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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Esquerdistas e o povo

Esquerdista quer que o povo se lasque.

Esquerdista quer que o povo se dane.

Esquerdista quer que o povo morra. Por isso, tão logo se consolidam no poder, os esquerdistas se dedicam com afinco ao extermínio do povo.  Quem não morre no paredão, morre de fome. A pilha de cadáveres produzidos pela esquerda possivelmente permitiria montar uma escada até a lua.

Esquerdista sabe que o povo, na média, é um bando de imbecis.

Só que esquerdista precisa do povo para chegar ao poder, e lá ficar. O esquerdista sabe que é justamente a imbecilidade média do povo que pavimentará o seu caminho para a conquista do poder. Afinal, se o povo não fosse imbecil, jamais votaria em esquerdista.

Por isso os esquerdistas e seus braços na imprensa, na academia e na "cultura", sempre foram/são entusiastas do sufrágio universal, da redemocratização, das "diretas já", do voto aos 16 anos. Os esquerdistas sempre souberam muito bem que cada uma dessas etapas os aproximava do pote de ouro no fim do arco-íris - a conquista e manutenção do poder.

Esquerdista despreza a democracia, afinal despreza o próprio povo que é a base da democracia. Mas esquerdista sabe que a democracia é a ponte mais curta entre a esquerda e o poder. Por isso esquerdista precisa se fingir de democrata enquanto isso lhe convém.

E o povo, com raras exceções, dificilmente frustra as expectativas dos esquerdistas.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

A reação das feministas

Leiam a notícia da Fox News. Comento na sequência.

Female North Korean soldiers are often raped, stop menstruating because of the tough environment and are forced to reuse sanitary pads during their army service, a North Korean defector who dealt with years of hellish service in the regime’s army revealed Monday.
Lee So Yeon, who defected to South Korea through China, told the BBC about the 10 years she spent in the North Korean army, a period which began when she was 17. She said she served in the army between 1992 and 2001 and was never raped herself, but many of her comrades suffered sexual abuse.
"The company commander would stay in his room at the unit after hours and rape the female soldiers under his command. This would happen over and over without an end,” Lee told the BBC.
Comento: após a revelação desta informação, ouviu-se entre as feministas ocidentais um ensurdecedor ... silêncio. Uma líder do movimento declarou que urge exterminar o homem branco ocidental heterossexual...


Do Olavo de Carvalho

Quando pela primeira vez um europeu comprou um escravo na África, já fazia um milênio que os habitantes daquele continente eram aprisionados, escravizados, vendidos e capados pelos muçulmanos, e dois milênios pelas próprias tribos e nações negras. Durante todo esse período, jamais se revoltaram em massa e não consta sequer que a idéia de abolir a escravatura tenha passado pelas cabeças, seja dos senhores, seja dos próprios escravos. Trazidos para o Ocidente, ao fim de dois ou três séculos estavam todos libertos e a noção mesma da escravidão condenada como crime hediondo. Não mostram nenhum ressentimento contra seus antigos escravizadores negros e muçulmanos, mas um ódio crescente contra os brancos ocidentais, e a idéia de exterminar por completo a raça branca começa a parecer bem razoável a muitos intelectuais e líderes negros na América.
Se não há algo de monstruosamente errado em tudo isso, não sei o que significa a palavra “errado”.

Medinho do Bolsonaro

Reportagens, capas de revista, e até o Reinaldo Azevedo (que virou outra pessoa após a cirurgia no cérebro) não param de nos "alertar" para o risco do Bolsonaro ser eleito.

A canalha da imprensa não vê risco numa eventual eleição de Lula, Ciro ou Marina. Como não vê risco em Chavez, Morales, Fidel, no bispo tarado do Paraguai, etc. A canalha da imprensa não vê risco em nenhum candidato que mantenha o Brasil no rumo da ditadura comunista.

Como não vivemos numa democracia, eu acho que a candidatura Bolsonaro nem chegará a acontecer. O STF cassará seus direitos políticos antes disto (os mesmos direitos que manteve no caso de Dilma Russef). Mas se eu estiver errado, e a candidatura vier a acontecer, terá meu voto. Será um voto contra a imprensa, contra a Globo, contra a Falha de São Paulo, contra os famosos, contra os bacanas, contra os "bem" pensantes, que insistem dioturnamente em querer mandar nas nossas vidas. Eu não aguento mais essa canalha toda.

Se eu fosse ator da Globo...

Eu já fui confundido com porteiro de prédio, com vendedor de loja, com ascensorista de elevador, entre outras. Inúmeras vezes. E qual o problema?

Simplesmente informei para as pessoas que confundiram: "eu não trabalho aqui".

Mas para um ator da Globo, ser confundido com um trabalhador é a maior das ofensas. Se o famoso em questão for negro, não haverá dúvida - é preconceito.



Preconceituosa

Leiam a notícia de O Globo. Comento na sequência.

RIO — O preconceito é uma sombra que ronda a vida de Érika Januza. No rol das discriminações sofridas pela atriz, ela lembra que já foi confudida com a empregada da casa de um ex-namorado.
— Eu toquei a campainha e estava esperando abrirem a porta para mim, quando chegou o jornaleiro e disse: ‘Já que você está aí, entrega para o seu patrão’. Olhei para ele e disse: ‘Não é meu patrão, é meu namorado, mas pode deixar que eu entrego’. E isso não tem muito tempo — conta a intérprete de Raquel, de “O outro lado do paraíso”.
Nesse episódio, uma coisa a chamou atenção: o jornaleiro era negro.


Leia mais: https://oglobo.globo.com/cultura/erika-januza-conta-que-foi-confundida-com-empregada-de-um-ex-namorado-22084401#ixzz4z4MyHJT6 
 

Comento: esse povinho "bacana" da Globo é gente tão preconceituosa e ao mesmo tempo completamente cegos para o seu preconceito. A famosinha (?) se ofendeu por ser confundida com uma trabalhadora. Ela se julga um ser tão superior ao resto da humanidade (por trabalhar na Globo?) que acha um absurdo alguém confundí-la com uma reles ... trabalhadora. Imagina, confundir a famosa com alguém que precisa ralar para ganhar o pão de cada dia. É o cúmulo da ofensa...


sexta-feira, 10 de novembro de 2017

O extermínio dos conservadores

Em 12 de dezembro ocorrerá uma eleição para senador no estado americano do Alabama. O republicano conservador Roy Moore lidera as pesquisas com ampla margem.

O senado é o ponto mais vulnerável à perda do controle republicano. Hoje são 52 republicanos contra 48 democratas. Uma eventual derrota de Moore levaria esta conta para 51 X 49, deixando a maioria no senado a um passo de ser conquistada pelos democratas nas eleições de 2018.

Mas Moore parece ser um candidato imbatível. Juiz aposentado, sem manchas no seu passado, fortemente conservador, num estado conservador, religioso.

Eis então que aparece uma senhora para contar ao Washignton Post (jornal ultra esquerdista de Jeff Bezos) que em 1979, quando ela tinha apenas 14 anos, foi molestada sexualmente por Moore.

Será verdade ou mentira? Impossível saber. O fato é que se verdade for ela permaneceu calada por 38 anos, enquanto Moore desenvolvia carreira pública como juiz e como presidente da suprema corte estadual. E só decidiu falar para um jornal comunista no momento em que o partido democrata precisa desesperadamente desta cadeira no senado.

Mas o ponto é que para destruir alguém considerado inconveniente pelo esquerdismo dominante basta a palavra da senhora. Os próprios líderes do partido republicano já saíram jogando as primeiras pedras, dizendo que Moore deve desistir da candidatura.

Está dada a senha para exterminar qualquer vestígio de conservadorismo na política - sempre que houver um candidato conservador viável, bastará aparecer uma mulher para "revelar" a um jornal comunista que décadas atrás ela foi molestada sexualmente.

Se o político, contudo, for de esquerda, como Bill Clinton, pilhas de denúncias de abuso sexual não provocarão a menor repercussão na imprensa.