecessores faziam na calada da noite – mantém uma relação extremamente aberta de troca de favores com amigos endinheirados. Tudo estaria certa se uma ponta dos favores não fosse paga com dinheiro público. Críticas? Nenhuma, o habeas corpus preventivo está aí para garantir a intocabilidade de Cabral.
E os desdentados, condenados a viver sem viver, e convocados a vestir a fantasia de eleitores a cada dois anos? Nem sabem quem é Sergio Cabral, e pensam que Rio de Janeiro é apenas um lugar de ficção que aparece nas novelas.
Supremo Tribunal Federal
É o colegiado formado por 11 velhinhos maluquinhos com idade mental na faixa dos 17 anos. Talvez o Brasil seja o único caso onde a mais alta corte do país é composta por figuras que não seriam aceitas para trabalhar nem em bancas de advocacia de nível médio.
E os desdentados, condenados a viver sem viver, e convocados a vestir a fantasia de eleitores a cada dois anos? Não sabem a diferença entre o STF e uma caverna de morcegos.
Forças armadas
No Brasil as forças armadas são de faz de conta. Sem dinheiro, sem equipamento, sem tropa, sem munição, sem hierarquia, sem vergonha na cara, sem nada, teriam dificuldades de fazer frente até a uma eventual invasão boliviana. Inúteis passam seus dias a distribuir medalhas a gente que não mercê. E o país segue pagando a conta, sem questionar.
Num orçamento que não possui dinheiro sequer para pagar a comida dos recrutas, o tal ministério da defesa acaba de torrar 1 bilhão e 300 milhões para organizar no Brasil os jogos olímpicos militares.
E os desdentados, condenados a viver sem viver, e convocados a vestir a fantasia de eleitores a cada dois anos? Pensam que militar é apenas aquele lugar onde vão se abastecer de fuzis (de baixa qualidade) quando falta armamento no morro.
BNDES
Símbolo máximo da concentração de renda no país dos progressistas, onde capta recursos no mercado a 12% ao ano, e repassa a empresários companheiros e 6%, deixando a diferença por conta dos impostos dos desdentados.
Fale-se agora que irá entregar alguns bilhões ao companheiro Abílio Diniz (aquele mesmo que em 2010 reunia milionários para convencê-los a votar em Dilma), para aplicar nas suas negociações com o Carrefour.
E os desdentados, condenados a viver sem viver, e convocados a vestir a fantasia de eleitores a cada dois anos? “BN o quê?”
Roubalheira pública
Não satisfeito em roubar às claras, o governo agora quer que a roubalheira das obras da copa e das olimpíadas seja sigilosa. Talvez estejam com medo de serem seqüestrados se a malta ficar sabendo o tamanho da grana. Roubalheira pública protegida por sigilo, aliás, não é novidade. Desde o governo Lula os gastos milionários dos cartões corporativos dos chefões já é sigiloso.
E os desdentados, condenados a viver sem viver, e convocados a vestir a fantasia de eleitores a cada dois anos? “Votamos em quem o Lula mandar votar.”
Brasil Maranhão
Sarney, o cara que manda no Maranhão há quase 5 décadas, garantiu que durante este período todo o estado permanecesse entre os últimos em renda, educação, produção, saúde pública, saneamento, dignidade humana, etc., e entre os primeiros em miséria e violência. Tudo para enriquecimento próprio e de sua família.
Com um “case” desses na sua biografia, Sarney é hoje quem dá as cartas na república progressista.
E os desdentados, condenados a viver sem viver, e convocados a vestir a fantasia de eleitores a cada dois anos? Pensam que Sarney é apenas uma estátua de Brasília.
Vejamos alguns casos surrealistas e, possivelmente, sem precedentes universais.
Sérgio Cabral
É o maluquinho que governa o Rio de Janeiro, o estado onde todo ano morre muita gente entre dezembro e fevereiro, vítimas dos desabamentos das encostas. Governo após governo, ninguém faz nada para resolver o problema. Mas Cabral inovou, neste período de catástrofes no estado que governa ele passa férias no exterior. Críticas? Nenhuma, Cabral é considerado um “sujeito bacana” pela mídia, e recebeu um habeas corpus preventivo midiático.
Mas Cabral foi além – faz à luz do dia aquilo que antecessores faziam na calada da noite – mantém uma relação extremamente aberta de troca de favores com amigos endinheirados. Tudo estaria certa se uma ponta dos favores não fosse paga com dinheiro público. Críticas? Nenhuma, o habeas corpus preventivo está aí para garantir a intocabilidade de Cabral.
E os desdentados, condenados a viver sem viver, e convocados a vestir a fantasia de eleitores a cada dois anos? Nem sabem quem é Sergio Cabral, e pensam que Rio de Janeiro é apenas um lugar de ficção que aparece nas novelas.
Supremo Tribunal Federal
É o colegiado formado por 11 velhinhos maluquinhos com idade mental na faixa dos 17 anos. Talvez o Brasil seja o único caso onde a mais alta corte do país é composta por figuras que não seriam aceitas para trabalhar nem em bancas de advocacia de nível médio.
E os desdentados, condenados a viver sem viver, e convocados a vestir a fantasia de eleitores a cada dois anos? Não sabem a diferença entre o STF e uma caverna de morcegos.
Forças armadas
No Brasil as forças armadas são de faz de conta. Sem dinheiro, sem equipamento, sem tropa, sem munição, sem hierarquia, sem vergonha na cara, sem nada, teriam dificuldades de fazer frente até a uma eventual invasão boliviana. Inúteis passam seus dias a distribuir medalhas a gente que não mercê. E o país segue pagando a conta, sem questionar.
Num orçamento que não possui dinheiro sequer para pagar a comida dos recrutas, o tal ministério da defesa acaba de torrar 1 bilhão e 300 milhões para organizar no Brasil os jogos olímpicos militares.
E os desdentados, condenados a viver sem viver, e convocados a vestir a fantasia de eleitores a cada dois anos? Pensam que militar é apenas aquele lugar onde vão se abastecer de fuzis (de baixa qualidade) quando falta armamento no morro.
BNDES
Símbolo máximo da concentração de renda no país dos progressistas, onde capta recursos no mercado a 12% ao ano, e repassa a empresários companheiros e 6%, deixando a diferença por conta dos impostos dos desdentados.
Fale-se agora que irá entregar alguns bilhões ao companheiro Abílio Diniz (aquele mesmo que em 2010 reunia milionários para convencê-los a votar em Dilma), para aplicar nas suas negociações com o Carrefour.
E os desdentados, condenados a viver sem viver, e convocados a vestir a fantasia de eleitores a cada dois anos? “BN o quê?”
Roubalheira pública
Não satisfeito em roubar às claras, o governo agora quer que a roubalheira das obras da copa e das olimpíadas seja sigilosa. Talvez estejam com medo de serem seqüestrados se a malta ficar sabendo o tamanho da grana. Roubalheira pública protegida por sigilo, aliás, não é novidade. Desde o governo Lula os gastos milionários dos cartões corporativos dos chefões já é sigiloso.
E os desdentados, condenados a viver sem viver, e convocados a vestir a fantasia de eleitores a cada dois anos? “Votamos em quem o Lula mandar votar.”
Brasil Maranhão
Sarney, o cara que manda no Maranhão há quase 5 décadas, garantiu que durante este período todo o estado permanecesse entre os últimos em renda, educação, produção, saúde pública, saneamento, dignidade humana, etc., e entre os primeiros em miséria e violência. Tudo para enriquecimento próprio e de sua família.
Com um “case” desses na sua biografia, Sarney é hoje quem dá as cartas na república progressista.
E os desdentados, condenados a viver sem viver, e convocados a vestir a fantasia de eleitores a cada dois anos? Pensam que Sarney é apenas uma estátua de Brasília.
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