O parágrafo abaixo é da Falha de São Paulo. Comento na sequência:
"O ministro Gilberto Carvalho afirmou ontem que decisões de reintegração de posse só poderiam ser cumpridas depois de esgotadas todas as instâncias de diálogo."
Comento: Que diálogo? O que haveria de ser dialogado entre o batedor de carteira e a vítima? O "raciocínio" do ministro não passa de militância comunista (alguém desconhece que Gilberto Carvalho é comunista?) sustentada pelo sangue dos que trabalham e pagam impostos.
Os comunistas estão assanhados. As invasões indígenas varrem o país, e creio que o MST não vai ficar de fora desta onda vermelha. Talvez como nunca antes na história deste país os comunistas estejam sentindo que "chegou a hora".
Enquanto isso:
- Os produtores rurais se posicionam de quatro, com os traseiros direcionados para onde virá a invasão, aguardando os invasores...;
- Os empresários despejam mais dinheiro no cofre do PT (soube através do Reinaldo Azevedo que o dono da Cutrale foi um dos apoiadores da eleição de Lula. Depois que Lula foi eleito a fazenda dele já foi invadida e depredada 4 vezes. Bem feito);
- A imprensa segue majoritariamente petista;
- A população que trabalha e sustenta a farra é, na média, ignorante demais para compreender o que está acontecendo.
Não sobrou ninguém para tentar conter os comunas.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
terça-feira, 4 de junho de 2013
Dilma aos produtores rurais
Está aqui um cheque de R$138 bilhões de dinheiro público para financiar a vossa atividade. Gastem, trabalhem, produzam, e garantam que o meu governo não vá para o brejo.
Ah, e enquanto trabalham finjam que não estão vendo o que o governo está fazendo com o proprietários rurais através dos índios e dos ditos sem-terra.
A sua hora vai chegar. Enquanto não chega, sejam felizes!
Ah, e enquanto trabalham finjam que não estão vendo o que o governo está fazendo com o proprietários rurais através dos índios e dos ditos sem-terra.
A sua hora vai chegar. Enquanto não chega, sejam felizes!
Back to the 1980's...
Liguei há pouco para a empresa GVT, para contratar uma linha telefônica para a nova residência da minha avó.
Resposta da GVT: terei que ficar em fila de espera, não há linha disponível no centro da cidade.
Me senti de volta aos anos 80, quando ligávamos para a estatal de telefonia local e recebíamos a informação de que teríamos que aguardar um famigerado novo plano de expansão...
Resposta da GVT: terei que ficar em fila de espera, não há linha disponível no centro da cidade.
Me senti de volta aos anos 80, quando ligávamos para a estatal de telefonia local e recebíamos a informação de que teríamos que aguardar um famigerado novo plano de expansão...
Do Augusto Nunes, sobre Dilma
O cérebro não é dividido em compartimentos estanques. Ninguém é metade imbecil e metade brilhante. Quem não governa sequer o que diz não pode governar um país.
Bandeira amarela
Cresci assistindo fórmula 1, mas já há vários anos não assisto mais. No grid há 2 ou 3 pilotos com talento, vários medianos e alguns medíocres. De certa forma, é mais ou menos um reflexo do que ocorre nas sociedades, com alguns muito bons (que levam a civilização adiante), muitos medianos e muitos medíocres.
Pois bem, na fórmula 1 os poucos com talento via de regra disparam lá na frente. Aí, de tempos em tempos, entra em cena a tal bandeira amarela, que dá a chance para que os medianos e os medíocres enconstem nos bons. A bandeira amarela elimina a vantagem que os bons haviam construído até aquele momento da prova. "É para dar mais emoção", dizem os especialistas da Globo. Como assim? Como pode um esporte, para ser emocionante, ter que segurar os bons, para dar chances aos medíocres? Imaginem no atletismo, uma regra que obrigasse o Usain Bolt a parar por 1 segundo no meio da corrida. Quem continuaria assistindo provas de atletismo? Imaginem uma regra no futebol determinando que cada vez que um time abrisse uma diferença de 3 gols o resultado seria automaticamente empatado, para dar chance ao adversário. Quem continuaria assistindo?
O socialismo é uma espécie de bandeira amarela social. Imaginando a vida como uma grande prova de talentos, os bons irão crescer, ganhar dinheiro, construir patrimônio, os medianos ficarão pelo meio do caminho, com alguma coisa, e os medíocres não se afastarão muito da linha da largada. Aí, pelo rumo em que o Brasil está indo, entra em cena a bandeira amarela, digo, o socialismo, e tira as coisas que o talentoso conquistou para distribuí-las entre os medíocres.
Bandeira amarela nenhuma tem o poder mágico de transformar um Satoro Nakagima num Michael Schumacher. Assim, na fórmula 1 a bandeira amarela só serve para baixar o nível da competição. Da mesma forma, socialismo nenhum tem o poder de transformar um catador de lixo num Steve Jobs. Sendo assim, a única coisa que o socialismo consegue é mediocrizar e empobrecer as sociedades onde é implantado. Sob o aplauso dos artistas...
Pois bem, na fórmula 1 os poucos com talento via de regra disparam lá na frente. Aí, de tempos em tempos, entra em cena a tal bandeira amarela, que dá a chance para que os medianos e os medíocres enconstem nos bons. A bandeira amarela elimina a vantagem que os bons haviam construído até aquele momento da prova. "É para dar mais emoção", dizem os especialistas da Globo. Como assim? Como pode um esporte, para ser emocionante, ter que segurar os bons, para dar chances aos medíocres? Imaginem no atletismo, uma regra que obrigasse o Usain Bolt a parar por 1 segundo no meio da corrida. Quem continuaria assistindo provas de atletismo? Imaginem uma regra no futebol determinando que cada vez que um time abrisse uma diferença de 3 gols o resultado seria automaticamente empatado, para dar chance ao adversário. Quem continuaria assistindo?
O socialismo é uma espécie de bandeira amarela social. Imaginando a vida como uma grande prova de talentos, os bons irão crescer, ganhar dinheiro, construir patrimônio, os medianos ficarão pelo meio do caminho, com alguma coisa, e os medíocres não se afastarão muito da linha da largada. Aí, pelo rumo em que o Brasil está indo, entra em cena a bandeira amarela, digo, o socialismo, e tira as coisas que o talentoso conquistou para distribuí-las entre os medíocres.
Bandeira amarela nenhuma tem o poder mágico de transformar um Satoro Nakagima num Michael Schumacher. Assim, na fórmula 1 a bandeira amarela só serve para baixar o nível da competição. Da mesma forma, socialismo nenhum tem o poder de transformar um catador de lixo num Steve Jobs. Sendo assim, a única coisa que o socialismo consegue é mediocrizar e empobrecer as sociedades onde é implantado. Sob o aplauso dos artistas...
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Ser ou não ser índio II
Leio na imprensa que um grupo de 30 índios invadiu hoje a sede do PT no Paraná, para protestar contra Gleisy Hofmann. Só aceitaram deixar o local após terem garantias de que serão recebidos pela ministra.
Se eu e mais 29 amigos resolvermos invadir a sede do PT para, por exemplo, protestarmos contra a carga tributária, seremos presos e sairemos do local debaixo de bordoada da polícia militar.
O Brasil é assim - invadir para protestar só vale se os invasores usarem bonés vermelhos ou cocares com penas. Se for contribuinte, que paga o salário da ministra, vai pro porrete.
O nome disso na imprensa? Progressismo.
Se eu e mais 29 amigos resolvermos invadir a sede do PT para, por exemplo, protestarmos contra a carga tributária, seremos presos e sairemos do local debaixo de bordoada da polícia militar.
O Brasil é assim - invadir para protestar só vale se os invasores usarem bonés vermelhos ou cocares com penas. Se for contribuinte, que paga o salário da ministra, vai pro porrete.
O nome disso na imprensa? Progressismo.
Ser ou não ser índio
Parece que tem um picaretão na área, que se faz de índio, e já enganou até Lula e Dilma. Tal sujeito, segundo Reinaldo Azevedo, teria conquistado status e poder em função de sua posição no movimento indígena.
Mas parece que o sujeito não é índio. Apenas resolveu se disfarçar de índio para ter um meio de vida, status e poder.
Assim, se confirmar que o sujeito não é mesmo índio ele será um ... branco. E ser branco significa, no Brasil, estar abaixo do nada (ainda se for um branco dependente do bolsa família pode ser que valha um pouquinho...).
Enfim, o tal sujeito teria alguma posição de status e poder porque pensavam que ele era índio. Se for branco, não terá nada, e nunca mais chegará perto de Lula e Dilma...
Cadê o meu cocar de penas?
Mas parece que o sujeito não é índio. Apenas resolveu se disfarçar de índio para ter um meio de vida, status e poder.
Assim, se confirmar que o sujeito não é mesmo índio ele será um ... branco. E ser branco significa, no Brasil, estar abaixo do nada (ainda se for um branco dependente do bolsa família pode ser que valha um pouquinho...).
Enfim, o tal sujeito teria alguma posição de status e poder porque pensavam que ele era índio. Se for branco, não terá nada, e nunca mais chegará perto de Lula e Dilma...
Cadê o meu cocar de penas?
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