A dívida pública está em $2.7 trilhões. A maior parte é dívida interna, e os credores somos nós, que temos aplicações financeiras. O custo da dívida interna está em mais de 14% ao ano. Não sei qual a taxa média quando considerada a parcela de dívida externa, mas para fins de raciocínio vamos deixar o custo da dívida em 10% ao ano.
Isto significa que a conta de juros em 2015 é algo em torno de R$270 bilhões. Some-se a isso o déficit primário de R$100 bilhões previsto pelo governo, e concluímos que o endividamento público precisou/precisará crescer R$370 bilhões em 2015.
Ou seja, só o que a dívida cresce em 2015 custará R$37 bilhões em juros ao ano, a partir de 2016. E assim por diante.
Enquanto isso, o governo apresenta como solução mágica para o seu "ajuste fiscal" a recriação da CPMF, que segundo estimativas do banana Levy geraria uns R$20 bilhões de arrecadação ao ano. Ou seja, a CPMF não cobriria nem o custo de juros gerado apenas pelo crescimento da dívida em 2015.
Conclusão: o Brasil acabou. Ou vem calote da dívida pública por aí. Você tem aplicação financeira?
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Qual a saída institucional?
O general comandante do sul, que disse algumas verdades sobre a situação do país, foi exonerado, e transferido para um cargo em Brasília, onde comandará apenas uma mesa. A exoneração ocorreu sob aplausos de todos aqueles que não gostam do PT, mas que defendem uma saída institucional.
Ao longo dos últimos meses tenho ironizado os integrantes deste grupo, dizendo que são aqueles que vivem no Brasil mas que acreditam estar vivendo no Canadá.
Nossa Constituição infelizmente não previu uma saída institucional para o momento em que TODAS as instituições fossem dominadas pelo crime e/ou bolivarianismo.
Parece que aqueles que defendem uma saída institucional só vão perceber que talvez a saída tenha que ser não institucional quando nem esta for mais possível.
Ao longo dos últimos meses tenho ironizado os integrantes deste grupo, dizendo que são aqueles que vivem no Brasil mas que acreditam estar vivendo no Canadá.
Nossa Constituição infelizmente não previu uma saída institucional para o momento em que TODAS as instituições fossem dominadas pelo crime e/ou bolivarianismo.
Parece que aqueles que defendem uma saída institucional só vão perceber que talvez a saída tenha que ser não institucional quando nem esta for mais possível.
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
O culpado será sempre o capitalismo
Resumo do post abaixo:
1) O ser humano reproduz sem parar, mais que coelho, e aí o capitalismo tem que se desdobrar para prover casa, comida, roupa, energia, etc., para esta multidão que cresce ao infinito. Aí vêm os comunistas travestidos de ambientalistas e vomitam: "a ganância capitalista está exaurindo nosso planeta", "estão acabando com nossos recursos naturais finitos", "estão poluindo os rios, o ar". "Capitalismo maldito".
2) Mas digamos então que o capitalismo sente em berço esplêndido, e deixe de prover tudo isso para aqueles que nascem (sem parar). Aí virão os mesmos comunistas, só que sem estarem travestidos de ambientalistas, e dirão: "o capitalismo é um sistema que só produz desigualdade social, vejam aí milhões sem casa, sem roupa, sem comida". "Maldito capitalismo".
1) O ser humano reproduz sem parar, mais que coelho, e aí o capitalismo tem que se desdobrar para prover casa, comida, roupa, energia, etc., para esta multidão que cresce ao infinito. Aí vêm os comunistas travestidos de ambientalistas e vomitam: "a ganância capitalista está exaurindo nosso planeta", "estão acabando com nossos recursos naturais finitos", "estão poluindo os rios, o ar". "Capitalismo maldito".
2) Mas digamos então que o capitalismo sente em berço esplêndido, e deixe de prover tudo isso para aqueles que nascem (sem parar). Aí virão os mesmos comunistas, só que sem estarem travestidos de ambientalistas, e dirão: "o capitalismo é um sistema que só produz desigualdade social, vejam aí milhões sem casa, sem roupa, sem comida". "Maldito capitalismo".
Um desastre ambiental
Leiam esta notícia da Veja.com. Comento na sequência.
"O Partido Comunista da China (PCC) anunciou nesta quinta-feira após seu plenário anual de quatro dias que "todos os casais" do país poderão ter até dois filhos, uma reforma que põe fim a mais de 30 anos da chamada "política do filho único". A reforma, anunciada no mesmo dia em que o regime comunista aprova seu XIII Plano Quinquenal para o período 2016-2020, representa mais um passo no afrouxamento das estritas políticas demográficas. O abrandamento começou em 2013 com a ampliação do número de exceções para os casais que queriam ter um segundo filho."
Comento: vivemos a época da permanente preocupação com o meio ambiente. A água vai acabar. O ar está sujo. As matérias primas estariam se esgotando. E tudo, claro, é sempre culpa do capitalismo. Não passa pela cabeça (ou passa...) dos ambientalistas, jornalistas e ativistas em geral que a culpa não é do capitalismo, a culpa é da reprodução humana. Quanto mais nos reproduzimos, mais o capitalismo tem que prover moradia, transporte, roupas, alimentos e energia para mais gente. E ai do capitalismo se não prover essas coisas todas, será (é) acusado de "fonte da desigualdade social". Mas o fato é que cada nascimento implica um impacto ambiental tremendo. Pensemos apenas na água: se uma pessoa consumir modestos 40 litros de água por dia (com banho, alimentação, hidratação, lavagem de roupas e louça, descarga, e limpeza da casa) terá consumido mais de 1 milhão de litros de água ao longo de uma vida de 70 anos. Uma única pessoa. Não tem planeta que aguente. Agora imagine todo o resto que uma pessoa precisa para viver em condições de civilização. A decisão do governo Chinês, em linha com uma nação que tem pretensões de expansão territorial, significa um verdadeiro desastre ambiental. Nos próximos anos esta decisão significará um aumento populacional de mais algumas centenas de milhões, num planeta que já estaria próximo da quantidade de gente que conseguiria sustentar.
"O Partido Comunista da China (PCC) anunciou nesta quinta-feira após seu plenário anual de quatro dias que "todos os casais" do país poderão ter até dois filhos, uma reforma que põe fim a mais de 30 anos da chamada "política do filho único". A reforma, anunciada no mesmo dia em que o regime comunista aprova seu XIII Plano Quinquenal para o período 2016-2020, representa mais um passo no afrouxamento das estritas políticas demográficas. O abrandamento começou em 2013 com a ampliação do número de exceções para os casais que queriam ter um segundo filho."
Comento: vivemos a época da permanente preocupação com o meio ambiente. A água vai acabar. O ar está sujo. As matérias primas estariam se esgotando. E tudo, claro, é sempre culpa do capitalismo. Não passa pela cabeça (ou passa...) dos ambientalistas, jornalistas e ativistas em geral que a culpa não é do capitalismo, a culpa é da reprodução humana. Quanto mais nos reproduzimos, mais o capitalismo tem que prover moradia, transporte, roupas, alimentos e energia para mais gente. E ai do capitalismo se não prover essas coisas todas, será (é) acusado de "fonte da desigualdade social". Mas o fato é que cada nascimento implica um impacto ambiental tremendo. Pensemos apenas na água: se uma pessoa consumir modestos 40 litros de água por dia (com banho, alimentação, hidratação, lavagem de roupas e louça, descarga, e limpeza da casa) terá consumido mais de 1 milhão de litros de água ao longo de uma vida de 70 anos. Uma única pessoa. Não tem planeta que aguente. Agora imagine todo o resto que uma pessoa precisa para viver em condições de civilização. A decisão do governo Chinês, em linha com uma nação que tem pretensões de expansão territorial, significa um verdadeiro desastre ambiental. Nos próximos anos esta decisão significará um aumento populacional de mais algumas centenas de milhões, num planeta que já estaria próximo da quantidade de gente que conseguiria sustentar.
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Estão atiçados
Como bem observa Theodore Dalrymple, o processo de dominação cultural da esquerda é sempre o mesmo: primeiro o impensável se torna pensável, e logo depois se torna verdade absoluta.
De algumas semanas para cá começamos a ouvir esquerdistas falando em "ir para o pau", em "quebrar vagabundo", em "fuzilar burguês". É o primeiro passo, transformar o impensável em algo pensável, discutível, criticável, etc.
Logo aí na frente o impensável se tornará verdade absoluta, e esquerdista passando fogo ou descendo porrada em adversário passará a ser visto como algo normal.
Os esquerdistas estão muito próximos de atingir o nível de poder no Brasil que eles ambicionam há 100 anos. Imagino a sua ansiedade. A maior tara de um esquerdista é passar fogo nos seus opositores. Petistas e afins já devem estar fazendo curso de tiro...
De algumas semanas para cá começamos a ouvir esquerdistas falando em "ir para o pau", em "quebrar vagabundo", em "fuzilar burguês". É o primeiro passo, transformar o impensável em algo pensável, discutível, criticável, etc.
Logo aí na frente o impensável se tornará verdade absoluta, e esquerdista passando fogo ou descendo porrada em adversário passará a ser visto como algo normal.
Os esquerdistas estão muito próximos de atingir o nível de poder no Brasil que eles ambicionam há 100 anos. Imagino a sua ansiedade. A maior tara de um esquerdista é passar fogo nos seus opositores. Petistas e afins já devem estar fazendo curso de tiro...
terça-feira, 27 de outubro de 2015
Proíbam os microondas e as guitarras!
Da Veja.com:
Um jovem de 23 anos foi preso após confessar o assassinato de um amigo na quinta-feira passada. Segundo a revista americana Time, o suspeito, Damon Perry, disse à polícia que agrediu o colega com um micro-ondas e uma guitarra após acreditar que ele estaria se transformando em um zumbi que tentava mordê-lo.
O caso aconteceu em Albuquerque, cidade do estado americano Novo México. Ainda de acordo com a publicação, Perry teria passado por uma maratona de episódios da série The Walking Dead - sobre zumbis - na Netflix, e bebia com o amigo e vizinho, Christopher Paquin, 23, antes de cometer o crime.
O preço da vida
Terminou mais uma greve dos bancários. Aguardemos agora a greve do ano que vem. E assim será ano após ano enquanto o bolivarianismo permitir a existência de bancos, ou enquanto os bancos não conseguirem substituir 100% da sua força de trabalho por sistemas.
Tradicionalmente os bancários em greve emporcalham as fachadas das agências com cartazes de "estamos em greve". Neste ano havia também cartazes novos com "bancos matam" e "bancos causam doenças".
Leio na imprensa que os bancários voltaram ao trabalho em troca de um aumento de 10%. Ou seja, os bancos podem seguir "matando" e "causando doenças". O preço da vida dos bancários? 10%...
Tradicionalmente os bancários em greve emporcalham as fachadas das agências com cartazes de "estamos em greve". Neste ano havia também cartazes novos com "bancos matam" e "bancos causam doenças".
Leio na imprensa que os bancários voltaram ao trabalho em troca de um aumento de 10%. Ou seja, os bancos podem seguir "matando" e "causando doenças". O preço da vida dos bancários? 10%...
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