"Um exemplo de que os privilégios concedidos pelo BNDES a título de crédito subsidiado não estavam restritos às campeãs nacionais aconteceu em 2013. O apresentador de TV Luciano Huck conseguiu financiar pelo banco a compra de um jato Embraer Phenom. O valor da operação, que teve o Itaú como instituição financeira intermediária, foi de R$17.7 milhões com juros subsidiados de 3% ao ano e 114 meses de amortização."
Fonte: Direitos Máximos, Deveres Mínimos.
sexta-feira, 30 de novembro de 2018
quarta-feira, 28 de novembro de 2018
Dupla perfeita
Dilma e Temer, companheiros de chapa em 2010 e 2014 se merecem. Formaram a dupla perfeita.
Ambos deixam o poder para entrar no esgoto da história.
Ambos deixam o poder para entrar no esgoto da história.
segunda-feira, 26 de novembro de 2018
Reforma da previdência
O que faz mais sentido?
Queimar um capital político imenso para fazer uma reforma constitucional que em alguns anos se mostrará insuficiente.
Ou
Queimar o capital político de forma a fazer uma reforma que simplesmente tire da constituição a questão previdenciária.
Eu iria pelo segundo caminho.
O poder político, contudo, irá pelo primeiro.
Queimar um capital político imenso para fazer uma reforma constitucional que em alguns anos se mostrará insuficiente.
Ou
Queimar o capital político de forma a fazer uma reforma que simplesmente tire da constituição a questão previdenciária.
Eu iria pelo segundo caminho.
O poder político, contudo, irá pelo primeiro.
E aí?
O
ex-presidente Luiz Inácio Lula da
Silva, preso desde o último dia 7 de abril pela Polícia Federal, tentou,
juntamente com seus advogados de defesa, todos os recursos possíveis para
reverter a condenação. Nesta última semana, Lula prestou depoimento para a
juíza Gabriela Hardt,
na 13ª Vara Federal de Curitiba, pelo processo que envolve um sítio em Atibaia.
O
petista, no entanto, teria surpreendido juízes de tribunais superiores
em Brasília, segundo informações da coluna de Mônica Bergamo, da Folha de
S.Paulo. A aparência de Lula, após oito meses na cadeia, é de
envelhecimento.
Fonte: Blasting News.
Preso há oito meses, Luiz Inácio Lula da Silva tem reclamado
da falta de uma coisa na cela em que está no prédio da superintendência da
Polícia Federal em Curitiba: visitas íntimas.
Fonte: Bahia Notícias
domingo, 25 de novembro de 2018
Imprensa
Não me impressiona a imprensa ser o que é. Me impressiona ela ainda ter público, o que diz muito sobre a média do ser humano.
Entre o primeiro e o segundo turno o Brasil foi coberto de suásticas, e a imprensa, em clima de terror, relatava diariamente que o nazismo estava tomando o País.
No exato instante em que o resultado eleitoral se concretizou, as suásticas sumiram, e a imprensa esqueceu o assunto.
Ninguém na imprensa tem interesse em analisar o fenômeno. Por que? Porquê a imprensa é apenas cabo eleitoral do PT.
Entre o primeiro e o segundo turno o Brasil foi coberto de suásticas, e a imprensa, em clima de terror, relatava diariamente que o nazismo estava tomando o País.
No exato instante em que o resultado eleitoral se concretizou, as suásticas sumiram, e a imprensa esqueceu o assunto.
Ninguém na imprensa tem interesse em analisar o fenômeno. Por que? Porquê a imprensa é apenas cabo eleitoral do PT.
Injustiça eleitoral
Historicamente as campanhas eleitorais no Brasil foram um festival de sujeira, como todo o tipo de ilícitos. Na era do PT, conforme delação de Antonio Palocci, as fraudes chegaram à casa das centenas de milhões de reais, somente para eleição presidencial.
A tudo isso a injustiça eleitoral assistiu passivamente, sem mover um músculo.
Em contrapartida, Jair Bolsonaro e Janaína Paschoal fizeram duas das campanhas mais simples e baratas da história, sendo a de Janaína inteiramente custeada com recursos próprios.
E o que fez a injustiça eleitoral? Recomendou a aprovação "com ressalvas" das contas de Bolsonaro, e a total rejeição das contas de Janaína.
E por que agem assim?
Porquê a injustiça eleitoral, como outras instituições, foi aparelhada pelo PT, e não trabalha mais pelo Brasil, trabalha para o partido. Agem desta forma para deixar um registro institucional para os historiadores do futuro poderem escrever que eram "todos iguais", e que neste contexto apenas o PT foi perseguido porquê ajudava os pobres.
Por isso é ridículo alguém ainda falar em estado de direito no Brasil. Não existe mais. As instituições foram tomadas. Quem não perceber isto já perdeu.
A tudo isso a injustiça eleitoral assistiu passivamente, sem mover um músculo.
Em contrapartida, Jair Bolsonaro e Janaína Paschoal fizeram duas das campanhas mais simples e baratas da história, sendo a de Janaína inteiramente custeada com recursos próprios.
E o que fez a injustiça eleitoral? Recomendou a aprovação "com ressalvas" das contas de Bolsonaro, e a total rejeição das contas de Janaína.
E por que agem assim?
Porquê a injustiça eleitoral, como outras instituições, foi aparelhada pelo PT, e não trabalha mais pelo Brasil, trabalha para o partido. Agem desta forma para deixar um registro institucional para os historiadores do futuro poderem escrever que eram "todos iguais", e que neste contexto apenas o PT foi perseguido porquê ajudava os pobres.
Por isso é ridículo alguém ainda falar em estado de direito no Brasil. Não existe mais. As instituições foram tomadas. Quem não perceber isto já perdeu.
quarta-feira, 21 de novembro de 2018
Um figurão no ministério da saúde?
O escolhido por Bolsonaro para o ministério da saúde está sob chuva de críticas. Eu nem lembro o nome do sujeito para colocar aqui, é um completo desconhecido.
Muitos falam que esperavam um nome de estatura nacional para o ministério, chegando a citar o falecido Adib Jatene como referência.
Mas seria este o caminho correto?
O Brasil tem muitos figurões da medicina, muitos até com renome internacional. Mas, via de regra, figurões trabalham com clientela rica em centros médicos de excelência. O que os figurões sabem, por exemplo, de saúde pública? De hospitais decadentes, de médicos desmotivados, de falta de material, de filas intermináveis de espera? Possivelmente, só sabem o que assistem na TV. São ótimos médicos. Mas isto os qualifica como gestores do caos?
Saúde pública não é Sírio Libanês. Saúde pública não é Albert Einstein. Não sei até que ponto um figurão seria o mais recomendável.
Muitos falam que esperavam um nome de estatura nacional para o ministério, chegando a citar o falecido Adib Jatene como referência.
Mas seria este o caminho correto?
O Brasil tem muitos figurões da medicina, muitos até com renome internacional. Mas, via de regra, figurões trabalham com clientela rica em centros médicos de excelência. O que os figurões sabem, por exemplo, de saúde pública? De hospitais decadentes, de médicos desmotivados, de falta de material, de filas intermináveis de espera? Possivelmente, só sabem o que assistem na TV. São ótimos médicos. Mas isto os qualifica como gestores do caos?
Saúde pública não é Sírio Libanês. Saúde pública não é Albert Einstein. Não sei até que ponto um figurão seria o mais recomendável.
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