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segunda-feira, 9 de junho de 2014

Revista Exame


Revista Exame, agora socialista, recebe, na casa do blogueiro, o destino apropriado. Como é um caso perdido, foi para o lixo não reciclável.

sábado, 7 de junho de 2014

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Da Fox News

Senior military officials had advised President Obama not to make the Taliban-for-Bergdahl trade, a senior Defense official told Fox News, likening it to "handing over five four-star generals of the Taliban."

The claim adds to the picture that is emerging about the tense internal debate over whether to proceed with freeing five hardened Taliban leaders from Guantanamo in exchange for Sgt. Bowe Bergdahl's release.
Yet on the other end of the trade were five high-value, sought-after Taliban leaders. The U.S. government's own records show some of them had ties to top terror figures including Mullah Omar and Usama bin Laden. Many Republican lawmakers have raised concerns that their freedom poses a major national security risk

Do Olavo de Carvalho

Os historiadores do futuro, se houver futuro, talvez nos dêem a solução do maior enigma político de todos os tempos. Por enquanto, tudo são névoas e perguntas sem respostas. Um homem que veio não se sabe de onde, que nunca teve um emprego fixo, que pagou seus estudos nas universidades mais caras com dinheiro de fonte misteriosa, que trocou de nome pelo menos quatro vezes, que nunca exibiu um só documento de identidade válido mas apresentou pelo menos três falsificados, que tem uma história de vida toda repleta de episódios suspeitos e passou anos em companhia íntima de gangsters e terroristas, um dia se elegeu senador pelo Estado de Illinois e, depois de apenas alguns meses de experiência política – se é que se pode chamar de experiência a ausência na maioria das sessões --, foi guindado à presidência da nação mais poderosa do globo sob aplausos gerais, despertando em centenas de milhões de eleitores a maior onda de esperanças messiânicas de que se tem notícia desde Lênin, Mussolini, Stálin, Hitler e Mao Dzedong. Decorridos seis anos de administração indescritivelmente desastrosa, continua no posto, impávido colosso, sem que ninguém possa investigar as zonas obscuras da sua biografia sem ser xingado de tudo quanto é nome pelos maiores jornais do país, bem como pela elite dos dois partidos, Democrata e Republicano. Aparentemente a obrigação mais incontornável do eleitor  americano hoje em dia é deixar-se governar sem perguntar por quem, e fazendo de conta que tudo está perfeitamente normal.

Uma vez persuadido a acomodar-se a essa situação, sob pena de tornar-se um inimigo público, o cidadão está pronto para aceitar silencioso e cabisbaixo qualquer decisão que venha do governo, por absurda, imoral e inconstitucional que seja.

A última foi essa incrível troca de cinco dos mais temíveis líderes do Taliban por um soldadinho desertor – sem consulta ao Senado, é claro, o que soma à injúria o insulto.

Link para a coluna completa:



Revista Exame

A Revista Exame, da qual sou lietor fiel e assinante há quase 20 anos, resolveu aderir ao socialismo a partir desta quinzena. Já é um dos reflexos da morte precoce de Roberto Civita, o criador da revista.

"Ela não quer o socialismo, apenas entende que o capitalismo precisa ser reformado". Ah, tá.

Uma das suas chamadas de capa é: "cresce o número de empresários que defendem que o capitalismo precisa ser reformado".

Ah, é? Então por que não começam reformando suas próprias empresas? A Editora Abril, que edita Exame, poderia dar o exemplo, iniciando a tal reforma. Os descendentes de Civita poderiam, por exemplo, distribuir suas ações da empresa entre os empregados. Seria um belo exemplo.

Mas quê, esses "reformadores" não passam de hipócritas, assim como os artistas milionários que são comunistas mas não dividem um centavo sequer dos seus patrimônios pessoais.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Companheiro Obama


Eu estava nos EUA em abril de 2011, quando Osama Bin Laden foi morto. A história nunca me cheirou bem. Uma boa parte do mundo gastou anos e bilhões na caça a Osama Bin Laden, sem resultado nenhum. De repente, do nada, ele é encontrado vivendo uma vida pacata numa mansão, numa das maiores cidades do Paquistão (não escondido nas cavernas).

Além disso, qualquer charge ou vídeo da internet provoca comoção no mundo do Islã, mas a morte do chefão da Al Qaeda foi recebida com razoável naturalidade. Tudo muito burocrático.

Como já escrevi aqui, esta história sempre me pareceu o seguinte: Osama já estava afastado da liderança da Al Qaeda, era carta fora do baralho. Por outro lado, o companheiro Obama estava com sua popularidade próxima do chão, e disputaria uma reeleição em 2012. Para a Al Qaeda Osama não tinha mais serventia, mas poderia turbinar o potencial eleitoral do companheiro Obama a ajudar a mantê-lo no poder dos EUA, o que de fato aconteceu.

Agora Obama acaba de entregar os 5 principais terroristas da Al Qaeda, que estavam presos em Guantanamo, em troca de um soldado americano. Ou seja, o sujeito que era carta fora do baralho ele manda matar, mas terroristas importantes ele recoloca em atividade (e logo estarão matando cidadãos americanos em algum lugar do mundo).

O que aconteceu com o “não negociamos com terroristas”, que vemos os presidentes americanos dizendo nos filmes? Pois é, o companheiro Obama negocia com terroristas.

Inicialmente eu até fiquei com pena do tal soldado americano, mas aí fui entender melhor o assunto em www.anncoulter.com, e lá fiquei sabendo do seguinte:

- O soldado enviou vários e mails para o seu pai dizendo que odiava os Estados Unidos e as forças armadas americanas, e que não aguentava mais aquilo. Tais e mails vieram a público porque o pai do soldado os apresentou para a imprensa, cheio de orgulho do filho;

- O pai respondeu ao filho dizendo: “siga a sua consciência”;

- Dias depois o soldado abandonou voluntariamente o seu posto, ou seja, desertou em zona de combate;

- Poucos dias após a deserção, soldados americanos que acompanham as frequências de rádio do Talibã ouviram que um americano estava procurando um talibã que falasse inglês;

- Segundo o comandante da unidade do soldado desertor declarou em entrevista à CNN, dias após a deserção os ataques do talibã à sua unidade passaram a ser muito mais efeitvos. Segundo ele era como se de repente os talibãs tivessem descoberto os pontos fracos da sua unidade. Coincidência?

- Passado algum tempo o desertor cansou de brincar daquilo, e quis voltar para os EUA, e em troca da sua libertação Obama devolveu ao talibã os 5 terroristas mais perigosos de Guantanamo.

Analisando este conjunto todo de fatos, questiono – é possível que Obama seja tão burro? Ou existe um método óbvio por trás disso?

No link abaixo, uma matéria da Fox News, onde lidernaças do talibã declaram que após a troca eles estão muito mais motivados para sequestrar soldados americanos.


 

De José Maria e Silva

Na prática, o conteúdo já está controlado há muito. Eu não preciso assistir ao oligofrênico noticiário de televisão para saber que o “Jornal Nacio­nal”, por exemplo, parece ser editado pelos espíritos de Michel Foucault, no campo dos costumes, saúde e segurança pública, e de Paulo Freire, no campo da educação. Prova disso é que a única voz do noticiário em horário nobre da televisão que tentou destoar desse pensamento marxista pós-moderno – a jornalista Rachel She­he­razade – foi sistematicamente perseguida pelas patrulhas de esquerda até se tornar, provavelmente, a primeira bonequinha de luxo em forma de âncora da TV mundial.
 
Se a presidente Dilma Rousseff for reeleita, a imprensa brasileira corre um grande risco de passar pelo que estão passando os veículos de comunicação da Venezuela e da Argentina. E não adianta achar – como os ingênuos tucanos – que o Brasil é institucionalmente mais estável do que seus vizinhos e que não corre o risco de submergir a uma ditatura institucional nos moldes do PRI mexicano ou do bolivarianismo de Hugo Chávez. Se o governo petista quiser quebrar a espinha dorsal dos grandes veículos de comunicação, ele tem o amparo dos artigos 220 e 221 da Consti­tuição para agir assim. E não será um Supremo cada vez mais bolivariano que conseguirá lhe dizer não. O Congresso Nacional pode até tentar, mas com credibilidade zero, pois estará advogando em causa própria, já que os oligarcas estaduais, presentes ou bem representados no Senado e na Câmara, estão entre os maiores donos de concessões de rádio e TV pelo País afora.