quarta-feira, 2 de julho de 2014
Do Rodrigo Constantino
A simbiose entre estado e artistas é nefasta para a liberdade de expressão. O cão não morde a mão que o alimenta. Quando todos dependem das verbas estatais, todos são reféns dos governantes com o poderoso carimbo de aprovação. A ideologia e o proselitismo tomam conta das artes.
Futebol X decadência
A jornalista conservadora americana Ann Coulter escreve uma coluna semanal às 4as feiras (publicadas no seu site www.anncoulter.com às 5as feiras). Eu não perco uma.
Na semana passada, contudo, a coluna de Ann Coulter foi sobre o crescimento da popularidade do futebol nos EUA, relacionando isso com a decadência do país. Li e pensei "que bobagem".
Sou torcedor do Internacional de Porto Alegre e leio diariamente o Blog Vermelho (vermelho da cor do Inter, não do comunismo). Um dos redatores do blog é um brasileiro naturalizado americano, que é democrata fanático e acredita em tudo o que Obama e a CNN dizem. Ele não consegue perceber que Obama, na melhor das hipóteses, está transformando os EUA numa república de bananas latinoamericana. Hoje esta pessoa publicou um texto no referido blog, do qual extraí o trecho abaixo:
"Eu já venho há anos explicando aqui que o futebol cresce ano a ano nos EUA, mas sinto que alem do impulso normal que a Copa sempre dá aqui, dessa vez o pulo foi maior ainda. Milhares de pessoas encheram parques , estadios, bares, casas pra ver esses jogos. A velha guarda Americana que sempre gostou de criticar futebol, falar mal, chamar de esporte de meninas, tedioso...essa velha guarda está desaparecendo...morrendo...se aposentando. As gerações mais jovens já estão acustumados com o esporte...não é mais esporte pra estrangeiro. O Crescimento está deixando de ser grande para ser meteórico."
Retomo: ao ler isso, reconsiderei a minha primeira opinião sobre a referida coluna de Ann Coulter. Pode existir sim um paralelo entre a decadência americana e o crescimento da popularidade do futebol no país. A tal "velha guarda" referida acima é aquela que arregaçou as mangas para construir a nação mais rica da história da humanidade, fundada em trabalho duro e num conjunto de valores morais. A "nova guarda", que gosta de futebol e vota em Obama, é composta por imigrantes ilegais, filhos de imigrantes latinoamericanos e pelos próprios filhos da "velha guarda", uma geração que não precisou fazer esforço nenhum para usufruir o padrão de vida que tem. Como é possível perceber no trecho transcrito acima, o obamista acha que a tal "velha guarda" já vai tarde. O futuro dos EUA, na melhor das hipóteses, é ser um Brasil, ou uma Argentina.
Na semana passada, contudo, a coluna de Ann Coulter foi sobre o crescimento da popularidade do futebol nos EUA, relacionando isso com a decadência do país. Li e pensei "que bobagem".
Sou torcedor do Internacional de Porto Alegre e leio diariamente o Blog Vermelho (vermelho da cor do Inter, não do comunismo). Um dos redatores do blog é um brasileiro naturalizado americano, que é democrata fanático e acredita em tudo o que Obama e a CNN dizem. Ele não consegue perceber que Obama, na melhor das hipóteses, está transformando os EUA numa república de bananas latinoamericana. Hoje esta pessoa publicou um texto no referido blog, do qual extraí o trecho abaixo:
"Eu já venho há anos explicando aqui que o futebol cresce ano a ano nos EUA, mas sinto que alem do impulso normal que a Copa sempre dá aqui, dessa vez o pulo foi maior ainda. Milhares de pessoas encheram parques , estadios, bares, casas pra ver esses jogos. A velha guarda Americana que sempre gostou de criticar futebol, falar mal, chamar de esporte de meninas, tedioso...essa velha guarda está desaparecendo...morrendo...se aposentando. As gerações mais jovens já estão acustumados com o esporte...não é mais esporte pra estrangeiro. O Crescimento está deixando de ser grande para ser meteórico."
Retomo: ao ler isso, reconsiderei a minha primeira opinião sobre a referida coluna de Ann Coulter. Pode existir sim um paralelo entre a decadência americana e o crescimento da popularidade do futebol no país. A tal "velha guarda" referida acima é aquela que arregaçou as mangas para construir a nação mais rica da história da humanidade, fundada em trabalho duro e num conjunto de valores morais. A "nova guarda", que gosta de futebol e vota em Obama, é composta por imigrantes ilegais, filhos de imigrantes latinoamericanos e pelos próprios filhos da "velha guarda", uma geração que não precisou fazer esforço nenhum para usufruir o padrão de vida que tem. Como é possível perceber no trecho transcrito acima, o obamista acha que a tal "velha guarda" já vai tarde. O futuro dos EUA, na melhor das hipóteses, é ser um Brasil, ou uma Argentina.
O petróleo é nosso!
Na Noruega, onde uma parte dos rendimentos da exploração do petróleo é depositada em conta bancária de cada cidadão do país.
No Brasil o petróleo é dos petistas.
No Brasil o petróleo é dos petistas.
terça-feira, 1 de julho de 2014
Um dia depois do outro
Em 15 de janeiro de 1985 eu era um jovem adolescente (15 anos) que se interessava por política. Eu acreditava no futuro do Brasil.
Naquele dia eu acordei cedo para acompanhar ao vivo, pela TV, a votação no colégio eleitoral, que elegeu Tancredo Neves (PMDB) presidente da república.
Naquele dia Tancredo (PMDB) enfrentou Paulo Maluf (PDS). Nas semanas e meses anteriores à votação o PMDB havia trabalhado (com sucesso) para me convencer de que Paulo Maluf representava a encarnação de todos os males que assolaram a humanidade desde o surgimento do primeiro homem sobre a terra. O PT não votou em nenhum dos dois candidatos, e expulsou três deputados que ousaram votar em Tancredo. Para o PT, sob o comando de Lula, ambos os candidatos eram ruins demais para serem votados.
Passados 29 anos, eu não tenho mais nenhuma esperança no futuro do país. E Maluf e o PMDB estão abraçados em São Paulo, sob o patrocínio de Lula (PT). Paulo Skaf, o candidato do PMDB a governador, afirma que ele representa "o novo"...
Naquele dia eu acordei cedo para acompanhar ao vivo, pela TV, a votação no colégio eleitoral, que elegeu Tancredo Neves (PMDB) presidente da república.
Naquele dia Tancredo (PMDB) enfrentou Paulo Maluf (PDS). Nas semanas e meses anteriores à votação o PMDB havia trabalhado (com sucesso) para me convencer de que Paulo Maluf representava a encarnação de todos os males que assolaram a humanidade desde o surgimento do primeiro homem sobre a terra. O PT não votou em nenhum dos dois candidatos, e expulsou três deputados que ousaram votar em Tancredo. Para o PT, sob o comando de Lula, ambos os candidatos eram ruins demais para serem votados.
Passados 29 anos, eu não tenho mais nenhuma esperança no futuro do país. E Maluf e o PMDB estão abraçados em São Paulo, sob o patrocínio de Lula (PT). Paulo Skaf, o candidato do PMDB a governador, afirma que ele representa "o novo"...
Paulo Eduardo Martins troca o jornalismo pela política
O excelente jornalista Paulo Eduardo Martins anunciou no fim de semana que deixa o jornalismo para se candidatar a deputado federal pelo PSC. Alguns fãs do jornalista se disseram decepcionados com a sua decisão. A sua resposta foi a seguinte:
"O PT está controlando a mídia. Quer que eu fique esperando esses canalhas me calarem? O mandato me garante um microfone para continuar o combate”.
"O PT está controlando a mídia. Quer que eu fique esperando esses canalhas me calarem? O mandato me garante um microfone para continuar o combate”.
O estado a serviço do partido
Da Veja.com
Está montado no 24º andar do edifício-sede da Petrobras o palco para a presidente Dilma Rousseff anunciar, daqui a pouco, o recorde de produção do pré-sal, que, pelos números da empresa, superou os 500.000 barris por dia. A quatro dias do início da campanha, o evento é uma oportunidade para a presidente apresentar algo positivo sobre a empresa, mergulhada numa crise que mistura a compra da refinaria de Pasadena, os custos da usina de Abreu e Lima e o envolvimento de altos executivos com uma quadrilha de lavagem de dinheiro, na qual aparecem as digitais do ex-presidente da Câmara, o petista André Vargas.
Um detalhe no painel comemorativo destaca a ‘digital’ petista no pré-sal: uma singela estrelinha vermelha ressalta o pico no gráfico que indica a marca de 520.000 barris/dia, no dia 24 de junho. Só falta o P e o T. E talvez "saudações" para os companheiros.
Está montado no 24º andar do edifício-sede da Petrobras o palco para a presidente Dilma Rousseff anunciar, daqui a pouco, o recorde de produção do pré-sal, que, pelos números da empresa, superou os 500.000 barris por dia. A quatro dias do início da campanha, o evento é uma oportunidade para a presidente apresentar algo positivo sobre a empresa, mergulhada numa crise que mistura a compra da refinaria de Pasadena, os custos da usina de Abreu e Lima e o envolvimento de altos executivos com uma quadrilha de lavagem de dinheiro, na qual aparecem as digitais do ex-presidente da Câmara, o petista André Vargas.
Um detalhe no painel comemorativo destaca a ‘digital’ petista no pré-sal: uma singela estrelinha vermelha ressalta o pico no gráfico que indica a marca de 520.000 barris/dia, no dia 24 de junho. Só falta o P e o T. E talvez "saudações" para os companheiros.
De Bene Barbosa
A criação, em 1997,
de um cadastro nacional de armas de fogo no Brasil foi, para os mais atentos, um
sinal de alerta. Afinal, na prática, para que serve um cadastro deste? A
pergunta era simples, mas não foi feita, ou melhor, foi feita por poucos e
ignorada pela absoluta maioria. A desconfiança, como verão abaixo, não era
vazia, mas, ao contrário, fundada em amplos antecedentes históricos.
A Alemanha nazista, o
Japão feudal, a extinta URSS, Cuba, Coréia do Norte, China, todos, em algum
momento, fizeram alguma espécie de registro ou levantamento de proprietários de
armas de fogo e, logo em seguida, as confiscaram, ao que se seguiram banhos de
sangue, exatamente daqueles que, agora desarmados, ousaram levantar a voz contra
a ideologia dominante.
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