Paulo Eduardo Martins (abaixo) interpretou perfeitamente o momento nacional, há um processo revolucionário em andamento, e durante revolução não existe regra, vale tudo. Neste momento do Brasil dois tipos de pessoas se referem a democracia: a) os canalhas que utilizam esta expressão como porta de entrada para a ditadura comunista e b) os idiotas, que vivem no mundo da lua, cujas costas conhecerão os paredões do regime.
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