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sábado, 20 de janeiro de 2018

Chega de farsa

Acho que o Brasil seria um país mais feliz se parássemos de farsa, e jogássemos às claras. A eleição de 2018 deveria ser disputada entre Lula, Collor, Gedel, Sergio Cabral, Marcola e Fernandinho Beira Mar. E ponto.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Por quê não?

li no site de extrema esquerda UOL que Collor anunciou sua candidatura à presidência da república.

Por quê não?

Comparado ao chefe da maior quadrilha da história do mundo, Collor não passa de um aprendiz.

Se depender do PSDB

Lula será eleito presidente em 10/2018.

Já escalaram até Geraldo Alckmin para perder a eleição, mas conferindo aparência de disputa.

A cada dia fica mais claro que o PSDB é um braço do PT, criado para consolidar a hegemonia da esquerda sob um verniz de democracia.

Tucanato empenhado em salvar o chefe

Todo o tucanato, Reinaldo Azevedo incluído, dedicado à pauta da absolvição do chefe. Se não der certo, terão que entrar na fila da visita íntima na cadeia.

http://m.jb.com.br/pais/noticias/2018/01/19/lula-tem-partido-historia-e-trajetoria-voce-pode-gostar-ou-nao-mas-ele-tem-compromisso-diz-fhc/

É mais seguro ser gay

Segundo o Grupo Gay da Bahia, 2017 foi o ano do recorde de mortes por homofobia no Brasil, com 445 casos. Sempre que vejo notícias como esta o que me impressiona é constatar que homossexuais não morrem por conta da violência urbana, de brigas ou crimes passionais. Eles só morrem por homofobia.

Mas a constatação óbvia é que é mais seguro ser gay. Explico - vários textos afirmam que cerca de 10% da população é homossexual. Com cerca de 60 mil assassinatos por ano no Brasil, o número de gays deveria ser em torno de 6 mil, para ficar na média estatística. Com apenas 445 casos a conclusão è a seguinte - ao se assumir gay, seu risco de morte reduz substancialmente.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Do Rodrigo Constantino

"A elite tem preconceito contra evangélicos. Isso precisa ser dito. Muitos consideram os evangélicos como um bando de ignorantes e alienados, gente pobre e boba enganada pelos bispos oportunistas. Os que pensam assim são muitas vezes os mesmos que acreditam com fervor no “aquecimento global”, no veganismo e nos políticos socialistas. As seitas idiotas e cafajestes são sempre as dos outros…"

Porta papel higiênico

Assisti ontem, na internet, um vídeo de um programa do SBT dos anos 90 chamado Tele Sisan (quem quiser ver, basta procurar no Google).

Nele uma moça anunciava um "super" produto, e na sequência Emilio Surita se estendia por constrangedores 6 minutos tentando convencer o espectador sobre o espetáculo que era o produto, e como era imprescindível na sua vida. O produto, pasmem, era um porta papel higiênico com rádio am/fm. Numa certa altura, Emilio dizia: "Um amigo meu inovou e instalou o dele no quarto, assim ele ouve música e sempre tem papel à disposição". Noutra parte ele pergunta para uma moça da platéia se ela ouve música no banheiro, e ela responde "ovo". E o produto custava a "bagatela" de R$49,90, que era quase o valor do salário mínimo à época.

Este caso ilustra à perfeição o seguinte - as celebridades da mídia topam tudo por dinheiro. Em troca de grana eles estão dispostos a dizer que qualquer porcaria é maravilhosa e imprescindível na sua vida. Contudo, quando essas mesmas celebridades opinam sobre política ou costumes, são percebidas pelo população como sábios, filósofos, oráculos.