A esquerda no Brasil estava numa encruzilhada. Derrotada, desacreditada, via a perspectiva de ir definhando até ficar irrelevante.
Mas eis que a partir de 1o de janeiro, como uma fênix, a esquerda viu a oportunidade de ressurgir das cinzas. Seu salvador - a nulidade que assumiu a presidência da república naquela data.
A nulidade assistirá, passivamente e com cara de burro, a morte do país durante quatro anos, esperando apenas para devolver para a esquerda o que sobrar, em janeiro de 2023.
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