Esta semana não tem sido possível ligar o rádio sem ouvir: "Oi, aqui é a Ingrid Guimarães". E na sequência Ingrid começa a falar das maravilhas que é o sistema público de saúde no Brasil.
Ingrid, para quem não conhece, é atriz da Rede Globo. Na condição de estrela global Ingrid não passa nem perto do sistema público de saúde.
Logo, Ingrid não tem nem idéia do assunto sobre o qual está falando. Mas, como (quase) todo artista, Ingrid está sempre disponível para vender sua imagem, voz e sorriso falso para quem pagar o cachê. Mesmo que seja para falar mentiras absurdas, que tripudiam sobre a realidade e sofrimento alheios.
Ingrid, que não é usuária do sistema público de saúde, ganha para contar mentiras. Enquanto isto, os miseráveis morrem esperando na na fila do atendimento. Conheço uma jovem carente que aguarda há mais de um ano por uma consulta com endocrinologista. E a única informação que recebe é "não há previsão".
Vou sugerir a ela que entre em contato com a Ingrid, para ver se consegue um pedaço do cachê para pagar uma consulta em médico particular. Será que a Ingrid topa dividir a bolada?
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Insuportável mundo novo
Com apenas 42 anos de idade (recém completados) posso afirmar que já experimentei dois mundos completamente diferentes. Um deles até ali pelo final dos anos 80, um mundo que fazia sentido par mim, com liberdade de escolha, sem patrulhamento, com imprensa fazendo jornalismo, sem cerceamento, sem politicamente correto, etc. (e olha que parte deste período transcorreu sob ditadura militar).
O outro mundo começa a ganhar corpo a partir dos anos 90. Já faz um bom tempo, mas às vezes é como se eu tivésse dormido no mundo antigo e acordado neste mundo novo. Não percebi a sua formação.
Este (o atual) é um mundo de idiotas, de pessoas imbecilizadas, de governantes estúpidos, de cultura imbecilizante, de faz de conta, de patrulhamento, de aparência e da ditadura da maldição politicamente correta.
Já faz alguns anos que escrevo este blog, e já falei muito sobre as coisas das quais discordo neste mundo contemporâneo.
Mas uma coisa que me enoja profundamente (mas que virou uma obrigação) é a tal de responsabilidade social das empresas. Infelizmente, ainda não nasceu o empresário com culhão para mandar às favas os ditadores do politicamente correto. Por covardia ou, pior, puro espírito marqueteiro, correm a declarar que suas empresas são socialmente responsáveis, quando empresa existe é para dar lucro, respeitando o regime legal do país. E abrem-se as portas para a hipocrisia e para a exploração da miséria alheia. Tudo pelo "bem da humanidade".
Uma grande empresa resolveu patrocinar um projeto esportivo para crianças carentes aqui na cidade. Seria muito nobre se a tal empresa não utilizasse esta ação para fazer o seu "marketing social".
Pois bem, já havia uma molecada engajada no projeto, dedicando horas dos seus dias para as atividades esportivas, tudo de bom.
Ocorre que ... a tal empresa concluiu que como o Rio de Janeiro é cidade olímpica, o tal projeto social esportivo dará mais "ibope" se ocorrer no Rio. Assim, sem sequer perder tempo pensando nas consequências para as vidas das crianças aqui na cidade que estavam engajadas no projeto, a empresa simplesmente anunciou que estava suspensa a verba. Que agora só vão patrocinar no Rio. Ótimo para as crianças do Rio. E a empresa vai poder continuar mostrando ao seu público consumidor como é "boazinha", como se preocupa com as crianças. Agora com muito mais "ibope", afinal o Rio é cidade olímpica...
O outro mundo começa a ganhar corpo a partir dos anos 90. Já faz um bom tempo, mas às vezes é como se eu tivésse dormido no mundo antigo e acordado neste mundo novo. Não percebi a sua formação.
Este (o atual) é um mundo de idiotas, de pessoas imbecilizadas, de governantes estúpidos, de cultura imbecilizante, de faz de conta, de patrulhamento, de aparência e da ditadura da maldição politicamente correta.
Já faz alguns anos que escrevo este blog, e já falei muito sobre as coisas das quais discordo neste mundo contemporâneo.
Mas uma coisa que me enoja profundamente (mas que virou uma obrigação) é a tal de responsabilidade social das empresas. Infelizmente, ainda não nasceu o empresário com culhão para mandar às favas os ditadores do politicamente correto. Por covardia ou, pior, puro espírito marqueteiro, correm a declarar que suas empresas são socialmente responsáveis, quando empresa existe é para dar lucro, respeitando o regime legal do país. E abrem-se as portas para a hipocrisia e para a exploração da miséria alheia. Tudo pelo "bem da humanidade".
Uma grande empresa resolveu patrocinar um projeto esportivo para crianças carentes aqui na cidade. Seria muito nobre se a tal empresa não utilizasse esta ação para fazer o seu "marketing social".
Pois bem, já havia uma molecada engajada no projeto, dedicando horas dos seus dias para as atividades esportivas, tudo de bom.
Ocorre que ... a tal empresa concluiu que como o Rio de Janeiro é cidade olímpica, o tal projeto social esportivo dará mais "ibope" se ocorrer no Rio. Assim, sem sequer perder tempo pensando nas consequências para as vidas das crianças aqui na cidade que estavam engajadas no projeto, a empresa simplesmente anunciou que estava suspensa a verba. Que agora só vão patrocinar no Rio. Ótimo para as crianças do Rio. E a empresa vai poder continuar mostrando ao seu público consumidor como é "boazinha", como se preocupa com as crianças. Agora com muito mais "ibope", afinal o Rio é cidade olímpica...
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Conquistas petistas
Eu critico bastante o petismo aqui no blog, mas sei reconhecer realizações, e vou reconhcer algumas:
- Qual seria a probabilidade de um Carlos Lupi da vida virar ministro de estado se Lula não tivésse sido eleito presidente em 2002? Fiz o cálculo estatístico e apurei que a probabilidade era zero. Logo, esta é uma realização do petismo.
- Qual seria a probabilidade de um Orlando Silva da vida virar ministro de estado se Lula não tivésse sido eleito presidente em 2002? Fiz o cálculo estatístico e apurei que a probabilidade era zero. Logo, esta é uma realização do petismo.
- Qual seria a probabilidade de José Sarney ser presidente do senado em 2011 e da família Sarney continuar dando as cartas no Maranhão se Lula não tivésse sido eleito presidente em 2002? Fiz o cálculo estatístico e apurei que a probabilidade era remota. Logo, esta é uma realização do petismo. Espero que os maranheenses também saibam reconhecer.
- Qual seria a probabilidade de a imprensa brasileira demonstrar um elevado grau de tolerância para com a corrupção se Lula não tivésse sido eleito presidente em 2002? Fiz o cálculo estatístico e apurei que a probabilidade era zero. Logo, esta é uma realizção do petismo. Que os corruptos saibam reconhecer.
- Qual seria a probabilidade de qualquer um dos presidentes do Brasil entre Deodoro e FHC sobreviver ao escândalo do mensalão? Fiz o cálculo estatístico e apurei que a probabilidade era zero. Logo, este grau de impunidade é uma realização do petismo.
Pronto, não digam que não soube reconhecer o que lhes é devido.
- Qual seria a probabilidade de um Carlos Lupi da vida virar ministro de estado se Lula não tivésse sido eleito presidente em 2002? Fiz o cálculo estatístico e apurei que a probabilidade era zero. Logo, esta é uma realização do petismo.
- Qual seria a probabilidade de um Orlando Silva da vida virar ministro de estado se Lula não tivésse sido eleito presidente em 2002? Fiz o cálculo estatístico e apurei que a probabilidade era zero. Logo, esta é uma realização do petismo.
- Qual seria a probabilidade de José Sarney ser presidente do senado em 2011 e da família Sarney continuar dando as cartas no Maranhão se Lula não tivésse sido eleito presidente em 2002? Fiz o cálculo estatístico e apurei que a probabilidade era remota. Logo, esta é uma realização do petismo. Espero que os maranheenses também saibam reconhecer.
- Qual seria a probabilidade de a imprensa brasileira demonstrar um elevado grau de tolerância para com a corrupção se Lula não tivésse sido eleito presidente em 2002? Fiz o cálculo estatístico e apurei que a probabilidade era zero. Logo, esta é uma realizção do petismo. Que os corruptos saibam reconhecer.
- Qual seria a probabilidade de qualquer um dos presidentes do Brasil entre Deodoro e FHC sobreviver ao escândalo do mensalão? Fiz o cálculo estatístico e apurei que a probabilidade era zero. Logo, este grau de impunidade é uma realização do petismo.
Pronto, não digam que não soube reconhecer o que lhes é devido.
A esquerda X a liberdade no Brasil
A esquerda pegou o jeito certo para nos dominar por muito tempo, por muitos anos ainda por vir. Foram inteligentes para conquistar esta posição, são inteligentes para mantê-la. Comnpraram uma gigantesca rede de apoio na imprensa, e estão sempre muito atentos para qualquer ameaça, de qualquer lugar.
- Se um padre começa a bater na questão do aborto, incômoda para a candidata Dilma, o PT parte com tudo para cima do padre, da gráfica que imprimia os panfletos do padre, etc., para fazê-los calar por medo. Deu certo. Se tivéssem continuado suas atividades, talvez os petistas tivéssem aplicado a "solução" Celso Daniel;
- A dominação do PT atualmente depende deste arremedo de democracia que ainda existe no Brasil. Neste contexto, é fundamental a existência de uma oposição, mas tem que ser uma oposição de mentirinha, que não ameace nem remotamente a dominação petista. É por isso que lideranças petistas afirmam para Aécio Neves: "Vossa Excelência representa a oposição que queremos".
- Se surge uma ameaça qualquer no espectro oposicionista os petistas correm para aniquilá-la. Por que entre tantos governadores e prefeitos tucanos, apenas Yeda Crusius foi brutalmente perseguida pelo petismo (e pelo petismo travestido de PSOL)? Porque Yeda era um ponto fora da curva em termos de gestão pública, Yeda se revelou uma tremenda administradora pública, como há muito não víamos e, nesta circunstância, foi identificada pelo petismo como uma ameaça real. E foi aniquilada. Bananões como José Serra, Geraldo Alckmin e Beto Richa não representam ameaça ao petismo, e ninguém pega tão pesado contra eles. Pelo contrário, bananões como esses do trio citado acabam auxiliando o petismo ao contribuirem para manter o arremedo de democracia do qual o PT ainda depende para consolidar sua dominação.
- Por que cresce de maneira assustadora o volume de ameaças à vida e à integridade física do Reinaldo Azevedo? Porque o Reinaldo é muito bom no que faz, põe o dedo na ferida e é atualmente uma das principais ameaças ao domínio esquerdista. Se eu fosse o Reinaldo iria escrever meu blog a partir de um endereço secreto, pelo menos por um tempo. Eu teria medo da "solução" Celso Daniel.
- Se um padre começa a bater na questão do aborto, incômoda para a candidata Dilma, o PT parte com tudo para cima do padre, da gráfica que imprimia os panfletos do padre, etc., para fazê-los calar por medo. Deu certo. Se tivéssem continuado suas atividades, talvez os petistas tivéssem aplicado a "solução" Celso Daniel;
- A dominação do PT atualmente depende deste arremedo de democracia que ainda existe no Brasil. Neste contexto, é fundamental a existência de uma oposição, mas tem que ser uma oposição de mentirinha, que não ameace nem remotamente a dominação petista. É por isso que lideranças petistas afirmam para Aécio Neves: "Vossa Excelência representa a oposição que queremos".
- Se surge uma ameaça qualquer no espectro oposicionista os petistas correm para aniquilá-la. Por que entre tantos governadores e prefeitos tucanos, apenas Yeda Crusius foi brutalmente perseguida pelo petismo (e pelo petismo travestido de PSOL)? Porque Yeda era um ponto fora da curva em termos de gestão pública, Yeda se revelou uma tremenda administradora pública, como há muito não víamos e, nesta circunstância, foi identificada pelo petismo como uma ameaça real. E foi aniquilada. Bananões como José Serra, Geraldo Alckmin e Beto Richa não representam ameaça ao petismo, e ninguém pega tão pesado contra eles. Pelo contrário, bananões como esses do trio citado acabam auxiliando o petismo ao contribuirem para manter o arremedo de democracia do qual o PT ainda depende para consolidar sua dominação.
- Por que cresce de maneira assustadora o volume de ameaças à vida e à integridade física do Reinaldo Azevedo? Porque o Reinaldo é muito bom no que faz, põe o dedo na ferida e é atualmente uma das principais ameaças ao domínio esquerdista. Se eu fosse o Reinaldo iria escrever meu blog a partir de um endereço secreto, pelo menos por um tempo. Eu teria medo da "solução" Celso Daniel.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Espaço fofoca...
Este blog também tem o seu lado "revista de celebridade"...
Leio na internet que na noite do dia 24/11 Galvão Bueno discutiu com sua esposa durante um show de Luan Santana. Mas não se limitou a discutir. Galvão jogu sua taça de champanhe no rosto da esposa e a empurrou sobre um sofá. A razão da agressão foi o fato de a esposa ter dado uma entrevista para a Record.
Celebridade televisiva é assim, são os donos do mundo, os senhores do universo, a razão de ser da criação, etc. As revistas de celebridades escreve um monte de besteira a respeito deles mas, o pior, é que eles acabam acreditando naquilo. Se são perfeitos, se o mundo gira em torno dêles, como alguém pode ousar lhes criticar, ou fazer alguma coisa que lhes desagrade?
Nesses casos já vão partindo para a pancada, para o braço, mostrando toda a extensão do seu poder de argumentação e da sua tolerância. Suas violentas reações físicas mostram como as celebridades estão próximas do estágio evolutivo pré-civilizacional. Mas se alguém for entrevistá-los descobrirá que todos são "pela paz"...
Como pode o hemisfério ocidental todo perder tanto tempo com gente inútil?
Leio na internet que na noite do dia 24/11 Galvão Bueno discutiu com sua esposa durante um show de Luan Santana. Mas não se limitou a discutir. Galvão jogu sua taça de champanhe no rosto da esposa e a empurrou sobre um sofá. A razão da agressão foi o fato de a esposa ter dado uma entrevista para a Record.
Celebridade televisiva é assim, são os donos do mundo, os senhores do universo, a razão de ser da criação, etc. As revistas de celebridades escreve um monte de besteira a respeito deles mas, o pior, é que eles acabam acreditando naquilo. Se são perfeitos, se o mundo gira em torno dêles, como alguém pode ousar lhes criticar, ou fazer alguma coisa que lhes desagrade?
Nesses casos já vão partindo para a pancada, para o braço, mostrando toda a extensão do seu poder de argumentação e da sua tolerância. Suas violentas reações físicas mostram como as celebridades estão próximas do estágio evolutivo pré-civilizacional. Mas se alguém for entrevistá-los descobrirá que todos são "pela paz"...
Como pode o hemisfério ocidental todo perder tanto tempo com gente inútil?
Do Rodrigo Constantino
"Poucas pessoas assumem ser liberais no Brasil. Com uma hegemonia da esquerda no ambiente intelectual do país, as virtudes e os fins nobres foram se tornando monopólio dos pensadores socialistas ou social-democratas, e qualquer ponto de vista liberal passou a ser automaticamente descartado como coisa de “elite” insensível ou oportunismo de grupos de interesse. Nada poderia estar mais longe da verdade.
Os países liberais foram justamente aqueles que tiveram mais progresso material, associado sempre a uma ampla liberdade individual, incompatível com modelos que concentram demasiado poder no estado. Por que, então, ter vergonha de usar o termo liberal? Os fatos históricos e também o embasamento teórico estão do lado dos liberais. Por que fugir do rótulo?
Sim, os rótulos podem ser simplistas e gerar confusão. Mas não acredito que a saída para os liberais seja recusar tal denominação. Fazer isso é fazer o jogo da esquerda, aceitar que o monopólio da virtude está do lado de lá. Não está! E, por isso mesmo, faz-se necessário debater com foco nos argumentos, defendendo sem medo as posturas liberais. A timidez no debate, com os liberais sequer assumindo abertamente aquilo que pregam, representa um tiro no pé do liberalismo como opção de modelo ao país.
E que fique claro o ponto já levantado por Roberto Campos: o liberalismo nunca nos deu o ar de sua graça. Se o Brasil é um país com muita miséria e desigualdade social, isto não é culpa do liberalismo, pois este jamais existiu por aqui. O Brasil é um país patrimonialista e clientelista, que nos últimos 20 anos experimentou uma social-democracia com governo inchado, e que antes, nos tempos da ditadura, tampouco teve algo que se assemelhasse ao liberalismo, mesmo restrito à economia."
Os países liberais foram justamente aqueles que tiveram mais progresso material, associado sempre a uma ampla liberdade individual, incompatível com modelos que concentram demasiado poder no estado. Por que, então, ter vergonha de usar o termo liberal? Os fatos históricos e também o embasamento teórico estão do lado dos liberais. Por que fugir do rótulo?
Sim, os rótulos podem ser simplistas e gerar confusão. Mas não acredito que a saída para os liberais seja recusar tal denominação. Fazer isso é fazer o jogo da esquerda, aceitar que o monopólio da virtude está do lado de lá. Não está! E, por isso mesmo, faz-se necessário debater com foco nos argumentos, defendendo sem medo as posturas liberais. A timidez no debate, com os liberais sequer assumindo abertamente aquilo que pregam, representa um tiro no pé do liberalismo como opção de modelo ao país.
E que fique claro o ponto já levantado por Roberto Campos: o liberalismo nunca nos deu o ar de sua graça. Se o Brasil é um país com muita miséria e desigualdade social, isto não é culpa do liberalismo, pois este jamais existiu por aqui. O Brasil é um país patrimonialista e clientelista, que nos últimos 20 anos experimentou uma social-democracia com governo inchado, e que antes, nos tempos da ditadura, tampouco teve algo que se assemelhasse ao liberalismo, mesmo restrito à economia."
Do Olavo de Carvalho
"Quantos jornais e revistas conservadores, de direita, surgiram no Brasil nos últimos vinte anos – período equivalente ao do regime militar? Nenhum. Simplesmente não há dinheiro para isso. Proponha uma publicação conservadora ou cristã a empresários brasileiros e eles, daí por diante, evitarão ser vistos em sua companhia. Se não existisse a internet, onde se mantém um blog com cinquenta reais por ano, a opinião conservadora teria simplesmente desaparecido do território nacional."
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