sexta-feira, 29 de maio de 2009
Governo Lula muda o Brasil
"O Brasil que esquece a cada 15 anos o que ocorreu nos 15 anos anteriores, como constatou o escritor Ivan Lessa, é coisa do século passado. O país reconstruído pelo presidente Lula tem pressa — e encurtou para dois anos o intervalo entre as lobotomias malandras. No fim de maio de 2007, por exemplo, uma reportagem de VEJA escancarou a face horrível de Renan Calheiros, então presidente do Senado. Os homens de bem se estarreceram com o que viram, os colegas não viram nada de novo, Renan deixou o comando da mesa, foi para as coxias e esperou exatamente 24 meses para reaparecer na ribalta, neste fim de maio, no papel de parceiro preferido do presidente Lula." Augusto Nunes.
Duas grandes bobagens
O histórico do desempenho dos presidentes brasileiros é, na média, mediocre.
Talvez um dos melhores presidentes tenha sido Emilio Médici, embora a imprensa "politicamente correta" não permita que ele receba o devido valor histórico.
Em períodos democráticos, dois presidentes acima da média foram Juscelino e FHC. Cada um fez uma grande bobagem.
Juscelino isolou a capital do Brasil, afastando os poderes legislativo e executivo do convívio com a população e das pressões populares. Criou uma ilha da fantasia.
FHC criou a reeleição...
Talvez um dos melhores presidentes tenha sido Emilio Médici, embora a imprensa "politicamente correta" não permita que ele receba o devido valor histórico.
Em períodos democráticos, dois presidentes acima da média foram Juscelino e FHC. Cada um fez uma grande bobagem.
Juscelino isolou a capital do Brasil, afastando os poderes legislativo e executivo do convívio com a população e das pressões populares. Criou uma ilha da fantasia.
FHC criou a reeleição...
Desânimo 2
Na segunda-feira assisti a uma entrevista do Senador Álvaro Dias no programa Jogo do Poder da CNT. A pauta era a CPI da Petrobrás.
Gosto do Senador Álvaro Dias. Todos os e mails que enviei para ele sempre foram gentilmente respondidos, com as suas opiniões. Conversamos por e mail minutos antes dele entrar no plenário e votar contra a prorrogação da CPMF em 2007.
Mas o Senador comunica muito mal. Aliás, como quase todos no PSDB.
Tenho uma sugestão ao partido (que será recusada) - contratem Rinaldo Polito e submetam todas as suas lideranças a um treinamento de "como falar em público".
Pelo que parece, coisas pavorosas acontecem na Petrobrás. o Senador tinha a faca e o queijo nas mãos para dizer uma porção de coisas na entrevista, coisas compreensíveis aos "ouvidos populares". Mas se perdeu em retórica.
Gosto do Senador Álvaro Dias. Todos os e mails que enviei para ele sempre foram gentilmente respondidos, com as suas opiniões. Conversamos por e mail minutos antes dele entrar no plenário e votar contra a prorrogação da CPMF em 2007.
Mas o Senador comunica muito mal. Aliás, como quase todos no PSDB.
Tenho uma sugestão ao partido (que será recusada) - contratem Rinaldo Polito e submetam todas as suas lideranças a um treinamento de "como falar em público".
Pelo que parece, coisas pavorosas acontecem na Petrobrás. o Senador tinha a faca e o queijo nas mãos para dizer uma porção de coisas na entrevista, coisas compreensíveis aos "ouvidos populares". Mas se perdeu em retórica.
Alma caloteira
Todo o esquerdista vive a pregar calote na dívida pública, interna ou externa. Se Lula ainda não deu calote na dívida pública Brasileira é porque teme a reação do mercado. Mas segue aumentando o endividamento público sem restrições, numa atidude de quem sabe que pode se endividar à vontade, pois não vai pagar mesmo...
Já escrevi texto onde digo que a acredito que haverá um calote parcial na dívida pública Brasileira em algum momento futuro. Calote parcial será um desconto no valor dos títulos públicos, algo como 30% a 40%, e isto será apresentado ao povão como "justiça social", como tirar dos "ricos" (aplicadores em renda fixa) para dar aos pobres. Lula será o Robin Hood tupiniquim.
Judiciário - imagino que os juízes Brasileiros possui verdadeiro fascínio pelos devedores. Quando chega para o juíz uma causa em que as partes são "Casas Bahia X Zé", o olho do magistrado brilha. É o pobre trabalhador enfrentando o monstro capitalista. E a consequência disto é que é muito difícil receber um crédito pela via judiciária.
Brasileiros - também temos um pouco da prática do calote em nosso sangue. Desde a época do império, quando o Visconde de Mauá montou o primeiro banco Brasileiro, os nobres tomavam empréstimos e não pagavam. e muitas vezes somos tão safados que evitamos simplesmente assumir - "não paguei". Procuramos justificativas que, via de regra, colocam a culpa da nossa safadeza no credor.
Hoje pela manhã vi no Bom Dia Brasil estudantes que deram o calote no FIES se justificando: "as prestações são muito altas", "os juros são muito altos". Ora, não tinham idéia das prestações quando tomaram o crédito? Não sabiam a taxa de juros quando assinaram o contrato?
A consequência deste desvio de personalidade é que no Brasil são praticadas as maiores taxas de juros sobre o crédito do planeta.
E aí vem os esquerdistas: "estas taxas de juro são absurdas". "Morte aos bancos". "Estatização do sistema financeiro".
Ora, num ambiente onde há tendência a dar calote, e onde o pensamento dominante confunde calote com "justiça social", só louco para emprestar dinheiro. Ou somente cobrando muito caro pelo dinheiro (juros).
Já escrevi texto onde digo que a acredito que haverá um calote parcial na dívida pública Brasileira em algum momento futuro. Calote parcial será um desconto no valor dos títulos públicos, algo como 30% a 40%, e isto será apresentado ao povão como "justiça social", como tirar dos "ricos" (aplicadores em renda fixa) para dar aos pobres. Lula será o Robin Hood tupiniquim.
Judiciário - imagino que os juízes Brasileiros possui verdadeiro fascínio pelos devedores. Quando chega para o juíz uma causa em que as partes são "Casas Bahia X Zé", o olho do magistrado brilha. É o pobre trabalhador enfrentando o monstro capitalista. E a consequência disto é que é muito difícil receber um crédito pela via judiciária.
Brasileiros - também temos um pouco da prática do calote em nosso sangue. Desde a época do império, quando o Visconde de Mauá montou o primeiro banco Brasileiro, os nobres tomavam empréstimos e não pagavam. e muitas vezes somos tão safados que evitamos simplesmente assumir - "não paguei". Procuramos justificativas que, via de regra, colocam a culpa da nossa safadeza no credor.
Hoje pela manhã vi no Bom Dia Brasil estudantes que deram o calote no FIES se justificando: "as prestações são muito altas", "os juros são muito altos". Ora, não tinham idéia das prestações quando tomaram o crédito? Não sabiam a taxa de juros quando assinaram o contrato?
A consequência deste desvio de personalidade é que no Brasil são praticadas as maiores taxas de juros sobre o crédito do planeta.
E aí vem os esquerdistas: "estas taxas de juro são absurdas". "Morte aos bancos". "Estatização do sistema financeiro".
Ora, num ambiente onde há tendência a dar calote, e onde o pensamento dominante confunde calote com "justiça social", só louco para emprestar dinheiro. Ou somente cobrando muito caro pelo dinheiro (juros).
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Batendo em Serra
Todos que me conhecem sabem exatamente o que penso do PT. E sabem que dedico uma parte da minha vida a combater este partido, seus métodos e seus representantes.
Se há uma alternativa viável para substituir o PT no futuro próximo (mesmo que remotamente viável), esta alternativa é José Serra.
Então eu deveria estar engajado no projeto José Serra, exaltando sua inteligência, suas realizações administrativas, etc., ou seja, dando minha minúscula contribuição para ajudar a tirar o PT do poder.
Mas José Serra criou um caos tributário tão grande e absurdo em São Paulo, que toda a vez que esbarro numa de suas barbaridades não consigo me controlar, entro aqui e escrevo um texto metendo o pau em Serra. E ainda copio o texto e mando para os amigos, para ter certeza de que será lido. Serra criou uma situação tão absurda, na qual os clientes me enviam dúvidas, e muitas vezes sou obrigado a responder com sinceridade: "não sei".
Nesses momentos, quando bato em Serra, pareço estar a serviço do PT.
Mas é que me assusta profundamente a possibilidade de ver Serra na presidência, fazendo em nível nacional o que fez em São Paulo. Seria uma forma muito mais rápida de inviabilização da iniciativa privada no Brasil, mais rápida que a forma adotada pelo PT, que é ir cozinhando e destruindo aos poucos.
Se há uma alternativa viável para substituir o PT no futuro próximo (mesmo que remotamente viável), esta alternativa é José Serra.
Então eu deveria estar engajado no projeto José Serra, exaltando sua inteligência, suas realizações administrativas, etc., ou seja, dando minha minúscula contribuição para ajudar a tirar o PT do poder.
Mas José Serra criou um caos tributário tão grande e absurdo em São Paulo, que toda a vez que esbarro numa de suas barbaridades não consigo me controlar, entro aqui e escrevo um texto metendo o pau em Serra. E ainda copio o texto e mando para os amigos, para ter certeza de que será lido. Serra criou uma situação tão absurda, na qual os clientes me enviam dúvidas, e muitas vezes sou obrigado a responder com sinceridade: "não sei".
Nesses momentos, quando bato em Serra, pareço estar a serviço do PT.
Mas é que me assusta profundamente a possibilidade de ver Serra na presidência, fazendo em nível nacional o que fez em São Paulo. Seria uma forma muito mais rápida de inviabilização da iniciativa privada no Brasil, mais rápida que a forma adotada pelo PT, que é ir cozinhando e destruindo aos poucos.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Canalhas do dinheiro alheio
Sempre que um canalha pretende fazer alguma canalhice com o dinheiro alheio, ele coloca a palavra "santificadora": social.
Está para nascer o canalha que realizará ações "sociais" com o próprio dinheiro, dando o exemplo.
É por isso que deputados e senadores são tão rápidos em criar programas e benefícios a serem custeados com o dinheiro dos outros, principalmente com o dinheiro das empresas (leia-se - com o preço dos produtos que o consumidor compra).
É por isso que Oscar Nyemeier é comunista, mas a partir do conforto do seu triplex na Vieira Souto, com o patrimônio intacto.
Está para nascer o canalha que realizará ações "sociais" com o próprio dinheiro, dando o exemplo.
É por isso que deputados e senadores são tão rápidos em criar programas e benefícios a serem custeados com o dinheiro dos outros, principalmente com o dinheiro das empresas (leia-se - com o preço dos produtos que o consumidor compra).
É por isso que Oscar Nyemeier é comunista, mas a partir do conforto do seu triplex na Vieira Souto, com o patrimônio intacto.
Desânimo
O objetivo deste blog foi, é e será combater a esquerda, o PT à frente, e o processo de destruição que ela ocasiona para o país, e em outros países também.
Mas há momentos de desânimo.
Ver, por exemplo, que o Brasil começa a se transformar num porto seguro para terroristas da Al Qaeda, sem uma reação vigorosa da imprensa e da sociedade, é frustrante.
O que pode ser pior do que transformar o Brasil em base para o terrorismo?
Entendo que nada, ou quase, pode ser pior que isto.
Estaríamos nos equiparando ao Afeganistão, em seus piores momentos.
E a sociedade não reage.
Se não reage contra algo desta magnitude, por que iria reagir contra o roubo de allguns bilhões da Petrobrás?
Não reagir contra algo assim, significa enviar um recado claro para o PT: "vão em frente, façam o que quiserem, por mais absurdo que seja, não iremos perturbá-los".
Num momento como este, bate forte a vontade de ir embora daqui, desistir, deixar que afunde, e que a sociedade pague o preço de sua apatia.
Mas ir embora para onde? Sempre admirei os Estados Unidos, mas tenho certeza que o resultado da administração Obama será um outro país, muito distante dos valores que fizeram daquele país o mais rico e democrático do mundo.
Mas há momentos de desânimo.
Ver, por exemplo, que o Brasil começa a se transformar num porto seguro para terroristas da Al Qaeda, sem uma reação vigorosa da imprensa e da sociedade, é frustrante.
O que pode ser pior do que transformar o Brasil em base para o terrorismo?
Entendo que nada, ou quase, pode ser pior que isto.
Estaríamos nos equiparando ao Afeganistão, em seus piores momentos.
E a sociedade não reage.
Se não reage contra algo desta magnitude, por que iria reagir contra o roubo de allguns bilhões da Petrobrás?
Não reagir contra algo assim, significa enviar um recado claro para o PT: "vão em frente, façam o que quiserem, por mais absurdo que seja, não iremos perturbá-los".
Num momento como este, bate forte a vontade de ir embora daqui, desistir, deixar que afunde, e que a sociedade pague o preço de sua apatia.
Mas ir embora para onde? Sempre admirei os Estados Unidos, mas tenho certeza que o resultado da administração Obama será um outro país, muito distante dos valores que fizeram daquele país o mais rico e democrático do mundo.
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