Será que a esquerda, com 100 milhões de cadáveres no currículo, de repente se tornou tão humana que precisamos mudar até a linguagem para que ninguém corra sequer o risco de se sentir ofendido por uma palavra? Ou será que a esquerda, a coisa mais destrutiva concebida pelo homem, enxergou na subversão da linguagem mais um flanco de ataque para a destruição da sociedade?
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