Mais de meio século de televisão e marketing acabaram com a graça da vida. Acabaram com a espontaneidade da vida.
Nos transformaram de protagonistas em espectadores.
Nos roubaram a verdadeira alegria da vida e condicionaram nossa felicidade ao nosso poder de consumo.
Já nascemos condenados a ser infelizes, pois, independentemente da nossa capacidade financeira, nossas "necessidades" de consumo serão sempre maiores.
Não vivemos mais a vida. Passamos a vida correndo atrás. E morremos.
Nossas alegrias, quando ocorrem, são falsas e desprovidas de substância. As verdadeiras alegrias podem até estar próximas, mas não as percebemos.
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