Os esquerdistas, dentro de sua loucura, de sua psicopatia, trabalham com a tese de que a sociedade precisa ser destruída, para, a partir da terra arrasada, reconstruí-la socialista. Por isso esquerdistas se posicionam a favor de tudo o que contribui para o processo de destruição da sociedade.
Por isso esquerdistas são radicalmente contra a reforma da previdência. Porquê conseguem entender que sem a reforma acabou, já era, game over. E ai terá chegado exatamente onde eles querem, na destruição.
Já do lado não esquerdista da história, embora não haja o componente de loucura, de psicopatia, tem o problema da burrice. Muitas pessoas não conseguem sequer compreender a gravidade do problema.
Desta forma, podemos concluir que seremos destruídos por um combinado entre psicopatia malandra e burrice mediana.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019
Burros governados por um burro
Sobre o burro presidente, ler post abaixo.
Trataremos agora sobre o povo burro. É absurda a quantidade de comentários contra a reforma da previdência que leio nas redes sociais.
Burros, entendam o seguinte (como se burros entendessem alguma coisa):
- O valor médio das aposentadorias no ministério público é superior a 30 mil por mês;
- No judiciário é superior a 25 mil por mês;
- No legislativo é superior a 15 mil por mês;
- No executivo é próximo de 10 mil por mês;
- Na iniciativa privada, onde você está, não chega a 2 mil por mês.
Burro, você trabalha como um cavalo (ou como um burro) para pagar imposto para bancar a boa vida dos funcionários públicos. Para que eles possam passar suas velhices viajando pelo mundo, enquanto você, burro, passará a sua na fila do SUS. E aí, quando alguém propõe acabar com esta injustiça, e criar uma regra única para todos, você, burro, se posiciona contra. Bem feito. Desejo que você, burro, trabalhe pela eternidade para pagar imposto para bancar a velhice rica dos funcionários públicos. Um burro como você merece.
Trataremos agora sobre o povo burro. É absurda a quantidade de comentários contra a reforma da previdência que leio nas redes sociais.
Burros, entendam o seguinte (como se burros entendessem alguma coisa):
- O valor médio das aposentadorias no ministério público é superior a 30 mil por mês;
- No judiciário é superior a 25 mil por mês;
- No legislativo é superior a 15 mil por mês;
- No executivo é próximo de 10 mil por mês;
- Na iniciativa privada, onde você está, não chega a 2 mil por mês.
Burro, você trabalha como um cavalo (ou como um burro) para pagar imposto para bancar a boa vida dos funcionários públicos. Para que eles possam passar suas velhices viajando pelo mundo, enquanto você, burro, passará a sua na fila do SUS. E aí, quando alguém propõe acabar com esta injustiça, e criar uma regra única para todos, você, burro, se posiciona contra. Bem feito. Desejo que você, burro, trabalhe pela eternidade para pagar imposto para bancar a velhice rica dos funcionários públicos. Um burro como você merece.
O próprio burro se colocou nesta situação
Leiam esta notícia de O Globo. Comento na sequência.
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), afirmou nesta terça-feira (26), em São Paulo, que o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), precisa construir uma aliança com os partidos políticos para formar uma base no Congresso, caso deseje governar com o apoio dos parlamentares e votar reformas importantes, como a da Previdência.
Comento: o próprio burro se colocou nesta situação. Bolsonaro, o presidente fraco, omisso, sem liderança e sem protagonismo, foi eleito através de um movimento popular espontâneo sem precedentes na história do Brasil. Como acesso direto a milhões de brasileiros, poderia usar o seu prestígio para criar na população uma pressão popular para fazer o congresso se mexer. Mas não. O burro, omisso, fraco optou por abandonar o contato direto com o povo. Agora o burro terá que se curvar para gente como Rodrigo Maia. E mesmo assim não aprovará a a reforma. Como Chamberlain e Daladier, entregará sua honra, e terá a guerra. No caso, não terá a reforma.
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), afirmou nesta terça-feira (26), em São Paulo, que o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), precisa construir uma aliança com os partidos políticos para formar uma base no Congresso, caso deseje governar com o apoio dos parlamentares e votar reformas importantes, como a da Previdência.
Comento: o próprio burro se colocou nesta situação. Bolsonaro, o presidente fraco, omisso, sem liderança e sem protagonismo, foi eleito através de um movimento popular espontâneo sem precedentes na história do Brasil. Como acesso direto a milhões de brasileiros, poderia usar o seu prestígio para criar na população uma pressão popular para fazer o congresso se mexer. Mas não. O burro, omisso, fraco optou por abandonar o contato direto com o povo. Agora o burro terá que se curvar para gente como Rodrigo Maia. E mesmo assim não aprovará a a reforma. Como Chamberlain e Daladier, entregará sua honra, e terá a guerra. No caso, não terá a reforma.
A baderna está só começando
Comitiva do ministro do meio ambiente (aquele ministério que, em campanha, Bolsonaro prometeu extinguir) foi atacada por comunistas na Bahia.
O caos está só começando.
Não temos presidente, não temos poder. A pessoa que ocupa o cargo não exerce liderança, não tem protagonismo. O vácuo de poder será preenchido pelo caos, pela baderna, e pelas decisões estapafúrdias do STF.
O caos está só começando.
Não temos presidente, não temos poder. A pessoa que ocupa o cargo não exerce liderança, não tem protagonismo. O vácuo de poder será preenchido pelo caos, pela baderna, e pelas decisões estapafúrdias do STF.
Não temos presidente
Não temos presidente.
Ao menos não temos na cadeira de presidente alguém à altura do cargo. E não é apenas culpa do Bolsonaro, a democracia brasileira não costuma oferecer aos eleitores nenhum candidato à altura do cargo pretendido.
Mas a bola da vez é Bolsonaro, um homem em quem acreditei, apoiei, fiz campanha, comprei material, fui nas carreatas, doei dinheiro para a campanha, e fiz o maior foguetório da minha vida no dia da sua vitória.
Mas 60 dias no cargo foram suficientes para deixar claro que, na minha opinião, Bolsonaro não tem protagonismo, nem exerce liderança. Sequer dentro do seu próprio governo.
No governo, aloprados fazem trabalhadas todos os dias. Há gente suspeita de corrupção (como o ministro do turismo), e agora Sergio Moro deu cargo para a discípula do George Soros. Sem contar Mourão, que atua diariamente para puxar o tapete do próprio Bolsonaro. O governo está cheio de generais nutella, que fazem no governo o mesmo que fizeram durante suas carreiras nos quartéis - nada.
Bolsonaro assumiu o cargo num momento em que o país está à beira do abismo. Talvez tão próximo do abismo como nunca esteve antes na história. Não é culpa dele que a situação esteja assim. Mas num momento tão desesperador, precisávamos de alguém com liderança e protagonismo na presidência da república.
Um congresso de oportunistas não aprovará nada sem muita pressão. Se aprovar, o judiciário de comunistas derruba. Aliás, falando em judiciário, parece que o STF decidiu ocupar de vez o vácuo de poder deixado por Bolsonaro e pelos oportunistas do congresso.
Bolsonaro assistirá, com seu sorriso de abobado, o naufrágio definitivo do país. E nós assistiremos as nossas próprias bancarrotas.
Ao menos não temos na cadeira de presidente alguém à altura do cargo. E não é apenas culpa do Bolsonaro, a democracia brasileira não costuma oferecer aos eleitores nenhum candidato à altura do cargo pretendido.
Mas a bola da vez é Bolsonaro, um homem em quem acreditei, apoiei, fiz campanha, comprei material, fui nas carreatas, doei dinheiro para a campanha, e fiz o maior foguetório da minha vida no dia da sua vitória.
Mas 60 dias no cargo foram suficientes para deixar claro que, na minha opinião, Bolsonaro não tem protagonismo, nem exerce liderança. Sequer dentro do seu próprio governo.
No governo, aloprados fazem trabalhadas todos os dias. Há gente suspeita de corrupção (como o ministro do turismo), e agora Sergio Moro deu cargo para a discípula do George Soros. Sem contar Mourão, que atua diariamente para puxar o tapete do próprio Bolsonaro. O governo está cheio de generais nutella, que fazem no governo o mesmo que fizeram durante suas carreiras nos quartéis - nada.
Bolsonaro assumiu o cargo num momento em que o país está à beira do abismo. Talvez tão próximo do abismo como nunca esteve antes na história. Não é culpa dele que a situação esteja assim. Mas num momento tão desesperador, precisávamos de alguém com liderança e protagonismo na presidência da república.
Um congresso de oportunistas não aprovará nada sem muita pressão. Se aprovar, o judiciário de comunistas derruba. Aliás, falando em judiciário, parece que o STF decidiu ocupar de vez o vácuo de poder deixado por Bolsonaro e pelos oportunistas do congresso.
Bolsonaro assistirá, com seu sorriso de abobado, o naufrágio definitivo do país. E nós assistiremos as nossas próprias bancarrotas.
Cara de quem não está entendendo nada
A nomeação da discípula de George Soros para cargo no governo Bolsonaro, na minha opinião, só explicita a total ausência de liderança e comando que Bolsonaro tem sobre sua própria equipe de governo. No vácuo de liderança, cada ministro acaba atuando como se fosse um governo independente, enquanto Bolsonaro só sorri com aquela cara de idiota que não está entendendo nada. Uma pena. Bolsonaro foi minha última esperança para o Brasil.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
Na campanha o sujeito mita, no governo...
Ilona Zabo, discipula de George Soros, acaba de ganhar cargo no governo Bolsonaro.
Entao e assim - na campanha o sujeito e mito, no exercicio do cargo e mais do mesmo...
Nao, nao e assim. A verdade e que, como tenho escrito, Bolsonaro nao e protagonista do seu proprio governo. Entao ele nao tem controle, nao sabe o que acontece, nao sabe quem esta sendo nomeado. E sua equipe nao o respeita.
Bolsonaro decepciona dia apos dia. E um fraco.
Desculpem a falta de acentuacao, problemas de tecnologia.
Entao e assim - na campanha o sujeito e mito, no exercicio do cargo e mais do mesmo...
Nao, nao e assim. A verdade e que, como tenho escrito, Bolsonaro nao e protagonista do seu proprio governo. Entao ele nao tem controle, nao sabe o que acontece, nao sabe quem esta sendo nomeado. E sua equipe nao o respeita.
Bolsonaro decepciona dia apos dia. E um fraco.
Desculpem a falta de acentuacao, problemas de tecnologia.
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