segunda-feira, 7 de julho de 2014
De Carlos Alberto Di Franco
A fórmula Lulinha e Dilminha paz e amor acabou. Agora, com o Estado aparelhado, o Congresso ameaçado pelo decreto de Dilma que inaugura a governança via conselhos, obviamente controlados pelo governo, e a imprensa fustigada, o lulismo mostra sua verdadeira cara: o rosto do caudilhismo.
domingo, 6 de julho de 2014
O maná do século XXI
Sexta de manhã assisti um pedaço de um telejornal local. A reportagem era sobre os efeitos danosos do álcool nos jovens. No mesmo dia à noite assisti um pedaço do jornal da Cultura. A reportagem era sobre os efeitos danosos do álcool nas mulheres.
O cigarro já foi transformado em inimigo público número 1, e seu consumo é quase um ato de lesa pátria.
Glúten, gordura, açucar, ovo, carne, estão todos sempre levando pau dos especialistas.
O Kinder Ovo já foi proibido...
Do jeito que vai, no futuro os socialistas e politicamente corretos só permitirão um único produto para consumo humano: a maconha.
O cigarro já foi transformado em inimigo público número 1, e seu consumo é quase um ato de lesa pátria.
Glúten, gordura, açucar, ovo, carne, estão todos sempre levando pau dos especialistas.
O Kinder Ovo já foi proibido...
Do jeito que vai, no futuro os socialistas e politicamente corretos só permitirão um único produto para consumo humano: a maconha.
sábado, 5 de julho de 2014
Socialismo em São Paulo
Quiseram os eleitores que São Paulo fosse a primeira cidade do Brasil a começar a implantação do socialismo.
Segundo informa Reinaldo Azevedo em texto de hoje, a mais nova ação do poder público da cidade foi proibir a venda do chocolate Kinder Ovo no município de São Paulo. Por que? Bem, desde quando socialistas precisam justificar os seus atos? Como sempre agem pelo "bem do povo" eles possuem uma carta branca geral.
Mas para a população de São Paulo isto não será um grande problema, afinal eles poderão comprar o Kinder Ovo em qualquer outro município da região metropolitana. Mais ou menos como os moradores de Berlim Oriental buscavam comida em Berlim Ocidental. Logo os planejadores socialistas de São Paulo perceberão que só existem duas maneiras de fazer o socialismo "funcionar": ou implanta no país todo (para que nenhuma cidade venda Kinder Ovo), ou constrói um grande muro cercando São Paulo, de forma que seus habitantes não possam mais ir aos municípios vizinhos sem pedir autorização prévia ao prefeito Haddad...
Segundo informa Reinaldo Azevedo em texto de hoje, a mais nova ação do poder público da cidade foi proibir a venda do chocolate Kinder Ovo no município de São Paulo. Por que? Bem, desde quando socialistas precisam justificar os seus atos? Como sempre agem pelo "bem do povo" eles possuem uma carta branca geral.
Mas para a população de São Paulo isto não será um grande problema, afinal eles poderão comprar o Kinder Ovo em qualquer outro município da região metropolitana. Mais ou menos como os moradores de Berlim Oriental buscavam comida em Berlim Ocidental. Logo os planejadores socialistas de São Paulo perceberão que só existem duas maneiras de fazer o socialismo "funcionar": ou implanta no país todo (para que nenhuma cidade venda Kinder Ovo), ou constrói um grande muro cercando São Paulo, de forma que seus habitantes não possam mais ir aos municípios vizinhos sem pedir autorização prévia ao prefeito Haddad...
Pode aposentar João Santana
Cenário 1: Brasil campeão mundial
Na camapanha: imagem de Dilma entregando a taça aos jogaores, enquanto o narrador vai dizendo algo como: este é o Brasil do PT, um país vencedor, um país campeão, um país que não foge dos desafios, que enfrenta os adversários, que parte prá cima das adversidades, e que corre sempre em busca da vitória. E em time vencedor não se mexe.
Neste cenário Dilma deveria ser eleita em primeiro turno com uns 70% dos votos válidos.
Cenário 1.a: Brasil campeão mundial sem Neymar, que teve sua coluna quebrada por um troglodita
Na camapanha: imagem de Dilma entregando a taça aos jogaores, enquanto o narrador vai dizendo algo como: este é o Brasil do PT, um país vencedor, um país campeão, um país que não foge dos desafios, que enfrenta os adversários, que parte prá cima das adversidades, e que corre sempre em busca da vitória. E em time vencedor não se mexe. Aí a imagem muda para a cena do atropelamento de Neymar e ele urrando de dor no chão, enquanto o locutor segue: nossos adversários podem até tentar nos derrubar, tentar nos quebrar, mas o PT é como o povo Brasileiro, e se fortalece nas adversidades. Nossos adversários não conseguirão nos impedir de seguir lutando pelo bem do povo brasileiro.
Neste cenário Dilma deveria ser eleita em primeiro turno com uns 95% dos votos válidos.
Com uma votação tão consagradora não será necessário nem esperar o simbolismo da posse em janeiro de 2015 para começar a implantar a ditadura bolivariana.
Na camapanha: imagem de Dilma entregando a taça aos jogaores, enquanto o narrador vai dizendo algo como: este é o Brasil do PT, um país vencedor, um país campeão, um país que não foge dos desafios, que enfrenta os adversários, que parte prá cima das adversidades, e que corre sempre em busca da vitória. E em time vencedor não se mexe.
Neste cenário Dilma deveria ser eleita em primeiro turno com uns 70% dos votos válidos.
Cenário 1.a: Brasil campeão mundial sem Neymar, que teve sua coluna quebrada por um troglodita
Na camapanha: imagem de Dilma entregando a taça aos jogaores, enquanto o narrador vai dizendo algo como: este é o Brasil do PT, um país vencedor, um país campeão, um país que não foge dos desafios, que enfrenta os adversários, que parte prá cima das adversidades, e que corre sempre em busca da vitória. E em time vencedor não se mexe. Aí a imagem muda para a cena do atropelamento de Neymar e ele urrando de dor no chão, enquanto o locutor segue: nossos adversários podem até tentar nos derrubar, tentar nos quebrar, mas o PT é como o povo Brasileiro, e se fortalece nas adversidades. Nossos adversários não conseguirão nos impedir de seguir lutando pelo bem do povo brasileiro.
Neste cenário Dilma deveria ser eleita em primeiro turno com uns 95% dos votos válidos.
Com uma votação tão consagradora não será necessário nem esperar o simbolismo da posse em janeiro de 2015 para começar a implantar a ditadura bolivariana.
quinta-feira, 3 de julho de 2014
25 anos esta manhã
Hoje estou completando 25 anos de carreira. Comecei a trabalhar na manhã do dia 3 de julho de 1989. Cheio de sonhos, cheio de expectativas. E cheio de nervosismo.
Durante uma parte deste percurso, me pareceu que tudo ia na direção certa: eleição direta para presidente (89), expulsão de políticos corruptos, estabilização econômica, privatizações, responsabilidade fiscal, investimentos internacionais. Junto com o país a economia crescia, e os ventos sopravam a favor da minha carreira.
Mas eis que veio o mês de outubro de 2002 para decretar a perpetuidade da nossa condição de "país do futuro", sem nunca efetivamente chegarmos ao futuro (pelo menos não ao futuro como esperávamos que fosse). Ali se iniciou o processo de destruição do país, processo este que atualmente se encontra sob responsabilidade de Dilma. Como a ignorância política dos empresários é oceânica, a verdade é que este processo de destruição até hoje ainda não afetou a minha carreira. Não faltam (ainda) loucos querendo investir seu dinheiro no Brasil. Mas eles são cada vez menos.
Atuo e atuei sempre como consultor de empresas. Nunca fiz outra coisa nesses 25 anos. Acompanhar as trasnformações do mundo corporativo durante este período também me trouxe frustrações. O mundo corporativo sempre teve algo de teatral, de faz de conta. Mas ao longo do período que acompanho suas transformações, vejo o lado teatral passando a ser o mais relevante. A essência vai progressivamente perdendo espaço para a aparência. As pessoas que efetivamente sabem fazer são cada vez mais relegadas a posições periféricas nas empresas, ao passo em que os cargos mais importantes (e de melhor remuneração) são conferidos aos bem falantes, aos bem articulados, aos vendedores de sonhos, de soluções fáceis e de falsas esperanças (qualquer semelhança com a política não é mera coincidência, é um sinal dos tempos).
As pessoas passam por cargos e empresas de forma cada vez mais meteórica. Chegam aos cargos de comando antes de terem tempo de amadurecer para a função. Tomam decisões absurdas. 2 ou 3 anos depois quando aparecem as consequências das decisões erradas eles não estão mais lá para responder por elas, foram promovidos ou mudaram de empresa. Isto contribui para a irresponsabilidade no processo de tomada de decisões. O importante passou a ser o efeito imediato, efeito este que vai assegurar a promoção. Ninguém se preocupa com o médio e longo prazo, pois não estarão mais lá para ver no que deu.
E as perspectivas para os próximos 25 anos?
As minhas não são boas.
No lado profissional, cada vez tenho menos paciência para seguir sendo um dos palhaços no picadeiro do grande circo chamado mundo corporativo.
Em relação ao país, imagino que daqui 25 anos já seremos a República Popular Socialista Bolivariana dos Trabalhadores do Brasil. Ou, quem sabe, faremos parte da URSAL, a União sas Repúblicas Socialistas da América Latina, que é o objetivo declarado do Foro de São Paulo desde sua fundação por Lula e Fidel em 1991. Independentemente do resultado eleitoral de 2014.
Se me aparecesse um gênio e me oferecesse um desejo eu pediria para viver os próximos 25 anos em direção ao passado (mentira, eu pediria para ganhar na Megasena...).
Durante uma parte deste percurso, me pareceu que tudo ia na direção certa: eleição direta para presidente (89), expulsão de políticos corruptos, estabilização econômica, privatizações, responsabilidade fiscal, investimentos internacionais. Junto com o país a economia crescia, e os ventos sopravam a favor da minha carreira.
Mas eis que veio o mês de outubro de 2002 para decretar a perpetuidade da nossa condição de "país do futuro", sem nunca efetivamente chegarmos ao futuro (pelo menos não ao futuro como esperávamos que fosse). Ali se iniciou o processo de destruição do país, processo este que atualmente se encontra sob responsabilidade de Dilma. Como a ignorância política dos empresários é oceânica, a verdade é que este processo de destruição até hoje ainda não afetou a minha carreira. Não faltam (ainda) loucos querendo investir seu dinheiro no Brasil. Mas eles são cada vez menos.
Atuo e atuei sempre como consultor de empresas. Nunca fiz outra coisa nesses 25 anos. Acompanhar as trasnformações do mundo corporativo durante este período também me trouxe frustrações. O mundo corporativo sempre teve algo de teatral, de faz de conta. Mas ao longo do período que acompanho suas transformações, vejo o lado teatral passando a ser o mais relevante. A essência vai progressivamente perdendo espaço para a aparência. As pessoas que efetivamente sabem fazer são cada vez mais relegadas a posições periféricas nas empresas, ao passo em que os cargos mais importantes (e de melhor remuneração) são conferidos aos bem falantes, aos bem articulados, aos vendedores de sonhos, de soluções fáceis e de falsas esperanças (qualquer semelhança com a política não é mera coincidência, é um sinal dos tempos).
As pessoas passam por cargos e empresas de forma cada vez mais meteórica. Chegam aos cargos de comando antes de terem tempo de amadurecer para a função. Tomam decisões absurdas. 2 ou 3 anos depois quando aparecem as consequências das decisões erradas eles não estão mais lá para responder por elas, foram promovidos ou mudaram de empresa. Isto contribui para a irresponsabilidade no processo de tomada de decisões. O importante passou a ser o efeito imediato, efeito este que vai assegurar a promoção. Ninguém se preocupa com o médio e longo prazo, pois não estarão mais lá para ver no que deu.
E as perspectivas para os próximos 25 anos?
As minhas não são boas.
No lado profissional, cada vez tenho menos paciência para seguir sendo um dos palhaços no picadeiro do grande circo chamado mundo corporativo.
Em relação ao país, imagino que daqui 25 anos já seremos a República Popular Socialista Bolivariana dos Trabalhadores do Brasil. Ou, quem sabe, faremos parte da URSAL, a União sas Repúblicas Socialistas da América Latina, que é o objetivo declarado do Foro de São Paulo desde sua fundação por Lula e Fidel em 1991. Independentemente do resultado eleitoral de 2014.
Se me aparecesse um gênio e me oferecesse um desejo eu pediria para viver os próximos 25 anos em direção ao passado (mentira, eu pediria para ganhar na Megasena...).
Do Rodrigo Constantino
O legado de Obama é um completo fracasso, seja na economia, seja na política externa, seja em qualquer lugar. O homem achou que belas palavras eram suficientes para resolver todos os problemas. Ele acreditou na farsa, no poder de sua retórica. Deu nisso.
Agora é só aguardar até a esquerda criar um novo mito, um ícone de esperança e utopia. Eis a história da esquerda: pulando de galho podre em galho podre, como se não houvesse o ontem…
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Do Olavo de Carvalho
Quando um homem normal diz “sociedade civil”, ele designa com isso a totalidade
das pessoas dotadas de direitos civis e políticos. Quando um comunista usa o
mesmo termo, ele sabe que os profanos o ouvirão exatamente assim, mas que os
iniciados saberão perfeitamente que se trata apenas de um reduzido círculo de
organizações e movimentos criados pelo Partido para fazer a parte suja do
serviço sem comprometê-lo diretamente.
Na
estratégia comunista, trocar a representação eleitoral pelo governo direto
dessas organizações e movimentos é, desde há mais de um século, a virada
decisiva, o “salto qualitativo” que, após uma longa acumulação de subversões e
corrosões, marca a passagem de qualquer regime para uma ditadura socialista.
Para
quem quer que conheça a história do comunismo, isso é uma obviedade patente, mas
quem está acostumado a pensar segundo a “heurística disponível” da mídia usual,
quem se recusou por mais de vinte anos a enxergar o que se preparava, talvez não
venha a enxergá-lo nem mesmo depois de realizado. Muitos irão para o Gulag ou
para o “paredón” jurando que é apenas um sonho mau.
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