Num país imaginário um sujeito com poderes ditatoriais, travestido de ministro de tribunal eleitoral, anunciará como vencedor de eleição o chefe da quadrilha que manda neste infeliz país, independentemente de como votarem os palhaços, digo, o povo. A imprensa deste país imaginário celebrará de maneira ensurdecedora a realização do espetáculo da democracia, enquanto o adversário do ladrão, um verme pusilânime, ficará apenas esbravejando: foi roubo, pô!
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